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Início Histórias Curiosidades

Não gaste dinheiro em água engarrafada no supermercado

Sabia que a água engarrafada é 60 vezes mais cara do a água da torneira?

Sara Costa Por Sara Costa
16/08/2026
em Curiosidades, Notícias
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Não gaste dinheiro em água engarrafada no supermercado

Não gaste dinheiro em água engarrafada no supermercado

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Há despesas que parecem pequenas. Um euro aqui. Dois euros ali. Um garrafão de água no supermercado. Mais algumas garrafas para a semana. Quando se olha apenas para uma compra isolada, o valor pode parecer insignificante. O problema surge quando essa despesa se transforma num hábito repetido durante meses e anos.

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E há um produto em particular que merece uma reflexão: a água engarrafada. Não porque a água engarrafada seja necessariamente má ou porque nunca faça sentido comprá-la. Há situações em que pode ser prática ou necessária.

Mas, para quem tem acesso a água da rede pública segura para consumo, comprar regularmente água engarrafada para beber em casa pode representar uma despesa consideravelmente superior à utilização da torneira.

Um estudo divulgado em 2019 pelo Jornal de Notícias calculou que, no Porto, um litro de água da torneira custava cerca de 0,0018 euros, enquanto um litro de água de marca de distribuição custava aproximadamente 0,11 euros. Na comparação apresentada, a água engarrafada era cerca de 60 vezes mais cara por litro.

Mas há outra questão que torna esta comparação ainda mais interessante.

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O consumidor não está apenas a pagar pela água.

Está também a pagar pela embalagem, transporte, armazenamento, distribuição e toda a cadeia comercial associada ao produto.

Água da torneira: uma opção que merece ser reconsiderada

Durante anos, a água engarrafada foi associada por muitos consumidores à ideia de qualidade, pureza e segurança.

Uma garrafa transparente, devidamente fechada e colocada numa prateleira de supermercado transmite uma sensação de confiança. Mas a realidade é mais complexa. Em Portugal continental, a água destinada ao consumo humano é sujeita a controlo e fiscalização.

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A ERSAR — Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos é a autoridade competente nesta matéria e acompanha os resultados apresentados pelas entidades gestoras. Os dados mais recentes disponibilizados pela ERSAR indicam que, em 2024, a percentagem de água segura em Portugal continental foi de 98,86%, valor classificado pela entidade reguladora como de excelência.

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Leia também:
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  • Licor de Merda: o nome mais insólito de Portugal esconde uma bebida surpreendente

 

Isto não significa que a água tenha exatamente as mesmas características em todas as localidades. A qualidade deve ser analisada de acordo com o concelho e o sistema de abastecimento. Mas significa que existe uma rede pública sujeita a regras, controlo, análises e fiscalização.

Quanto custa realmente a água engarrafada?

É aqui que a diferença começa a tornar-se evidente.

Imagine uma família que consuma vários litros de água engarrafada todos os dias.

Uma garrafa pode custar pouco.

Um garrafão pode parecer uma compra económica.

Mas, quando se multiplica o preço por:

  • vários litros por dia;
  • sete dias por semana;
  • quatro semanas por mês;
  • 12 meses por ano;

o resultado deixa de ser pequeno.

É precisamente por isso que o preço por litro é uma métrica muito mais interessante do que o preço da embalagem.

Um garrafão barato pode parecer uma excelente oportunidade.

Mas se a água da torneira custar uma pequena fração desse valor, a diferença acumulada ao longo do ano pode ser significativa.

Um exemplo simples

No estudo anteriormente referido, a diferença no Porto era de aproximadamente 0,0018 euros por litro para a água da torneira contra 0,11 euros para a água engarrafada de marca de distribuição.

Isso significa que 10 litros representariam, nessa comparação histórica:

  • Água da torneira: cerca de 0,018 €
  • Água engarrafada: cerca de 1,10 €

A diferença torna-se ainda mais evidente quando multiplicada por centenas ou milhares de litros ao longo do ano.

