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Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Saiba se tem origem judaica. Os principais sobrenomes judaicos (Sefarditas) da Península Ibérica e os principais exemplos do Dicionário Sefarad.

Sefarditas
Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Saiba se tem origem judaica. Os principais sobrenomes judaicos (Sefarditas) da Península Ibérica e os principais exemplos do Dicionário Sefarad.

Sefarditas (do hebraico Sefardim, no singular Sefardi) são todos os Judeus provenientes da Península Ibérica (Sefarad). Tais Povos por muitos séculos foram perseguidos durante o período da Inquisição Católica.

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Judeus Sefarditas – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

E por este motivo, fugiram para países como Holanda e Reino Unido; além dos países do Norte da África e da América como: Brasil, Argentina, México e EUA; e desse modo, tiveram que seguir suas tradições secretamente ou até mesmo abrir mãos das Tradições do Judaísmo, tudo em busca da sobrevivência. Sendo que alguns ainda tiveram que se converter forçadamente ao Cristianismo Católico.

Contexto Histórico

Ao longo da História o Judaísmo sofreu inúmeras perseguições por parte de seus opositores, dos tais destacam-se os Romanos, Católicos e Nazistas. Nestas condições, muitos Judeus perderam suas identidades culturais, e assim, várias gerações surgiram sem o contato explicito com as Tradições do Judaísmo.

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Imperador romano Adriano – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

De facto, tudo isso se iniciou com a segunda Diáspora, onde o General Tito, filho do Imperador Vespasiano, sufocou a primeira rebelião no ano de 70 d.C. (tendo ela sido iniciada em 66 d.C.), o que culminou na destruição do Templo e na morte de quase 1 milhão de Judeus.

Sendo que a Diáspora só se concretizou após a segunda revolta dos Judeus, iniciada em 132 d.C. e dissolvida pelo Imperador romano Adriano em 135 d.C. E assim, proibidos de entrarem em Jerusalém e sendo eles expulsos da Palestina (região da Judeia), os Judeus se espalharam pelo Mundo.

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Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Aos poucos a Europa foi sendo habitada por Judeus refugiados da ira romana, principalmente na região da Península Ibérica. Tempos depois, os Judeus novamente passaram a ser vítimas de perseguições, desta vez, promovidas pela Igreja Católica Apostólica Romana; que instaurou a fogueira da Inquisição.

Assim, um dos crimes alegados pela Igreja, era o “crime de Judaísmo”. Em que o indivíduo era proibido de exercer sua judaicidade.

Neste caso, a partir da feroz Inquisição espanhola de 1478 até 1834, em que Judeus e inúmeros outros indivíduos, foram julgados por possíveis atos contra os preceitos da Igreja. Sendo que os Judeus foram expulsos da Espanha no ano de 1492.

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Judeus Marranos portugueses – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Perseguidos e desamparados, os Judeus espanhóis tiveram que se refugiar em Portugal. Estando lá, foram feitos escravos, embora conquistassem a liberdade em 1495, beneficiados com a Lei promulgada por D. Manoel ao subir ao trono. Mas em 1496, assinou um acordo que expulsaria todos os Judeus Sefarditas (ou Marranos) que não se sujeitassem ao batismo Católico. Sendo que no ano seguinte, as crianças Judias de até 14 anos foram obrigadas a batizarem-se e em seguida adotadas por famílias Católicas.

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Massacre de Lisboa de 1506 – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Com a descoberta das terras brasileiras em 1500, pela a esquadra de Cabral, a sorte de muitos Judeus mudaria. Pois em 1503, o Judeu Fernando de Noronha com uma considerável lista de Judeus, apresenta o projeto de Colonização a D. Manoel. Porém, o Povo Judeu ainda passaria por mais um triste episódio, quando em 1506, milhares de Judeus foram mortos e queimados pelo Progon da capital portuguesa.

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Homenagem aos Judeus – Massacre de Lisboa de 1506 – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Além de tais Judeus (Cristãos Novos) terem presenciado o contraditório D. Manoel estabelecer a lei que dava os liberdade e os mesmos direitos dos Católicos, em 01 de março de 1507. O mesmo D. Manoel que em 1515 solicita ao papa um sistema de Inquisição semelhante para queimar as famílias Sefarditas (ou Marranos) no espanhol.

E desse modo, a solução para estes Judeus Marranos, foram a de aderirem ao movimento de Colonização do Brasil, quando em 1516, D. Manoel distribui ferramentas gratuitamente a quem quisesse tentar a vida na Colônia.

Em 1524, D. João III confirma a Lei de D. Manoel (de 1507), que consolida a lei de direitos iguais aos convertidos à força. No ano de 1531, Martin Afonso de Souza (aluno do Judeu Pedro Nunes), recebe de D. João III a autorização de colonizar o Brasil sistematicamente. Em que 1533, o mesmo funda o primeiro engenho no Brasil.

