Sexta-feira, Agosto 28, 2026
NCultura Notícias
  • Início
  • Língua Portuguesa
    • Português
    • Poemas e Poesia
  • Histórias
    • História de Portugal
    • Curiosidades
    • Pessoas
    • Opinião
  • Receitas
    • Aperitivos e Petiscos
    • Receitas de Carne
    • Receitas de Peixe
    • Receitas Rápidas
    • Receitas Vegetarianas
    • Sopas
    • Bolos e Sobremesas
    • Truques e Dicas
  • Lifestyle
    • Moda e Beleza
    • Animais de Estimação
    • Limpeza e Arrumação
  • Viagens
    • Destinos e Viagens
    • Monumentos
  • Pensamentos
    • Pensamentos e Frases do Dia
    • Mensagens
  • Zodíaco
    • Horóscopo
    • Signos
  • Notícias
Sem resultados
Ver todos os resultados
NCultura Notícias
  • Início
  • Língua Portuguesa
    • Português
    • Poemas e Poesia
  • Histórias
    • História de Portugal
    • Curiosidades
    • Pessoas
    • Opinião
  • Receitas
    • Aperitivos e Petiscos
    • Receitas de Carne
    • Receitas de Peixe
    • Receitas Rápidas
    • Receitas Vegetarianas
    • Sopas
    • Bolos e Sobremesas
    • Truques e Dicas
  • Lifestyle
    • Moda e Beleza
    • Animais de Estimação
    • Limpeza e Arrumação
  • Viagens
    • Destinos e Viagens
    • Monumentos
  • Pensamentos
    • Pensamentos e Frases do Dia
    • Mensagens
  • Zodíaco
    • Horóscopo
    • Signos
  • Notícias
Sem resultados
Ver todos os resultados
NCultura Notícias
Sem resultados
Ver todos os resultados
Publicidade
Início Histórias Curiosidades

Portugal tem 14 zonas com maior risco sísmico: veja onde o perigo é mais elevado

Conheça as 14 zonas mais expostas a sismos em Portugal, de Lisboa ao Algarve e aos Açores, e saiba como se preparar para um grande terramoto.

Sara Costa Por Sara Costa
28/08/2026
em Curiosidades, Notícias
0
Portugal tem 14 zonas com maior risco sísmico: veja onde o perigo é mais elevado

Portugal tem 14 zonas com maior risco sísmico: veja onde o perigo é mais elevado

FacebookTwitterPinterestWhatsApp
Publicidade
Publicidade

Artigos Relacionados

Padre Himalaya, o português que criou a máquina que fazia chover

Padre Himalaya, o português que criou a máquina que fazia chover

Agosto 27, 2026
Sefes: o misterioso povo das serpentes que terá moldado a identidade portuguesa

Sefes: o misterioso povo das serpentes que terá moldado a identidade portuguesa

Agosto 27, 2026
A burla no multibanco que mais vítimas faz em Portugal

A burla no multibanco que mais vítimas faz em Portugal

Agosto 27, 2026
Como fazer as melhores batatas fritas do mundo!

Como fazer as melhores batatas fritas do mundo!

Agosto 27, 2026

Portugal está longe de ser um país imune aos sismos. Pelo contrário: a história, a geologia e a atividade sísmica registada pelas autoridades mostram que existem regiões onde a perigosidade sísmica merece especial atenção. De Lisboa ao Algarve, passando por várias ilhas dos Açores, há territórios particularmente expostos a movimentos do solo potencialmente fortes.

Publicidade
Publicidade

O terramoto de 1755 continua a ser o exemplo mais impressionante daquilo que um grande sismo pode provocar em Portugal. Lisboa sofreu uma destruição devastadora e o tsunami que se seguiu agravou ainda mais a tragédia. Séculos depois, a memória desse acontecimento permanece como um alerta: os grandes sismos são raros, mas o risco não desapareceu.

Importa, contudo, fazer uma distinção fundamental. Não existe uma simples escala oficial de “risco de 1 a 10” que permita classificar todo o território português dessa forma. A perigosidade sísmica é avaliada através de diferentes mapas, modelos, intensidades observadas e zonamentos utilizados na engenharia e no planeamento. Por isso, a lista das 14 zonas apresentada abaixo deve ser entendida como uma seleção das regiões apontadas como particularmente vulneráveis, e não como um ranking oficial único do IPMA.

Porque é que existem sismos em Portugal?

Portugal continental encontra-se na placa Euroasiática e apresenta uma sismicidade considerada intermédia à escala mundial. O sul do país, especialmente a zona do Algarve e o território marítimo a sudoeste do Cabo de São Vicente, concentra uma parte importante da atividade sísmica registada. O IPMA identifica ainda alguma concentração de sismicidade nas regiões de Évora, entre Santarém e Coimbra e a leste da Costa Vicentina.