É importante, contudo, não transportar estes valores de 2019 diretamente para 2026: tarifas de água, preços dos supermercados e escalões de consumo mudaram.

A comparação continua a ser útil para demonstrar a ordem de grandeza, mas o custo atual deve ser calculado com os preços e tarifas em vigor na localidade.

A água da torneira não custa apenas a água

Outro detalhe frequentemente esquecido é que a fatura da água não corresponde exclusivamente ao preço da água consumida.

Dependendo do município e do tarifário, a fatura pode incluir componentes relacionadas com abastecimento, saneamento e resíduos, entre outras.

Por isso, comparar simplesmente o preço da água engarrafada com uma tarifa isolada de água da torneira pode não refletir exatamente o custo total da utilização doméstica.

Ainda assim, a diferença de preço por litro pode continuar a ser muito expressiva.

E há uma vantagem adicional:

a água da torneira chega diretamente a casa.

Não precisa de ser comprada.

Não precisa de ser transportada do supermercado.

Não precisa de ser armazenada em dezenas de garrafas.

E não precisa de ser novamente transportada até ao frigorífico.

Água mais cara significa água melhor?

Não necessariamente.

Este é um dos maiores equívocos associados à água engarrafada.

O preço de uma garrafa não determina automaticamente a qualidade da água.

Uma água engarrafada pode ter características específicas que agradam ao consumidor, como determinada mineralização ou sabor.

Mas pagar mais não significa automaticamente que seja mais saudável.

Do mesmo modo, a água da torneira pode apresentar diferenças de sabor, dureza ou cheiro dependendo da região e das características do abastecimento.

A ERSAR explica que fatores como minerais naturais, processos de tratamento, manutenção da rede e até a canalização do edifício podem influenciar características como sabor, cheiro, cor e turvação.

E se a água da torneira tiver sabor a cloro?

É uma das queixas mais comuns.

Algumas pessoas sentem um ligeiro cheiro ou sabor a cloro na água.

Isso não significa necessariamente que a água esteja contaminada.

Segundo a ERSAR, o cloro é utilizado no processo de desinfeção para eliminar bactérias e outros microrganismos. A presença de uma quantidade residual de cloro na rede ajuda a garantir a desinfeção da água até à torneira.

Para reduzir o sabor ou cheiro a cloro, a ERSAR recomenda, entre outras possibilidades, deixar a água repousar durante cerca de meia hora ou guardá-la no frigorífico num recipiente adequado.

E quando a água sai branca ou turva?

Nem toda a água esbranquiçada representa um problema.

A ERSAR explica que uma aparência branca ou turva pode resultar da presença de ar dissolvido, formando pequenas bolhas.

Em situações deste género, a água pode recuperar o aspeto normal depois de alguns instantes num copo transparente.

Já uma alteração persistente de cor, cheiro ou sabor merece atenção.

Se a água apresentar uma coloração castanha ou avermelhada, por exemplo, a ERSAR aponta para possíveis causas relacionadas com minerais como ferro e manganês ou com depósitos nas tubagens.

Nestes casos, é aconselhável contactar a entidade gestora do abastecimento.

Precisa realmente de um filtro de água?

Aqui também é importante separar necessidade de preferência.

Muitas pessoas compram filtros porque acreditam que a água da torneira precisa obrigatoriamente de ser filtrada.

Não é essa a orientação geral da ERSAR.

A entidade reguladora afirma que a água da torneira é tratada, mineralizada, equilibrada e própria para consumo humano, não existindo, em condições normais, necessidade de equipamento doméstico de tratamento.

Por isso, um filtro não deve ser apresentado como obrigatório para tornar a água da rede “segura”.

Pode, contudo, ser utilizado por razões específicas.

Por exemplo:

  • reduzir determinadas características de sabor;
  • diminuir o cheiro a cloro;
  • reduzir a dureza em determinados equipamentos, consoante o sistema;
  • melhorar a experiência de consumo;
  • responder a uma necessidade específica identificada através de análise da água.