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A primeira sinagoga no Brasil, a Zur Israel – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Durante um bom tempo, os Judeus passaram por inúmeras reviravoltas quanto a benefícios, confiscos e até mesmo mortes. Porém, os mesmos gozaram de plena liberdade religiosa durante o domínio holandês de 1637 a 1644 (na gestão de Maurício de Nassau), quando fundaram a primeira sinagoga no Brasil, a Zur Israel. Mas, com a retomada portuguesa em 1654, os Judeus foram de fato expulsos e alguns migraram para outros países.

No período de 1770 a 1824, os Judeus passam por mais uma fase de aceitação; sendo que em 25 de maio de 1773, é estabelecida a abolição dos termos Cristãos Novos (Judeus) e Cristãos Velhos (Católicos), passando todos a terem os mesmos benefícios e sem distinções.

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Rua dos Judeus, em Recife, e o seu mercado de escravos – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

A partir de 1824, o movimento tais Judeus (Sefarditas ou Marranos), passa por um período de “assimilação profunda”, isto é, inicia-se uma fase de parcial esquecimento de suas Tradições, devido a séculos de repressão e pelo contato direto e extensivo com uma cultura etnocêntrica, que mesmo os aceitando perante as leis, tratavam-nos com desprezo e repressão.

A solução mesmo, partiu do pressuposto do esquecimento e sectarismo, o que permitiu com que várias gerações crescessem sem ter uma real noção de suas legitimas raízes.

Desse modo, estima-se que no Brasil, vivam cerca de um décimo (1/10) ou até mesmo 35 milhões de Judeus Sefarditas, entre eles os Judeus Asquenazitas (provenientes da Europa Central e Oriental).

Assim, segue-se abaixo uma lista com os principais sobrenomes Sefarditas habitantes da Península Ibérica, e no decorrer do continente Americano, a exemplo do Brasil:

Sobrenomes Judaico-Sefarditas oriundos das regiões portuguesas de Alentejo, Beira-Baixa e Trás-os-Montes:

Amorim; Azevedo; Álvares; Avelar; Almeida; Barros; Basto; Belmonte; Bravo; Cáceres; Caetano; Campos; Carneiro; Carvalho; Crespo; Cruz; Dias; Duarte; Elias; Estrela; Ferreira; Franco; Gaiola; Gonçalves; Guerreiro; Henriques; Josué; Leão; Lemos; Lobo; Lombroso; Lopes; Lousada; Macias; Machado; Martins; Mascarenhas; Mattos; Meira; Mello e Canto; Mendes da Costa; Miranda; Montesino; Morão; Moreno; Morões; Mota; Moucada; Negro; Nunes; Oliveira; Ozório; Paiva; Pardo; Pilão; Pina; Pinto; Pessoa; Preto; Pizzarro; Ribeiro; Robles; Rodrigues; Rosa; Salvador; Souza; Torres; Vaz; Viana e Vargas.

Sobrenomes de famílias Judaico-Sefarditas na Diáspora para Holanda, Reino Unido e Américas:

Abrantes; Aguilar; Andrade; Brandão; Brito; Bueno; Cardoso; Carvalho; Castro; Costa; Coutinho; Dourado; Fonseca; Furtado; Gomes; Gouveia; Granjo; Henriques; Lara; Marques; Melo e Prado; Mesquita; Mendes; Neto; Nunes; Pereira; Pinheiro; Rodrigues; Rosa; Sarmento; Silva; Soares; Teixeira e Teles.

Sobrenomes judaico-Sefarditas na América Latina:

Almeida; Avelar; Bravo; Carvajal; Crespo; Duarte; Ferreira; Franco; Gato; Gonçalves; Guerreiro; Léon; Leão; Lopes; Leiria; Lobo; Lousada; Machorro; Martins; Montesino; Moreno; Mota; Macias; Miranda; Oliveira; Osório; Pardo; Pina; Pinto; Pimentel; Pizzarro; Querido; Rei; Ribeiro; Robles; Salvador; Solva; Torres e Viana.

Principais exemplos de Sobrenomes extraídos do Dicionário Sefarad:

A

Abreu; Abrunhosa; Affonseca; Affonso; Aguiar; Ayres; Alam; Alberto; Albuquerque; Alfaro; Almeida; Alonso; Alvade; Alvarado; Alvarenga; Álvares/Alvarez; Alvelos; Alveres; Alves; Alvim; Alvorada; Alvres; Amado; Amaral; Andrada; Andrade; Anta; Antonio; Antunes; Araújo; Arrabaca; Arroyo; Arroja; Aspalhão; Assumção; Athayde; Ávila; Avis; Azeda; Azeitado; Azeredo; Azevedo;

B

Bacelar; Balão; Balboa; Balieyro; Baltiero; Bandes; Baptista; Barata; Barbalha; Barboza/Barbosa; Bareda; Barrajas; Barreira; Baretta; Baretto; Barros; Bastos; Bautista; Beirão; Belinque; Belmonte; Bello; Bentes; Bernal; Bernardes; Bezzera; Bicudo; Bispo; Bivar; Boccoro; Boned; Bonsucesso; Borges; Borralho; Botelho; Bragança; Brandão; Bravo; Brites; Brito; Brum; Bueno; Bulhão;

