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A História da Heroica Pesca do Bacalhau

A historia daqueles destemidos lobos do mar que sulcavam o oceano, nos seus veleiros, para encontrarem essa iguaria tão apreciada por nós ... O BACALHAU!

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Enquanto o navio não estivesse totalmente carregado eles não voltavam a Portugal.

Quando a captura era suficientemente grande, os pescadores ajudavam a tripulação que ficara a bordo a preparar o peixe, antes de jantarem e irem para as camas (beliches).

A etapa final era a de salgar o bacalhau e armazená-lo nos porões.

Banho, não havia. Eles trocavam de roupa uma vez por mês e a roupa interior, uma vez por semana. Ao fim do dia o cozinheiro dava-lhes 1 litro de água doce para se lavarem, já que a água era ultra racionada.

Se houvesse nevoeiro, era estendido um cabo de 2.000 metros, suspenso em boias, para que fosse mais fácil encontrar o navio. Mas mesmo assim não era incomum um pescador perder-se e ser deixado para trás.

Finalmente, o bacalhau era secado ao sol. Já os homens, iam pescar sardinhas nos outros 6 meses do ano.

Depois de todas as andanças que referimos, o bacalhau chega à nossa mesa suculento e delicioso, transformado num dos mais de mil pratos diferentes que podem satisfazer o mais refinado paladar.

E muitos dos belos navios que fizeram a epopeia do bacalhau do séc. XX, rumaram para outros locais onde cumprem missões diferentes como o «ARGUS», hoje «POLINESIA II», que transporta turistas e o «CREOLA», transformado em navio escola da armada Portuguesa.
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