Antes de comprar um sistema de filtragem, a ERSAR recomenda que o consumidor procure primeiro informação junto do fornecedor de água ou da própria entidade reguladora.

Uma garrafa reutilizável pode mudar o hábito

Há uma solução extremamente simples para quem está habituado a comprar água engarrafada:

uma boa garrafa reutilizável.

Enche-se em casa.

Leva-se para o trabalho.

Vai consigo para o ginásio.

Segue para um passeio.

Pode acompanhar uma viagem.

E volta para casa.

Em vez de comprar repetidamente uma nova embalagem, reutiliza-se a mesma garrafa, respeitando as indicações de utilização e higiene do fabricante.

A poupança pode ser interessante e a quantidade de plástico descartável utilizada pode diminuir.

O problema não é uma garrafa isolada

É importante evitar o discurso absoluto.

Uma garrafa de água pode ser perfeitamente útil.

Imagine alguém que está numa praia, numa caminhada ou numa viagem e não tem acesso imediato a água potável.

Nessas circunstâncias, comprar uma garrafa pode ser uma solução perfeitamente razoável.

O problema surge quando a água engarrafada passa de solução pontual a hábito diário.

É a repetição que transforma uma pequena compra numa despesa anual considerável.

E é a repetição de milhões de consumidores que transforma milhões de embalagens numa questão ambiental relevante.

O impacto ambiental das garrafas de plástico

Uma garrafa não desaparece simplesmente depois de ser colocada no lixo.

A produção de embalagens exige matérias-primas, energia, água e processos industriais.

Depois existe toda a cadeia logística.

A água é engarrafada.

As garrafas são embaladas.

São transportadas.

Armazenadas.

Distribuídas.

Levadas para o supermercado.

Compradas.

Transportadas novamente até casa.

E, finalmente, descartadas ou encaminhadas para reciclagem.

Tudo isto para transportar um produto que, em muitos casos, já está disponível através da rede pública.

É uma cadeia longa.

E quanto mais longa for a cadeia, maior tende a ser a utilização de recursos.

A água engarrafada também precisa de transporte

Este é outro custo invisível.

Uma garrafa de água não aparece magicamente na prateleira do supermercado.

Foi produzida numa fábrica, transportada e distribuída.

Quanto maior a distância entre a origem, o local de engarrafamento, o centro de distribuição, o supermercado e a casa do consumidor, maior é a necessidade de transporte.

A água da torneira tem uma vantagem estrutural:

é distribuída através de uma rede de abastecimento já existente.

Não é necessário transportar individualmente cada litro dentro de uma embalagem descartável.

Menos plástico começa nas pequenas decisões

É fácil pensar que as escolhas individuais não fazem diferença.

Uma garrafa não vai salvar o planeta.

Uma família não vai resolver a crise ambiental.

Uma compra não vai mudar o mundo.

Mas milhões de decisões repetidas têm impacto.

Optar por uma garrafa reutilizável uma vez é pouco.

Fazê-lo todos os dias durante anos já é outra história.

O mesmo acontece com os sacos reutilizáveis, recipientes reutilizáveis, compras a granel ou redução de embalagens descartáveis.

A sustentabilidade raramente depende de um único gesto heroico.

Depende sobretudo de hábitos repetidos.

Água da torneira: como saber se é segura?

Esta é uma questão fundamental.

Não se deve assumir que toda a água disponível em qualquer torneira é automaticamente segura.

A referência é a água da rede pública de abastecimento destinada ao consumo humano, sujeita ao controlo previsto na legislação.

A ERSAR disponibiliza informação por entidade gestora e por concelho, permitindo consultar dados sobre a qualidade da água.

Por isso, antes de tomar uma decisão, pode consultar os dados correspondentes à sua zona.

E a água de um poço ou furo?