C

Cabaço; Cabral; Cabreira; Cáceres; Caetano; Calassa; Caldas; Caldeira; Caldeyrão; Callado; Camacho; Câmara; Camejo; Caminha; Campo; Campos; Candeas; Capote; Cárceres; Cardozo/Cardoso; Carlos; Carneiro; Carranca; Carnide; Carreira; Carrilho; Carrollo; Carvalho; Casado; Casqueiro; Casseres; Castenheda; Castanho; Castelo; Castelo Branco; Castelhano; Castilho; Castro; Cazado; Cazales; Ceya; Céspedes; Chacla; Chacon; Chaves; Chito; Cid; Cobilhos; Coche; Coelho; Collaco; Contreiras; Cordeiro; Corgenaga; Coronel; Correa; Cortez; Corujo; Costa; Coutinho; Couto; Covilha; Crasto; Cruz; Cunha;

D

Damas; Daniel; Datto; Delgado; Devet; Diamante; Dias; Diniz; Dionísio; Dique; Doria; Dorta; Dourado; Drago; Duarte; Duraes;

E

Eliate; Escobar; Espadilha; Espinhosa; Espinoza; Esteves; Évora;

F

Faísca; Falcão; Faria; Farinha; Faro; Farto; Fatexa; Febos; Feijão; Feijó; Fernandes; Ferrão; Ferraz; Ferreira; Ferro; Fialho; Fidalgo; Figueira; Figueiredo; Figueiro; Figueiroa; Flores; Fogaca; Fonseca; Fontes; Forro; Fraga; Fragozo; Franca; Francês; Francisco; Franco; Freire; Freitas; Froes/Frois; Furtado;

G

Gabriel; Gago; Galante; Galego; Galeno; Gallo; Galvão; Gama; Gamboa; Gancoso; Ganso; Garcia; Gasto; Gavilao; Gil; Godinho; Godins; Góes; Gomes; Gonçalves; Gouvêa; Gracia; Gradis; Gramacho; Guadalupe; Guedes; Gueybara; Gueiros; Guerra; Guerreiro; Gusmão; Guterres;

H

Henriques; Homem;

I

Idanha; Iscol; Isidro;

J

Jordão; Jorge; Jubim; Julião;

L

Lafaia; Lago; Laguna; Lamy; Lara; Lassa; Leal; Leão; Ledesma; Leitão; Leite; Lemos; Lima; Liz; Lobo; Lopes; Loução; Loureiro; Lourenço; Louzada; Lucena; Luiz; Luna; Luzarte;

M

Macedo; Machado; Machuca; Madeira; Madureira; Magalhães; Maia; Maioral; Maj; Maldonado; Malheiro; Manem; Manganês; Manhanas; Manoel; Manzona; Marca; Marques; Martins; Mascarenhas; Mattos; Matoso; Medalha; Medeiros; Medina; Melão; Mello; Mendanha; Mendes; Mendonça; Menezes; Mesquita; Mezas; Milão; Miles; Miranda; Moeda; Mogadouro; Mogo; Molina; Monforte; Monguinho; Moniz; Monsanto; Montearroyo; Monteiro; Montes; Montezinhos; Moraes; Morales; Morão; Morato; Moreas; Moreira; Moreno; Motta; Moura; Mouzinho; Munhoz;

N

Nabo; Nagera; Navarro; Negrão; Neves; Nicolao; Nobre; Nogueira; Noronha; Novaes; Nunes;

O

Oliva; Olivares; Oliveira; Oróbio;

P

Pacham/Pachão/Paixão; Pacheco; Paes; Paiva; Palancho; Palhano; Pantoja; Pardo; Paredes; Parra; Páscoa; Passos; Paz; Pedrozo; Pegado; Peinado; Penalvo; Penha; Penso; Penteado; Peralta; Perdigão; Pereira; Peres; Pessoa; Pestana; Picanço; Pilar; Pimentel; Pina; Pineda; Pinhão; Pinheiro; Pinto; Pires; Pisco; Pissarro; Piteyra; Pizarro; Pombeiro; Ponte; Porto; Pouzado; Prado; Preto; Proença;

Q

Quadros; Quaresma; Queiroz; Quental;

R

Rabelo; Rabocha; Raphael; Ramalho; Ramires; Ramos; Rangel; Raposo; Rasquete; Rebello; Rego; Reis; Rezende; Ribeiro; Rios; Robles; Rocha; Rodriguez; Roldão; Romão; Romeiro; Rosário; Rosa; Rosas; Rozado; Ruivo; Ruiz;

