Imagine estar junto ao mar num dia aparentemente normal.
De repente, a terra começa a tremer. O sismo é forte e prolongado. Durante alguns segundos, tudo parece suspenso.
Depois, o chão deixa de se mover.
Poderia parecer que o perigo terminou.
Mas não terminou necessariamente.
Se estiver numa zona costeira e o sismo tiver origem no mar ou for suficientemente forte para desencadear movimentos do fundo oceânico, poderá existir outro perigo — um tsunami.
E há um detalhe que pode fazer toda a diferença: em determinados cenários, a onda pode chegar à costa antes de existir tempo suficiente para uma mensagem oficial de alerta.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) salienta que, em Portugal, o período disponível para evacuação poderá ser inferior a 20 minutos em determinadas situações. Entre os sinais naturais que devem desencadear uma reação imediata estão um sismo muito forte ou prolongado, um recuo súbito do mar e um ruído intenso vindo do oceano.
É por isso que este não é apenas um tema de geologia. É um tema de sobrevivência.

Portugal está exposto ao risco de tsunami?
Sim. Portugal não está entre as regiões do mundo onde os tsunamis são mais frequentes, mas o risco existe e é cientificamente reconhecido. O país encontra-se numa região tectonicamente ativa, próxima da fronteira entre as placas Africana e Euroasiática. A zona entre os Açores e Gibraltar inclui estruturas capazes de gerar sismos significativos e, em determinados cenários, tsunamis. O próprio IPMA destaca a importância científica desta região para compreender fenómenos como o grande terramoto e tsunami de 1755, bem como estruturas tectónicas e deslizamentos submarinos potencialmente relacionados com a geração de tsunamis.
Isto não significa que um tsunami esteja iminente.
Significa algo muito mais simples e importante:
o risco não pode ser ignorado.
O tsunami de 1755: a tragédia que continua presente
Para compreender o risco de tsunami em Portugal, basta recuar até 1 de novembro de 1755.
Nesse dia, um dos maiores sismos históricos associados à região do Atlântico Nordeste atingiu Portugal.
Lisboa foi devastada.
Ao terramoto seguiram-se incêndios e um tsunami que atingiu a costa e zonas ribeirinhas.
O acontecimento deixou uma marca profunda na história portuguesa e continua a ser objeto de investigação científica.
O IPMA refere o sismo de 1755 como um dos maiores sismos históricos conhecidos, com magnitude estimada superior a 8,5 em determinadas referências científicas, e estuda as estruturas da margem sudoeste ibérica associadas à sismicidade e ao tsunami.
Mais de dois séculos depois, a pergunta permanece inevitável:
poderá voltar a acontecer?
Não é possível prever quando ocorrerá um grande sismo.
Mas é possível estudar onde existe risco, preparar planos de evacuação e ensinar a população a reconhecer os sinais que podem anteceder a chegada de um tsunami.
Como se forma um tsunami?
Um tsunami não é simplesmente uma onda gigante.
É uma série de ondas provocada por uma deslocação súbita de uma grande quantidade de água.
Os sismos submarinos são uma das principais causas, especialmente quando provocam movimentos verticais do fundo oceânico. Mas também podem existir tsunamis associados a deslizamentos submarinos, erupções vulcânicas ou outros fenómenos capazes de deslocar grandes volumes de água.
Em mar aberto, uma onda de tsunami pode ter uma altura relativamente pequena e passar quase despercebida.
Mas transporta uma quantidade enorme de energia.
À medida que entra em águas mais rasas, a velocidade diminui e a altura da onda pode aumentar significativamente. A forma do fundo marinho e da linha de costa influencia fortemente o impacto, pelo que duas praias relativamente próximas podem sofrer efeitos muito diferentes.
E há outro perigo frequentemente esquecido:
um tsunami não é uma única onda.
Podem ocorrer várias ondas sucessivas e a primeira pode não ser a maior.