Aqui a situação é completamente diferente.

A ERSAR alerta que uma captação particular, como um poço, furo, rio ou lago, não deve ser presumida como adequada para consumo humano apenas porque a água parece limpa ou tem bom sabor.

Pode conter microrganismos ou substâncias prejudiciais à saúde.

Se a origem da água não for a rede pública, a qualidade deve ser avaliada de forma apropriada.

Água engarrafada: quando pode fazer sentido?

Há situações em que comprar água engarrafada pode ser perfeitamente compreensível.

Por exemplo:

  • durante uma viagem;
  • numa emergência;
  • quando não existe acesso a água potável;
  • quando existe uma indicação médica específica;
  • em determinadas situações de mobilidade;
  • quando as características de uma determinada água são procuradas pelo consumidor.

O objetivo não deve ser demonizar a água engarrafada.

A questão é outra:

faz sentido pagar repetidamente pela embalagem e distribuição de água quando existe água potável segura disponível diretamente em casa?

Para muitas famílias, a resposta pode ser não.

Faça as contas em casa

Há uma maneira muito simples de perceber o impacto.

Durante um mês, anote:

Quanto gasta em água engarrafada?

Depois multiplique por 12.

O resultado anual pode surpreender.

Imagine uma família que gaste 15 euros por mês em garrafas e garrafões.

São:

180 euros por ano.

Em cinco anos:

900 euros.

E isto sem considerar aumentos de preços.

Agora imagine uma família que gaste 25 euros por mês.

São:

300 euros por ano.

Em cinco anos:

1.500 euros.

O valor parece completamente diferente quando deixa de ser visto como uma compra semanal e passa a ser analisado como uma despesa anual.

E se investir numa garrafa reutilizável?

Suponha que uma família substitui parte das compras de água engarrafada por água da torneira e compra algumas garrafas reutilizáveis de boa qualidade.

O investimento inicial pode ser superior ao de uma simples garrafa descartável.

Mas é uma compra única.

Depois disso, a garrafa pode ser utilizada repetidamente, de acordo com as recomendações do fabricante.

O princípio é simples:

pagar uma vez por um objeto reutilizável em vez de pagar repetidamente por uma embalagem descartável.

E se a água não agradar ao paladar?

Não é necessário desistir imediatamente da água da torneira.

Existem várias possibilidades.

Pode começar por refrigerar a água.

Pode deixá-la repousar num recipiente adequado para reduzir a perceção de cloro.

Pode experimentar uma garrafa reutilizável diferente.

Pode verificar a dureza da água da região.

E, se existir uma razão concreta para isso, pode avaliar a utilização de um sistema de filtragem.

Mas o filtro deve ser escolhido com critério.

Nem todos os filtros fazem a mesma coisa.

Alguns destinam-se sobretudo a melhorar o sabor.

Outros reduzem determinados minerais.

Outros têm objetivos específicos.

E todos exigem manutenção adequada.

Um filtro mal mantido pode ser contraproducente

Este é um detalhe que muitas vezes fica esquecido.

Comprar um filtro não significa automaticamente ter água de melhor qualidade.

Um sistema de tratamento doméstico deve ser corretamente instalado e mantido.

Os consumíveis devem ser substituídos nos intervalos recomendados.

O equipamento deve ser higienizado de acordo com as instruções.

Caso contrário, o sistema pode deixar de cumprir a função pretendida.

Por isso, antes de comprar, vale a pena perguntar:

Que problema concreto pretendo resolver?

Se a resposta for apenas “porque disseram que a água da torneira não é segura”, a primeira coisa a fazer é consultar os dados da qualidade da água da sua zona.

A água da torneira é uma escolha económica e ambiental?

Quando existe acesso a água da rede pública segura, a resposta pode ser claramente favorável.

É uma opção que:

  • reduz a necessidade de comprar embalagens;
  • pode diminuir significativamente a despesa familiar;
  • reduz a quantidade de plástico descartável;
  • evita parte do transporte associado à água engarrafada;
  • simplifica o armazenamento em casa.