S

Sá; Salvador; Samora; Sampaio; Samuda; Sanches; Sandoval; Santarém; Santiago; Santos; Saraiva; Sarilho; Saro; Sarzedas; Seixas; Sena; Semedo; Sequeira; Seralvo; Serpa; Serqueira; Serra; Serrano; Serrão; Serveira; Silva; Silveira; Simão; Simões; Soares; Siqueira; Sodenha; Sodré; Soeyro; Sueyro; Soeiro; Sola; Solis; Sondo; Soutto; Souza;

T

Tagarro; Tareu; Tavares; Taveira; Teixeira; Telles; Thomas; Toloza; Torres; Torrones; Tota; Tourinho; Tovar; Trigillos; Trigueiros; Tridade;

U

Uchoa;

V

Valladolid; Vale; Valle; Valença; Valente; Vareda; Vargas; Vasconcellos; Vasques; Vaz; Veiga; Veyga; Velasco; Vélez; Vellez; Velho; Veloso; Vergueiro; Viana; Vicente; Viegas; Vieyra; Viera; Vigo; Vilhalva; Vilhegas; Vilhena; Villa; Vuelos a Bogota Offer! U Vie Ba ck To Top Villalao; Villa-Lobos; Villanova; Villar; Villa Real; Villella; Vilela; Vizeu;

X

Xavier; Ximinez;

Z

Zuriaga.

Desse modo, vemos claramente que os Judeus fazem parte de uma enorme frente de formação da Península Ibérica, Norte da África e América. O que nos coloca em contacto direto com um contexto cripto-judaico.

Como confirmar a descendência judaica?

Evidentemente que, nem sempre aqui no Brasil, ter o sobrenome judaico lhe dá a condição de Judeu descendente. Pois, havemos de concordar, que o país passou por inúmeros casos concernentes a erros de sobrenomes, no que diz respeito a grandes falhas nos cartórios responsáveis pelo registo de nomes e sobrenomes.

Assim, a melhor opção para quem se identifica com um sobrenome Judeu, é observar os seguintes fatores:

  • Os casamentos entre familiares (pois era uma forma de manter os bens entre as famílias judias e os pontos de vista em comum);
  • Tradições de cunho ligado à cultura hebraica em relação ao Cristianismo (considerando que o Cristianismo para esses era seguido por aparências, pois ambos foram convertidos forçadamente à religião Cristã Católica);
  • E por último, o levantamento histórico-genealógico (para confirmar se houve ou não alterações nos sobrenomes ao longo das gerações).

Conclusão

Portanto, fica evidente a existência de uma grandiosa cripto-Comunidade Judaica na Península Ibérica (Portugal e Espanha), assim como nos países do continente americano (a exemplo do Brasil) e africano.

E com isso, percebemos o quanto à segregação e o etnocentrismo promovem a destruição de princípios, gerando um “câncer” na liberdade individual e conjunta, como também, na tradição religiosa.

O que aglutina ainda mais o sentimento de ódio entre as Religiões e os Povos, que se distanciam ainda mais de possíveis e saudáveis diálogos baseados no bom senso.

Autor: Jorge Magalhães
Fonte: Coisas Judaicas
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39 COMENTÁRIOS

  1. Esta lista é uma estupidez. Com algumas excepções (raras), não existem propriamente sobrenomes judaicos na cultura portuguesa. Obviamente, certos sobrenomes poderiam ser mais comuns entre as famílias judaicas, mas em geral existiam também entre famílias não-judaicas.
    Por exemplo, alguns nomes são topónimos, qualquer pessoa com origem nessas regiões poderia ter tal nome de família. E sobrenomes como Rodrigues, Gonçalves, Soares, Mendes, Martins são tudo patronímicos que passaram a sobrenome; qualquer pessoa, independentemente da religião, que há séculos tenha tido um antepassado com o nome Rodrigo, Gonçalo, Soeiro, Mendo (Hermenegildo), Martinho poderia ter este sobrenome, caso o patronímico se “fixasse” como nome da família.
    Mesmo “Espírito Santo”, considerado em Portugal um exemplo claro de origem judaica, pode ter origem judaica (tradução do termo “ruah”, o espírito de Deus ou vento divino referido na Bíblia) ou não (foi um nome comummente atribuído a órfãos acolhidos por certas congregações religiosas, em especial os expostos, que não tinham parentes conhecidos). Já agora, Rua e Ruas são dois exemplos de sobrenomes que resultam do aportuguesamento fonético da palavra “ruah”, mas nem mesmo em tal caso se pode garantir que todos os Rua/Ruas herdaram esse nome de antepassados judeus.

