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Os Grandes Portugueses

Encontrar o primeiro entre os grandes portugueses da nossa história, é uma tarefa muito difícil. Mas podemos ver os melhores entre os Grandes Portugueses.

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NUNO ÁLVARES PEREIRA

Nuno Álvares Pereira

O homem que salvou a independência da Pátria

D. Nuno Álvares Pereira nasceu em 1360, em local que não é fácil determinar, embora Cernache de Bonjardim e Flor da Rosa sejam os mais citados. Morreu em Lisboa no Convento do Carmo em 1431. Era filho do Prior da Ordem do Hospital e de Iria Gonçalves do Carvalhal.

É uma das figuras mais famosas da nossa história, apontada sempre como modelo de virtudes cívicas e religiosas, um dos raros nomes que unanimemente é costume identificar com a própria existência nacional. A imagem de Nuno Álvares, familiar a todos os portugueses, assenta em dois depoimentos do século XIV, o de Fernão Lopes e o do anónimo da Crónica do Condestrabe.

É também essa imagem que reaparece modernamente na prosa sedutora de Oliveira Martins.

INFANTE D. HENRIQUE – O Navegador

Infante D. Henrique

O homem que expandiu Portugal

O terceiro filho de João I e Filipa de Lencastre, mais conhecido impropriamente como “Navegador” (ele pessoalmente nunca passou de Tanger), chamava-se Henrique e foi mestre da Ordem de Cristo (1420), que o rei Dinis I tinha fundado (1319). Os fundos da ordem eram usados para atrair geógrafos e navegadores preparados e, simultaneamente, equipar uma série de expedições que gradualmente começaram a colher frutos.

A data da primeira expedição do príncipe não é conhecida exatamente, mas parece ter sido cerca de 1418, quando a ilha de Porto Santo foi visitada. O primeiro contacto com a Madeira data provavelmente de 1419. Fez-se uma tentativa de povoar as Canárias, sem êxito, e entre 1427 e 1431 os marinheiros portugueses visitaram os Açores.

NUNO GONÇALVES

Nuno Gonçalves

O maior mestre português da pintura

Nuno Gonçalves (1450-72), Pintor português reconhecido como um dos grandes mestres do século XV. Depois da descoberta em 1882 do seu único trabalho conhecido, a pintura do altar do convento de São Vicente, e depois de 400 anos de anonimato, Nuno Gonçalves foi finalmente reconhecido como o fundador da escola de pintura Portuguesa e um artista de importância Universal.

Aparentemente Gonçalves foi pintor de D. Afonso V em 1450. Francisco de Holanda nos seus “Dialogues on Ancient Painting “(1548), refere-se a Nuno Gonçalves como uma das” águias” um dos mestres do século XV – mas o seu nome e trabalhos estavam perdidos na história.

A sua obra prima para a catedral de Lisboa foi destruída no terramoto de 1755, e a sua outra obra com o tema de São Vicente, o santo patrono de Lisboa e da casa real de Portugal, desapareceu até 1882, quando foi descoberta no convento de São Vicente. Não foi senão em 1931, quando a sua obra foi exposta em Paris, que Gonçalves recebeu o reconhecimento internacional que merecia.

Políptico de S. Vicente

O Políptico de São Vicente (hoje no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa) consiste em seis painéis, dois largos e quatro mais estreitos, dominado pela figura de São Vicente. No maior deles, o “Painel do Infante”, o santo é venerado por um grupo de nobres, entre os quais Afonso V.

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