E há uma vantagem que não aparece numa etiqueta de supermercado:

está disponível diretamente na torneira.

Perguntas frequentes

A água da torneira é segura em Portugal?

A água da rede pública destinada ao consumo humano é sujeita a controlo e fiscalização. Em 2024, a ERSAR registou 98,86% de água segura em Portugal continental, valor considerado de excelência.

A água engarrafada é 60 vezes mais cara?

Um estudo divulgado em 2019 indicou que, no Porto, um litro de água engarrafada de marca de distribuição custava cerca de 60 vezes mais do que um litro de água da torneira na comparação realizada. Os valores são históricos e não devem ser apresentados como preços atuais.

A água engarrafada é mais saudável?

Não necessariamente. O facto de uma água ser engarrafada e ter um preço superior não significa automaticamente que seja mais saudável do que água da rede pública que cumpra os requisitos legais.

É necessário filtrar a água da torneira?

Não necessariamente. A ERSAR indica que a água da torneira é própria para consumo humano e que, em condições normais, não existe necessidade de equipamento doméstico de tratamento.

Vale a pena comprar um filtro?

Pode fazer sentido por razões específicas, como determinadas características de sabor ou dureza, mas a necessidade deve ser avaliada antes da compra. A ERSAR recomenda consultar a entidade gestora ou a própria ERSAR quando existam dúvidas sobre a qualidade da água.

A água de um poço pode ser bebida?

Não deve ser considerada segura apenas porque parece limpa. A água de captações particulares pode conter microrganismos ou substâncias prejudiciais e deve ser devidamente avaliada antes de ser utilizada para consumo humano.

Como reduzir o consumo de água engarrafada?

Uma das formas mais simples é utilizar uma garrafa reutilizável e enchê-la com água da rede pública quando esta for segura para consumo.

A verdadeira poupança pode estar mesmo na torneira

Há compras que proporcionam prazer.

Há outras que são simplesmente hábitos.

A água engarrafada pode ser uma solução prática em determinadas circunstâncias, mas para quem tem água pública segura em casa, comprá-la sistematicamente pode representar uma despesa difícil de justificar quando se olha para o custo acumulado.

E não se trata apenas de dinheiro.

Cada garrafa envolve plástico, energia, transporte, armazenamento e resíduos.

A água da torneira, quando segura para consumo, permite cortar grande parte dessa cadeia.

Os dados da ERSAR mostram que a qualidade da água de abastecimento público em Portugal continental é elevada, embora existam diferenças entre sistemas e concelhos que podem ser consultadas pelo consumidor.

Por isso, antes de colocar mais um garrafão no carrinho do supermercado, vale a pena fazer uma pergunta muito simples:

é mesmo necessário pagar por aquilo que já chega a casa através da torneira?

Em muitos casos, a resposta pode representar uma poupança interessante.

E uma escolha mais consciente.

Menos garrafas. Menos desperdício. Menos despesas.

E, sobretudo, uma utilização mais responsável de um recurso essencial à vida.

Nota editorial: os valores de 60 vezes mais barato e 0,0018 €/litro versus 0,11 €/litro correspondem a uma comparação publicada em 2019 para o Porto e são apresentados apenas como referência histórica. Os preços atuais de água, supermercado e tarifários municipais podem ser diferentes. A qualidade da água deve ser confirmada junto da entidade gestora da respetiva zona.

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Etiquetas: água da torneiraágua da torneira Portugalágua engarrafadaágua engarrafada mais carapreço água engarrafada
Sara Costa

Sara Costa

Sempre adorou comunicar. Por isso, tornou-se uma profissional bem-sucedida no marketing digital e na produção de conteúdos. Paralelamente, formou-se em Turismo e dedica-se à organização de viagens e tours pelo mundo, escrevendo sobre os lugares mais fascinantes que há para conhecer.

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