  2. Sou Oliveira e Pinheiro.Não aceito essa origem que a propaganda sionista quer me impingir .Lamento a queimas de judeus tanto como a de Joana Darc.Lamento a queima de judeus na Inquisição ibérica assim como as vítimas do nazi-fascismo , judeus, ciganos, deficientes, comunistas e trabalhadores oposicionistas assumidos e em luta contra o fascismo pela democracia.. Sou apenas luso.Detesto a tradição, a religião, o racismo sionista.Sou LUSO, LUSO e LUSO! E BRASILEIRO,BRASILEIRO,BRASILEIRO!Mas não apenas.Sou cidadão do mundo. Sou humano.Não roubo, não invado terras ou derrubo propriedades de ninguém.Não gosto e até desprezo o ouro.Deploro e odeio com todas as minhas forças o nazi-sionismo que se estabeleceu na Palestina.Guardo no meu coração e mente Spinoza.Guardo Marx, Chomski e tantos homens universais que repudiaram sinagogas e exclusivismos na terra dos outros.Sou LUSO!.Sou Brasileiro!Os meus pais foram cidadãos lusos.

    • Você pode não aceitar e eu compreendo isso porque tanto os cristãos devotos como os cristãos-novos tinham os mesmos sobrenomes porque foram forçados a serem católicos e foram obrigados a terem sobrenomes cristãos. Hoje só sabe se é judeu ou não se na genealogia da família chegar a 1700 e ver se haviam parentes cristãos-novos. A busca é no site da Torre do Tombo de Lisboa e ali estão 40 mil processos a maioria de cristãos-novos perseguidos e mortos. Um Oliveira pode ser cristão desde o início de Portugal mas como eu disse ao serem batizados à força os judeus tiveram que adotar sobrenomes cristãos e aí tem Oliveira também até hoje. Na Holanda para onde fugiam ainda há alguns de origem portuguesa como os Oliveira, Pereira que frequentam a Grande Sinagoga eles tinham nomes bem conhecidos como da Costa, Motta, Oliveira, enfim todos nomes de cristãos-velhos adotados pelos judeus.Sinagoga construída no século XVII para os judeus em maioria portugueses e espanhóis.

    • O que se fala na Europa e en outros paizes, en acusando Israël de violaçąo do povo Palestino, é tudo feito para odiar Israël,eu fui en Israël e en Palestine e tudo o que vi năo tem nada à ver O que os occidentale diz, elles vivem e trabalhăo juntos en Paz , o nosso chaufer é arabe ,palestiniano, chamasse Isaac, o Odio mata destroi, en Jérusalem todos vivem juntos, eu vivi os melhores momentos de minha vida, văo la en vez de tanto Odio

      • Como surgiu a mentira no brasil:
        -as vadias e os vadios, isto é, os sem vergonha que restaram na europa depois da segunda guerra mundial enganavam os americanos, descobriram que ao fazer uma tatuagem e mentir que seguiam a religião judaica, os americanos davam a eles um bocado do dinheiro que pegaram dos alemães e esses vagabundos essas putas vinham de férias eternas para o rio de janeiro, onde se misturavam a população, esta predominantemente sefardita/marranos(98% dos portugueses que foram jogados no brasil a partir de 1500 até 1800 e tanto eram cristãos novos, isto é: judeus portugueses que para não serem decapitados em portugal receberam a misericordia de mentindo serem cristãos e mudando de nome, ficavam vivos ) , pronto, os judeus mentem que não são, e os que não são mentem que são judeus, parece até comico, mas é triste, isso é que povoou brasil, essa é a base do povo brasileiro, e não bastando isso, a maior população de libaneses (que são os maiores mentirosos que existem) do mundo não é no líbano, é no brasil que recebeu todo esse lixo. Esse é o país da mentira, e rj é a capital.

  3. quando desrespeito ao povo “Judeu”, ninguém é obrigado a ser!, sou neto de avó materno Bennarós, os primeiros Judeus a chegarem na América em 1823, pela Amazônia em Belém do Pará!…

  4. Sou descendente de Judeus Sefardí, meu Pai da Espanha e minha mãe de Portugal, não puderam continuar a manter os ritos judaicos, tiveram que converter ao Catolicismo, como exigência para permanecer no Brasil.

  5. Será que passar pra frente o sobrenome da mulher tem alguma ligação com costume de cristãos novos? O sobrenome que tenho vem de uma antepassada, mas se eu traçar meu antepassados homens, o sobrenome muda e em algum ponto todos surgem de mulheres e não de homens, alguns mudam de grafia, talvez por linguagem ou erro.
    Meus antepassados por quase todas as linhas genealógicas têm sobrenomes que estão listados acima, alguns até combinados entre eles.

    • Se invertem o sobrenome do pai e da mãe é uma dica de que eram espanhóis antes. Em todos os países de língua espanhola o sobrenome da mãe é o segundo ao contrario de nosso sistema português/brasileiro. Apesar disso ainda há uma chance de ser de origem judaica se for feita uma pesquisa genealógica bem feita. Lembre que a primeira Inquisição foi na Espanha e muitos judeus espanhóis passaram para Portugal onde mais adiante enfrentaram a Inquisição portuguesa. Um grupo deles vieram para o Brasil e se fixaram em São Paulo principalmente. Como a família Bueno que como judeus eram Boino. E assim vai.