A que velocidade viaja um tsunami?
Em mar profundo, as ondas de tsunami podem deslocar-se a velocidades superiores a 700 km/h, podendo ultrapassar 800 km/h em determinadas condições.
É uma velocidade extraordinária.
Mas não significa que a água chegue à praia como uma parede vertical a 700 km/h.
Quando a onda entra em águas pouco profundas, abranda.
O problema é que essa redução de velocidade é acompanhada por uma alteração da altura e da energia concentrada junto à costa.
É nesse momento que o fenómeno pode tornar-se devastador.
Onde está o maior risco de tsunami em Portugal?
Não existe uma única lista de cidades que permita dizer simplesmente “estas serão atingidas”.
O impacto depende da origem e magnitude do fenómeno, da distância à fonte, da batimetria, da configuração da costa, da altitude e das características locais.
Ainda assim, existem zonas costeiras portuguesas particularmente relevantes nos estudos de risco.
Entre as áreas que merecem especial atenção encontram-se partes do Algarve, da região de Lisboa e Setúbal e de outros sectores da costa continental, além dos arquipélagos dos Açores e da Madeira.
A própria ANEPC dispõe de um guia específico para o planeamento de evacuação em caso de tsunami e refere a suscetibilidade de Portugal Continental ao fenómeno.
Algarve: uma das zonas que mais merece atenção
O Algarve é frequentemente apontado entre as regiões portuguesas mais expostas a cenários de tsunami provenientes do Atlântico.
A proximidade de fontes sísmicas importantes, a extensa ocupação da faixa costeira e a existência de zonas baixas tornam a preparação particularmente importante.
Entre os municípios e localidades costeiras que devem conhecer os respetivos planos de emergência e evacuação encontram-se, entre outros:
- Lagos;
- Portimão;
- Albufeira;
- Faro;
- Tavira;
- Vila Real de Santo António;
- Loulé e zonas costeiras associadas.
A importância deste risco é também demonstrada pelas iniciativas recentes de preparação: em 2025, o programa CoastWAVE 2.0 da UNESCO-IOC estabeleceu uma parceria com o Serviço Municipal de Proteção Civil de Loulé, abrangendo as comunidades de Quarteira e Almancil, para reforçar a preparação para tsunamis.
Isto não significa que todas estas localidades apresentem o mesmo nível de perigo.
Significa que a preparação local é essencial, sobretudo nas zonas baixas e próximas do mar.
Lisboa e Setúbal: o estuário do Tejo também importa
A região de Lisboa tem uma relação histórica particularmente forte com o risco de tsunami.
Em 1755, o tsunami atingiu a região e a frente ribeirinha foi severamente afetada.
Hoje, a investigação continua a estudar a interação entre sismicidade, deslizamentos submarinos e propagação das ondas no delta e estuário do Tejo. O IPMA já realizou trabalhos científicos especificamente destinados a compreender o possível papel de deslizamentos submarinos relacionados com o tsunami de 1755.
Entre as áreas costeiras e ribeirinhas que devem estar familiarizadas com os respetivos planos de emergência encontram-se:
- Lisboa;
- Oeiras;
- Cascais;
- Almada;
- Seixal;
- Barreiro;
- Setúbal;
- zonas costeiras da Península de Tróia.
O risco, contudo, não é uniforme.
A distância à costa, a altitude e a localização concreta fazem toda a diferença.
É precisamente por isso que os mapas municipais de suscetibilidade e as rotas de evacuação devem ser conhecidos antes de qualquer emergência.
E a costa Centro de Portugal?
O risco de tsunami não termina em Lisboa.
Ao longo da costa centro existem igualmente zonas baixas e áreas costeiras que devem considerar este perigo nos respetivos planos de proteção civil.
Entre as localidades e áreas costeiras relevantes encontram-se:
- Peniche;
- Nazaré;
- Figueira da Foz;
- Aveiro.