Nos Açores, a realidade geológica é ainda mais complexa. O arquipélago encontra-se numa região de interação entre as placas Norte-Americana, Euroasiática e Africana/Núbia, conhecida como Junção Tripla dos Açores. Esta configuração explica a elevada frequência de sismos e a existência simultânea de atividade vulcânica.

Publicidade
Publicidade

A Madeira apresenta uma realidade diferente. Segundo o IPMA, a sismicidade no arquipélago é relativamente baixa e o número de sismos sentidos é reduzido quando comparado com os Açores.

Magnitude e intensidade não são a mesma coisa

Quando se fala de sismos, é frequente confundirem-se dois conceitos: magnitude e intensidade.

A magnitude representa a energia libertada pelo sismo no local de origem. É uma medida instrumental e está associada à dimensão do fenómeno.

A intensidade, por outro lado, descreve os efeitos provocados pelo sismo num determinado local: o que as pessoas sentiram, a forma como os edifícios reagiram e os danos eventualmente provocados.

Publicidade
Publicidade

Esta diferença é extremamente importante. Um sismo com determinada magnitude pode provocar efeitos muito diferentes consoante a distância ao epicentro, a profundidade, as características do terreno e a resistência das construções. O próprio IPMA utiliza a escala de Mercalli Modificada para caracterizar a intensidade dos sismos sentidos em Portugal.

Receba as últimas notícias do NCultura no WhatsApp Seguir
Leia também:
  • Sismo em Portugal: as 6 cidades mais vulneráveis
  • Tsunami em Portugal: as zonas em maior risco e o que deve fazer se a terra tremer
  • Tsunami em Portugal: onde o risco é maior e o que fazer nos primeiros minutos
  • Venezuela abalada por dois fortes sismos: especialista explica porque Portugal também pode sofrer danos graves

 

As 14 zonas de Portugal mais associadas ao risco sísmico

A lista que se segue corresponde às 14 zonas tradicionalmente apontadas em conteúdos sobre a distribuição da perigosidade sísmica em Portugal. A classificação “risco 9” ou “risco 10” deve ser encarada como uma forma simplificada de comunicação e não como uma escala oficial universal de risco sísmico.

1. Lisboa

Lisboa surge inevitavelmente entre as regiões portuguesas que mais preocupam os especialistas. A capital está inserida numa área com histórico sísmico significativo e com condições geológicas que podem contribuir para a amplificação dos movimentos do solo em determinados locais.

O terramoto de 1755 tornou Lisboa num dos exemplos históricos mais conhecidos de vulnerabilidade sísmica na Europa. Estudos de microzonagem mostram também que as características do terreno podem variar significativamente dentro da própria cidade, fazendo com que diferentes zonas possam reagir de forma distinta perante o mesmo sismo.

2. Península de Setúbal

A Península de Setúbal é outra das regiões continentais onde a perigosidade sísmica assume particular relevância. A proximidade de estruturas tectónicas e a localização junto ao estuário do Tejo contribuem para a preocupação existente relativamente aos efeitos de futuros sismos.

A região de Lisboa e Setúbal destaca-se historicamente pela concentração de alguns dos maiores sismos registados no território português e nas áreas marítimas adjacentes.

3. Algarve

O Algarve é uma das regiões portuguesas com maior atividade sísmica. O IPMA indica que uma parte significativa dos sismos registados em Portugal ocorre no sul do Algarve, sobretudo na zona marítima a sudoeste do Cabo de São Vicente.

A localização da região, próxima de estruturas tectónicas ativas no Atlântico e no Golfo de Cádis, faz com que o risco sísmico seja uma questão particularmente importante no sul do país.

4. Ilha do Faial

O Faial é uma das ilhas açorianas com um historial sísmico particularmente marcante. A ilha apresenta diversas estruturas tectónicas e integra o complexo contexto geodinâmico do arquipélago.

Um dos episódios mais devastadores da história recente ocorreu em 1926, quando um forte sismo provocou danos muito significativos. Em 1998, outro sismo de magnitude 6,0 voltou a provocar destruição considerável no Faial e nas ilhas vizinhas.

5. Ilha do Pico

O Pico encontra-se igualmente numa zona de elevada complexidade tectónica. A ilha integra, juntamente com Faial e São Jorge, uma região onde existem numerosas estruturas de falha associadas à atividade tectónica dos Açores.

A atividade sísmica do arquipélago não significa que todos os sismos sejam fortes ou destrutivos. Na realidade, muitos são pequenos e apenas detetados pelos equipamentos científicos.