  6. Eu vejo o antissemitismo ainda muito forte no Brasil. Que pena!!! Isso é fruto da Igreja Romana, do Cristianismo. Sou descendente de sefaraditas e me orgulho disso! Infelizmente muita gente é descendente e não sabe. Amo Israel, amo o meu povo! Shalom!

    • Olá Alacidy O mais flagrante desses sobrenomes é Homem que viviam ao norte de Portugal e também nos Açores. Vários foram presos e um deles pelo menos foi queimado na Fogueira. Cardoso também era comum no cristãos-novos. As pessoas que não entendem o que ocorreu com os judeus ficam dizendo que não podem ser judeus. Mas a confusão é que ao serem batizados à força em Portugal os nomes e sobrenomes foram trocados e tomaram nomes e sobrenomes cristãos.Então tem os cristãos-velhos aquele que se sempre foram católicos e os cristãos-novos que são os judeus forçados ao batismo que na língua Hebraica é anussim. Poucos conseguiram manter o sobrenome que usavam como judeus.

  7. Descobri acidentalmente que meus avós guardavam certas tradições de uma ordem católica chamada cristãos novos. Segundo minha mãe, minha avó, na fazenda em Simonésia MG, citava até que fazendeiros vizinhos faziam parte da mesma ordem, e que meu avô, que permaneceu católico, era o mais cristão novo porque mantinha tradições. Família De sobrenomes Coelho, Carvalho, Toledo, Oliveira, Rocha…

  8. Do lado paterno, meus avós, católicos, ensinavam os filhos a não rezar para imagens, mas que fingissem fazê-lo; na ilha só havia catolicos e judeus marroquinos. Meus avós não eram judeus. Quando meu pai foi descoberto, na escola, fingindo rezar, passou a sofrer bullying, sendo chamado de protestante, porque o professor dissera que os protestantes não aceitavam rezar com imagens. Família Oliveira, Melo, Lima, Pires, Flor, Gomez, Costa… Meu DNA apontou dentre outros, judeus sefardita. Sou de origem, cristão novo – sou judeu sefardita.

  9. “Pimentel” e considerado um sobrenome nobre e distinguido de origem Judeu – Portugues. No “Torre-do-Tombo” em Lisboa existem arquivos de milhares e milhares de sobrenomes de cristãos-novos que eram suspeitos de recaída para ao Judaísmo. Eles foram julgados pelos tribunais de inquisição da Santa Igreja Católica de Portugal, nas cidades principais como Coimbra, Porto, e Lisboa. Pimentel é um dos muitos sobrenomes que pertenceram a milhares de Judeus-Portugueses. Outros sobrenomes de cristãos-novos que aparecem com muita frequência sao: Albuquerque, Almeida, Azevedo, Carneiro, Cordeiro, Castro, Coelho, Costa, Couto, Cunha, Dias, Ferreira, Fernandes, Machado, Furtado, Fonseca, Gama, Garcia, Gomes, Gouveia, Oliveira, Pinheiro, Henriques, Lima, Maciel, Mendes, Menezes, Miranda, Morais,Nogueira, Noronha, Nunes, Pacheco, Pereira, Pimentel, Pinto, Pires, Queiróz, Ribeiro, Sampaio, Sequeira, Silva, Simoes, Soares, Sotomaior, Azevedo, Bethancourt, Cabral, Carvalho, Lobato, Mascarenhas, Meira, Melo, Mendonça, Morreira, Sousa, Tavares, Teixeira, Vasconcelos, Velho, Vieira.

    • Cardoso/Cardozo e ABSOLUTAMENTE um nobre e distinguido sobrenome portugues-judeu sefardita. Me desculpe por nao ter incluido este sobrenome na lista acima. Cardoso/Cardozo e sem duvida considerado um dos sobrenomes mais conhecidos no mundo Sefardita!

  10. Bisavô materno Manoel Pereira Tangerino +1886 – Avô materno José Pereira Tangerino*1894+1986. Meu avô dizia “Deus ti cri” quando alguém dava um espirro? Quando bebia uma bebida alcoolica “primeiro gole era para o santo? – Quando alguém era sepultado “jogava três punhados de terra no caixão”? – Seria uma tradição judaico-portuguesa?

    • Amigo alguns Sefarditas tinham estes costumes os quais às vezes não pertenciam ao dogma do Judaísmo. Tangerinos é suspeito porque alguns judeus fugiram para os países árabes no norte africano. A cidade de Tanger se não estou enganado fica em Marrocos. Os judeus marroquinos foram os primeiros a chegar no Brasil em 1821. O político Alcolumbre, presidente do Senado pertence a grande imigração dos judeus marroquinos para a Amazônia. Acredito que a maioria deles tem origem espanhola e portuguesa.

  11. Minha familia tem varíos traços seradistas, somos de Minas Gerais, familia Araujo de Sao Joao de Neponuceno. Araujo esta na sua lista?