A configuração do fundo oceânico e da linha de costa pode provocar diferenças consideráveis na altura e no alcance da inundação.
Assim, não é seguro assumir que uma determinada praia estará protegida apenas porque outra, relativamente próxima, sofreu menor impacto num determinado cenário.
Açores: uma realidade sísmica muito particular
Os Açores encontram-se numa região de elevada atividade geológica.
O arquipélago está associado a uma complexa zona de interação de placas e apresenta atividade sísmica e vulcânica.
Por essa razão, o conhecimento sobre sismos e a preparação para fenómenos associados fazem parte da realidade das populações açorianas.
No caso dos tsunamis, o princípio fundamental mantém-se:
depois de um sismo forte ou prolongado, quem estiver junto ao mar deve estar atento aos sinais naturais e às instruções das autoridades.
Não se deve esperar passivamente por uma mensagem se os sinais forem claros.
Madeira: risco menor não significa risco zero
A Madeira também não está imune ao fenómeno.
Embora o contexto seja diferente do dos Açores e de algumas zonas do continente, existem cenários em que um tsunami poderá afetar a região.
Além de fontes sísmicas distantes, os estudos de risco consideram fenómenos como deslizamentos submarinos capazes de deslocar grandes quantidades de água.
Por isso, zonas costeiras como o Funchal e outros municípios litorais devem manter planos de emergência e rotas de evacuação adequadamente identificados.
Portugal tem um sistema de alerta de tsunamis?
Sim.
Portugal integra o sistema de alerta e mitigação de tsunamis do Atlântico Nordeste e Mediterrâneo, coordenado no âmbito da Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) é o Centro Nacional de Alerta de Tsunamis de Portugal e participa na rede regional de monitorização.
Os sistemas de alerta permitem acompanhar informação sísmica e alterações do nível do mar e apoiar a avaliação do perigo.
Mas existe uma limitação que nenhuma tecnologia consegue eliminar:
se o fenómeno for muito próximo da costa, o tempo disponível pode ser extremamente curto.
É precisamente por isso que os sinais naturais continuam a ser fundamentais.
O mar pode avisar antes das autoridades
Esta poderá ser uma das informações mais importantes de todo este artigo.
Se estiver junto à costa e sentir um sismo muito forte ou prolongado, não espere para descobrir se existe um alerta oficial.
Afaste-se imediatamente da zona costeira.
Outro sinal clássico é o recuo súbito e anormal do mar.
Se a água desaparecer de forma invulgar e deixar exposta uma área que normalmente está submersa, não se aproxime para observar.
Faça exatamente o contrário.
Fuja.
A ANEPC identifica ainda um ruído forte vindo do mar como possível sinal natural de alerta.
O que fazer se sentir um sismo junto ao mar?
A regra deve ser simples:
Sismo forte + costa próxima = afastar-se do mar
Não espere pela confirmação de uma aplicação.
Não espere por uma mensagem no telemóvel.
Não espere para ver se a água recua.
E, sobretudo, não vá para a praia observar o fenómeno.
A UNESCO-IOC recomenda que quem reconheça sinais naturais de tsunami se desloque imediatamente para terreno mais elevado ou para o interior.
Em Portugal, a ANEPC recomenda igualmente abandonar de imediato zonas costeiras ou estuários e dirigir-se para um ponto alto quando existe aviso ou perante os sinais naturais relevantes.
O que fazer durante uma evacuação por tsunami?
1. Afaste-se imediatamente da praia
Saia da areia, do passeio marítimo, dos portos, marinas, estuários e zonas ribeirinhas baixas.
2. Procure terreno elevado
Suba para uma zona mais alta, seguindo as rotas de evacuação previamente definidas.
3. Se possível, evacue a pé
O automóvel pode criar congestionamentos e atrasar a saída de toda a população.
A ANEPC recomenda privilegiar a deslocação a pé durante a evacuação.