6. Ilha de São Jorge

São Jorge possui um dos capítulos mais dramáticos da história sísmica açoriana. Em 1757, um grande sismo atingiu a ilha e provocou uma enorme destruição, sendo estimada uma intensidade máxima de XI na escala de Mercalli Modificada.

É um exemplo poderoso de como um território aparentemente tranquilo pode guardar uma memória sísmica extremamente violenta.

7. Ilha Graciosa

A Graciosa integra o grupo central dos Açores e apresenta igualmente um historial de atividade sísmica. Foram registados no passado sismos capazes de atingir intensidades elevadas, incluindo eventos nos séculos XVIII e XIX.

A proximidade com outras ilhas do grupo central faz com que a atividade tectónica seja acompanhada com especial atenção.

8. Ilha de São Miguel

São Miguel é a maior ilha dos Açores e apresenta uma atividade sísmica associada tanto às estruturas tectónicas como aos sistemas vulcânicos existentes na ilha.

O historial é impressionante. Em 1522, um dos maiores desastres sísmicos da história açoriana ocorreu em São Miguel, provocando milhares de vítimas. Também foram registados sismos importantes na região da Povoação ao longo dos séculos.

9. Ilha Terceira

A Terceira é outra das ilhas açorianas onde a atividade sísmica assume grande importância. Em 1980, um sismo de magnitude 6,8 provocou graves danos na ilha e em áreas próximas, tendo sido registadas intensidades máximas de IX.

Este acontecimento permanece como uma das principais referências modernas para compreender a vulnerabilidade sísmica dos Açores.

10. Ribatejo

O Ribatejo, sobretudo em determinadas áreas próximas do vale do Tejo, também merece atenção. A região está próxima de estruturas geológicas capazes de gerar atividade sísmica e existem registos históricos de sismos sentidos com intensidade significativa.

O comportamento do terreno é igualmente importante. Solos sedimentares e aluviais podem, em determinadas circunstâncias, amplificar o movimento provocado pelas ondas sísmicas.

11. Costa Alentejana

A Costa Alentejana encontra-se numa posição particularmente interessante do ponto de vista sísmico, devido à proximidade do Atlântico e às estruturas tectónicas existentes ao largo da costa portuguesa.

O histórico instrumental e macrossísmico demonstra que a região do Alentejo e a Costa Vicentina não estão afastadas da atividade sísmica. Em agosto de 2026, por exemplo, o IPMA registou um sismo de magnitude 3,4 com epicentro a cerca de 18 quilómetros a este de Odemira, que atingiu intensidade máxima IV/V em Odemira.

12. Ilha de Santa Maria

Santa Maria pertence ao grupo oriental dos Açores e apresenta características sísmicas diferentes das ilhas do grupo central. Ainda assim, encontra-se numa região tectonicamente ativa e integra o conjunto de ilhas açorianas onde a atividade sísmica é acompanhada de perto.

Estudos sobre a intensidade sísmica máxima observada no arquipélago mostram que Santa Maria apresenta um historial sísmico relevante, embora inferior ao de algumas ilhas centrais.

13. Ilha das Flores

Flores faz parte do grupo ocidental dos Açores e apresenta uma situação geológica distinta. Segundo o IPMA, o grupo ocidental, formado por Flores e Corvo, encontra-se sobre a placa americana e apresenta uma sismicidade residual quando comparado com os grupos central e oriental.

Por isso, é importante não colocar todas as ilhas dos Açores exatamente no mesmo patamar de perigosidade: o arquipélago é sísmico, mas existem diferenças significativas entre ilhas.

14. Ilha do Corvo

O Corvo completa esta lista das 14 zonas. Tal como Flores, está inserido no grupo ocidental do arquipélago e apresenta uma sismicidade relativamente reduzida quando comparada com as ilhas situadas sobre a fronteira entre placas.

Este é, aliás, um bom exemplo de por que motivo uma lista simplificada de “zonas de risco” deve ser interpretada com cuidado. A localização de uma ilha num arquipélago sísmico não significa automaticamente que todas apresentem o mesmo nível de perigosidade.

O perigo não depende apenas da localização

Dizer que uma cidade ou região apresenta maior perigosidade sísmica não significa que todas as casas, ruas ou edifícios estejam igualmente expostos.

Existe uma diferença enorme entre perigosidade sísmica, exposição e vulnerabilidade.

Uma região pode estar próxima de uma falha ativa, mas possuir edifícios modernos e preparados para resistir a movimentos fortes. Outra região pode experimentar uma vibração semelhante e sofrer consequências muito mais graves devido à idade, características ou estado de conservação dos edifícios.

O próprio comportamento dos solos pode alterar significativamente os efeitos de um sismo. Solos mais moles podem amplificar determinados movimentos, enquanto algumas condições geológicas podem favorecer fenómenos como a liquefação.