    • Amiga tanto os católicos quanto os cristãos novos tinham os mesmos sobrenomes com algumas exceções. Haviam no Brasil Colonia alguns cristãos-novos com esse sobrenome Araujo sim. Para desvendar isso só uma genealogia bem feita até algum cristão-novo relatado em livros de muitos historiadores brasileiros como o livro da Profª Anita Novinsky de São Paulo, sob o título Inquisição ROL DOS CULPADOS, Editora Expressão e Cultura do Rio de Janeiro. Hoje existem um número muito grande de livros sobre o assunto cristãos-novos que nos a ideia de como eram eles e no que trabalhavam. No Nordeste muitos tinham Engenhos de Açúcar mas haviam outros em várias profissões como professor, médicos, trabalhadores no porto, alfaiates, sapateiros diferente dos que ainda existem eles fabricavam calçados. Houvem muitos que eram advogados principalmente no Rio de Janeiro e em Minas vieram até judeus espanhóis e de outros países para trabalhar nas Minas de ouro e também comerciantes que forneciam os trabalhadores etc.. etc…

  12. O sobrenome “Sena” tem, de fato, ligações judaico-sefaraditas? Já encontrei arquivos no site da “Torre do Tombo” de criptojudeus com esse sobrenome, mas não achei tão conclusivo.

  13. Muitos dos nomes citados, potencialmente usados por Judeus, foram antes disso nomes aristocráticos portugueses e espanhóis.
    A única forma de saber é fazer a genealogia, de filho para pais, avós, etc.
    As teorias nesta área são meramente indicativas.
    Para o sr. entusiasta de Espinoza, Marx e Chomsky, são de facto alguns dos ideólogos/sofistas que mais detesto. Eles terão sangue judeu, como eu terei, mas na área das Humanidades a influência de “pensadores” judeus têm sido desastrosa. Muito esquerdistas, muito maçons, muito marxistas e muito dessa nova peste do pensamento contemporâneo chamada posmodernismo.

    Normalmente quando os judeus se afastam da sua cultura, sobretudo nestes últimos 100 anos, só dizem asneiras e são pródigos em permissividades.

    Sou Católico praticante e lamento sinceramente todas as perseguições levadas a cabo contra os judeus.

    Convido todos os judeus a ler o Novo Testamento. Sem stress. Ler devagar.

    O meu nome:

    Horácio Bandeiras Alves Nunes

    Tenho estirpes nobres antiquíssimas na Europa/Portugal/Espanha/França/Alemanha/Inglaterra/Itáliajá estudadas, na minha família e tenho quase a certeza de ter ainda algumas estirpes judaicas/Cristãos Novos, mas esta parte não a tenho estudada. Sei que nos últimos 300 anos, na minhas linhas paternas e maternas não tenho sangue judeu. Nem árabe. Nem qualquer outra raça. Mas em estirpes mais antigas as ligações existirão com toda a certeza. Sei que a minha família nos últimos 300 anos tem sido Católica praticante.

    A minha linha aristocrática mais antiga tem cerca de 1500 anos: um dos meus avós número 40 foi Carlos Magno e o 42 foi Carlos Martel. Para mim é uma honra enorme saber isto. Este estudo levou 15 anos de difíceis investigações, ainda assim foi fácil pois as ligações antigas já constavam na família de há muito.

    Cumprimentos e boas investigações !

  14. O meu texto saiu com algumas gralhas ortográficas pelas quais peço desculpa. Escrita rápida dá nisto, às vezes.

    Já agora refiro aqui um pormenor interessante. Tenho Nunes no bilhete de identidade e sei que pertenço aos Nunes medievais, dos séculos XI e XII. Só que não sei se estes dois Nunes que eu tenho estão relacionados. Porquê ? Porque a minha estirpe dos Nunes que consta do bilhete de identidade e do meu registo de nascimento não a tenho estudada.

    Mas na grande investigação que fiz de outra das minhas estirpes fui dar aos Nunes dos séculos XI e XII, de grandes linhagens aristocráticas. De memória referirei agora as minhas outras estirpes dos séculos XI, XII, XIII e XIV: Meneses, Veiga, Ribeira, Paes, Annes, Teles, Vasconcelos, Moniz, Bragança, Sousa, os Nunes já referidos e outros, tão relevantes quanto estes.

    Ligações à Casa Condal de Barcelos e à Casa Real Portuguesa, Sancho I é um dos meus avós número 28 e Afonso Henriques um dos meus avós número 29, para além de ligações aos reinos de Leão e Astúrias, Castela, reis de Navarra, casa condais e ducais um pouco por toda a Europa e casa reais até à Dinamarca, etc.

    Este assunto é fascinante e difícil. Quanto às estirpes plebeias, também essas podem revelar grandes e grandes surpresas, pois regra geral existem ciclos históricos que levam as estirpes familiares da pobreza plebeia à riqueza aristocrática, muitas vezes com grandes méritos e é isso que é bom, outras vezes é ao contrário.