4. Siga a sinalização
Procure sinais de evacuação de tsunami e dirija-se aos pontos de encontro identificados pelas autoridades locais.
5. Se não existir terreno elevado próximo
A orientação internacional admite, quando não existe outra alternativa, procurar os pisos superiores ou o telhado de um edifício robusto de betão armado.
6. Nunca regresse depois da primeira onda
Este é um dos erros mais perigosos.
Um tsunami pode produzir várias ondas sucessivas e a primeira pode não ser a maior.
Permaneça numa zona segura até existir indicação oficial de que o perigo terminou.
O que nunca deve fazer perante um tsunami
Há comportamentos que podem transformar uma situação perigosa numa tragédia.
Não vá à praia ver a onda.
Não regresse para procurar objetos pessoais.
Não permaneça numa marginal para filmar.
Não espere pela primeira onda para decidir se deve fugir.
Não regresse imediatamente depois de a água recuar.
A curiosidade pode ser fatal.
A UNESCO-IOC recomenda expressamente que não se espere por um alerta oficial quando os sinais naturais são sentidos ou observados e que ninguém abandone uma zona segura depois da primeira onda.
Porque é que o recuo do mar é tão perigoso?
Quando se imagina um tsunami, muitas pessoas pensam imediatamente numa enorme onda a aproximar-se.
Mas o primeiro sinal poderá ser precisamente o oposto.
O mar pode recuar de forma extraordinária, expondo o fundo e zonas que normalmente permanecem cobertas pela água.
É um fenómeno que pode despertar curiosidade.
Mas essa curiosidade deve transformar-se imediatamente em ação.
Se o mar recuar de forma anormal, afaste-se.
Não é altura para tirar fotografias.
É altura para procurar segurança.
Um tsunami não termina com a primeira onda
Imagine que a primeira onda chega e desaparece.
A praia volta a parecer relativamente tranquila.
É precisamente neste momento que algumas pessoas poderiam cometer um erro fatal: regressar.
Um tsunami é uma série de ondas.
Podem existir intervalos significativos entre elas e a maior onda pode chegar mais tarde. A UNESCO-IOC salienta que as ondas podem suceder-se durante horas e que a primeira não é necessariamente a maior.
Por isso, a regra é simples:
só regresse quando as autoridades derem indicação de que já não existe perigo.
Como preparar uma família para um tsunami?
A preparação não começa no dia da emergência.
Começa agora.
Quem vive, trabalha ou passa férias numa zona costeira deve saber:
- Qual é a rota de evacuação mais próxima;
- Qual é o ponto de encontro definido pelas autoridades;
- Para onde deve dirigir-se em caso de sismo forte;
- Quais são as zonas mais elevadas nas proximidades;
- Onde obter informação oficial;
- Como ajudar crianças, idosos ou pessoas com mobilidade reduzida;
- Como agir sem depender exclusivamente do automóvel.
Os planos municipais de emergência e as informações disponibilizadas pelas autarquias podem ser particularmente úteis.
Em Cascais, por exemplo, foram desenvolvidas ações de sensibilização e disponibilizadas informações sobre pontos de encontro, sirenes e áreas suscetíveis a inundação por tsunami.
E se estiver numa praia durante um sismo?
Esta é uma situação em que não existe espaço para hesitação.
Sentiu um sismo forte ou prolongado?
Afaste-se da costa.
Não espere para perceber se o sismo causou danos.
Não espere pela sirene.
Não espere pelo alerta no telemóvel.
O sismo poderá ser o próprio aviso.
A ANEPC alerta precisamente para a possibilidade de existir menos de 20 minutos para evacuação em determinados cenários.
Quando o tempo é tão curto, cada minuto conta.
E se estiver num porto ou junto a um estuário?
Portos, marinas e estuários merecem especial atenção.
A água pode deslocar-se de forma violenta e gerar correntes extremamente perigosas, mesmo que a aparência de uma onda não seja particularmente impressionante.