E se ocorrer um grande sismo em Portugal?

A pergunta não deve ser apenas “onde vai acontecer?”, mas também “estamos preparados?”.

Não é possível prever com precisão o dia, a hora e o local exato de um grande sismo. A atividade sísmica pode ser monitorizada, estudada e modelada, mas a previsão determinística de um terramoto continua a não ser possível.

O que pode ser feito é reduzir a vulnerabilidade.

A qualidade da construção, a resistência estrutural dos edifícios, o ordenamento do território, a educação da população e a existência de planos de emergência são componentes fundamentais para diminuir as consequências de um grande sismo. Regulamentos e instrumentos de planeamento incorporam precisamente medidas destinadas a reduzir a vulnerabilidade sísmica.

Portugal está preparado?

Portugal possui uma rede sísmica que permite ao IPMA acompanhar continuamente a atividade sísmica no território continental, nos Açores, na Madeira e nas regiões adjacentes. A informação é atualizada regularmente e permite localizar os eventos, determinar a magnitude e avaliar os efeitos sentidos pela população.

Mas a preparação não depende apenas dos cientistas ou das autoridades.

Cada família pode ter um papel importante: conhecer os procedimentos de emergência, saber onde estão os pontos de corte de água, gás e eletricidade, manter uma pequena reserva de emergência e, sobretudo, conhecer o comportamento adequado durante um sismo.

O que fazer durante um sismo?

Se estiver dentro de um edifício quando começar a tremer, a prioridade deve ser proteger-se de objetos que possam cair e afastar-se de janelas, varandas e elementos que possam desprender-se.

A regra mais conhecida é simples: baixar, proteger e aguardar.

Não deve correr para as escadas durante o abalo nem tentar sair do edifício enquanto tudo está a tremer. Depois do sismo, deve seguir as instruções das autoridades e evitar utilizar o telefone sem necessidade, permitindo que as redes permaneçam disponíveis para situações de emergência.

O terramoto de 1755 continua a ser um aviso

Poucos acontecimentos tiveram um impacto tão profundo na história portuguesa como o terramoto de 1755. A dimensão da catástrofe transformou Lisboa e deixou uma marca profunda na sociedade, na arquitetura, na política e na forma como se passou a pensar a relação entre as cidades e os riscos naturais.

Mais de dois séculos depois, a tecnologia permite conhecer muito melhor a geologia portuguesa e acompanhar a atividade sísmica em tempo quase real.

Mas há uma coisa que a tecnologia não consegue fazer: impedir que a Terra se mova.

É por isso que a prevenção continua a ser a melhor defesa. Um grande sismo pode ser raro, mas não é impossível. E quando a terra finalmente tremer, a diferença entre uma tragédia devastadora e uma situação controlável poderá estar na qualidade dos edifícios, na preparação das autoridades e na forma como cada pessoa reage nos primeiros segundos.

A mensagem mais importante é, por isso, simples: não é possível evitar um sismo, mas é possível reduzir drasticamente as suas consequências.

Publicidade
Publicidade
Etiquetas: risco sísmico em Portugalsismos em Portugalterramoto em Portugalzonas com maior risco sísmico em Portugal
Sara Costa

Sara Costa

Sempre adorou comunicar. Por isso, tornou-se uma profissional bem-sucedida no marketing digital e na produção de conteúdos. Paralelamente, formou-se em Turismo e dedica-se à organização de viagens e tours pelo mundo, escrevendo sobre os lugares mais fascinantes que há para conhecer.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Recipe Rating





Publicidade

Subscrever Blog via email

Indique o seu endereço de email para subscrever este site e receber notificações de novos artigos por email.

Publicidade
NCultura Notícias

© 2024 ncultura
Contacte-nos em [email protected]

Navegar

  • Estatuto Editorial
  • Autores
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade

Siga-nos

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Início
  • Língua Portuguesa
    • Português
    • Poemas e Poesia
  • Histórias
    • História de Portugal
    • Curiosidades
    • Pessoas
    • Opinião
  • Receitas
    • Aperitivos e Petiscos
    • Receitas de Carne
    • Receitas de Peixe
    • Receitas Rápidas
    • Receitas Vegetarianas
    • Sopas
    • Bolos e Sobremesas
    • Truques e Dicas
  • Lifestyle
    • Moda e Beleza
    • Animais de Estimação
    • Limpeza e Arrumação
  • Viagens
    • Destinos e Viagens
    • Monumentos
  • Pensamentos
    • Pensamentos e Frases do Dia
    • Mensagens
  • Zodíaco
    • Horóscopo
    • Signos
  • Notícias

© 2024 ncultura
Contacte-nos em [email protected]