A UNESCO-IOC alerta que os tsunamis podem ser especialmente destrutivos em baías e portos devido às correntes que geram.
Por isso, perante um aviso ou sinais naturais, a prioridade deve ser afastar-se dessas zonas e procurar terreno seguro.
O que Portugal aprendeu com 1755
O terramoto e tsunami de 1755 não podem ser evitados.
O próximo grande sismo também não poderá ser previsto com precisão antecipadamente.
Mas existe algo que pode mudar:
a resposta humana.
Em 1755 não existiam redes sísmicas modernas.
Não existiam sistemas de alerta.
Não existiam mapas digitais de risco.
Não existiam planos de evacuação como os atuais.
Hoje, Portugal dispõe de conhecimento científico, monitorização sísmica, sistemas de alerta e estruturas de proteção civil.
A UNESCO-IOC inclui o IPMA entre os centros que participam no sistema regional de alerta de tsunamis do Atlântico Nordeste e Mediterrâneo.
Mas nenhuma tecnologia substitui uma pessoa que sabe reconhecer o perigo e começa a fugir imediatamente.
A melhor proteção pode estar numa decisão de segundos
Imagine novamente o cenário inicial.
O chão treme.
O sismo é forte.
Depois, o mar começa a recuar.
Nesse momento, não é necessário saber a magnitude do sismo.
Não é necessário compreender tectónica de placas.
Não é necessário esperar por uma confirmação científica.
É necessário lembrar uma única coisa:
Sismo forte ou prolongado junto à costa: afastar-se imediatamente do mar e procurar terreno elevado.
Esta reação pode fazer a diferença entre ficar exposto e chegar a uma zona segura.
Portugal não pode prever o próximo tsunami — mas pode estar preparado
O risco de tsunami em Portugal é real, embora estes eventos sejam pouco frequentes.
O Algarve, a região de Lisboa e Setúbal, partes da costa centro e os arquipélagos dos Açores e da Madeira têm características que justificam atenção e preparação específicas.
Não significa viver com medo.
Significa viver com consciência.
A preparação não retira beleza ao mar.
Não transforma as praias portuguesas em lugares perigosos.
Apenas reconhece uma realidade que a História já demonstrou: a Natureza pode mudar de forma extraordinariamente rápida.
E quando isso acontecer, não haverá tempo para aprender o que fazer.
Será tarde para pesquisar.
Tarde para perguntar.
Tarde para decidir.
É agora que se aprende.
Conclusão: quando o mar recua, não fique para ver
Portugal tem uma das maiores riquezas naturais do país à sua porta: o Atlântico.
É mar de férias, de pescadores, de praias, de memórias e de identidade.
Mas é também uma força natural que merece respeito.
O tsunami de 1755 deixou uma cicatriz profunda na história portuguesa. Hoje, graças à ciência e aos sistemas de alerta, existe muito mais conhecimento sobre o fenómeno e sobre a forma de reduzir o risco.
Ainda assim, nas zonas costeiras, alguns cenários podem deixar menos de 20 minutos para evacuar.
É por isso que os sinais naturais são tão importantes.
Se sentir um sismo forte ou prolongado junto ao mar, fuja para terreno elevado.
Se o mar recuar de forma anormal, fuja para terreno elevado.
Se ouvir um ruído invulgar vindo do oceano, fuja para terreno elevado.
Não vá observar.
Não espere.
Não regresse depois da primeira onda.
Siga as autoridades e permaneça numa zona segura até ser dado o aviso de fim de perigo.
Porque, perante um tsunami, há uma verdade que vale mais do que qualquer previsão:
quando a Natureza dá o primeiro aviso, é preciso saber ouvi-la.
Informação oficial
Para informação sísmica e meteorológica, consulte o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Para orientações de proteção e preparação perante riscos naturais, consulte a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
Para informação internacional sobre risco e preparação para tsunamis, consulte o Programa de Tsunamis da UNESCO-IOC.