    Que ninguém se sinta diminuído por aparentemente só ter ligações plebeias. Provavelmente à 500 anos, ou 1000 anos, etc, entroncarão com reis de grande nomeada.

    Que ninguém desanime por não encontrar nada de relevante. Há que continuar a investigar. Muitas das vezes as pessoas não sabem por que estirpe começar. Esse é o problema.

    No meu caso foi mais simples pois sabia que uma das minhas estirpes tinha relevantes ligações medievais. Fui confirmar fazendo o trato sucessivo de registo de
    nascimento a registo de nascimento.

    Há problemas que a um investigador profissional se apresentarão insolúveis, mas que a um investigador dedicado e com uma grande capacidade de raciocínio lógico tais problemas desaparecerão.

    Quem se quiser testar como investigador terá nestas matérias desafios constantes.

    E seriam precisas muitas vidas para esclarecer todas as estirpes. Quantas vidas ? Concerteza milhares, pois estamos a falar de estirpes/ramos de árvore muito frondosa com raízes no início da Humanidade e no início da História das Populações do planeta Terra.

    Para terminar uma história curiosa de um famoso monárquico português que me disse não ter encontrado linhagens aristocráticas, tendo tentado toda a vida.

    Isto também pode acontecer. Provavelmente as investigações deste sr. foram feitas com pouca amplitude histórica. Tenho a certeza que também ele terá ligações a grandes linhagens, que ao fim e ao cabo, somos todos parentes uns dos outros…

  15. Fortaleza, CE, 13 de julho de 2019.
    Atenção, caros leitores.
    Estamos falando de nomes próprios de pessoas. Que tem isto a ver com crença religiosa da pessoa em questão? Eu, por exemplo, tenho o nome Vicente e o sobrenome Oliveira. E sou judeu, com muita honra. Mas não por causa do sobrenome Oliveira, pois minha família, que só conheço até 3 gerações atrás, era toda cristã católica. E eu mesmo era muito católico, até o dia em que comecei a questionar os fundamentos teológicos do cristianismo, o que engloba catolicismo, evidentemente. E, após estudar e questionar os fundamentos do cristianismo, optei pela conversão ao judaísmo. Portanto, creio que é jogar trabalho fora tentar provar meu judaísmo ou outra crença qualquer com base em nomes e sobrenomes de meus antepassados. Religião é um conjunto de crenças e não um conglomerado de patronímicos. E como a crença de cada cidadão é sagrada, defenderei com unhas e dentes o direito de todo cidadão optar pela crença que lhe parecer a verdadeira. Portanto, o católico tem todo o direito de praticar sua religião, e espero contar com o apoio dos leitores católicos para que eu possa continuar na prática de minha religião atual. Minhas saudações, e que o Todo-Poderoso distribua as suas bênçãos a todos os seus filhos deste planeta Terra, não importando sua crença, e sim a sinceridade com que cada fiel a pratica.

  16. meu sobrenome é luz do espirito santo gostaria de saber se sou judeu convertido ,pois a família da minha mãe só se casam entre primos e manteve esses sobrenome por mais de 3 gerações , como cristão novo.

  17. Realizei dois exames de DNA em laboratórios sérios e isentos nos EUA, e nos resultados já recebidos, encontrei centenas de primos distantes de terceiro até quinto graus, os quais são judeus, alguns com diversos famiiares mortos em campos de concentração nazista.
    Creio que um exame de DNA nos dá a mais absoluta certeza de nossas origens, é impossível alguém manipular os seus gens, o que está lá, é o resultado do que somos e de onde viemos, e disto, podemos ter a mais absoluta certeza!
    Um pensamento sempre me sobreveio: se eu encontrei centenas de primos distantes em minha ascendência, seria razoável, logico e aceitável afirmar que em “algum lugar no passado”, a minha família foi judia?
    Sabendo da seriedade e incomensurável cuidado e fidelidade do povo judeu em manter as suas tradições, obediência e pureza, como que estes primos judeus antepasados meus foram aparecer nestes testes de DNA, seria uma mera “obra do acaso”, caíram de paraquedas ai por um acaso?
    Bem, sinceramente, seria estupidez acreditar em tal possibilidade, pois o DNA não mente!
    Tenho o desejo de iniciar o mais rápido o quanto possível a pesquisa genealógica para descobrir se descendo de algum cristão-novo, porém, gostaria de ouvir a opinião dos amigos, pois sei que aqui existe pessoas com bem mais conhecimentos do que eu para me dar uma opinião mais abalizada a este respeito, sendo assim, tendo encontrado estes primos distantes judeus, é aceitável e lógico eu afirmar que sem sombra de dúvidas sou descendente do povo judeu, ou seja, se algum dia, em algum tempo passado, a minha família foi uma família judia, tendo se distanciado pelos mais diversos motivos, tais como perseguições, conversões forçadas, assimilações, etc, neste caso, posso ter a certeza e afirmar que sou judeu, pouco importando os motivos pelos quais no decorer dos séculos nos afastamos do judaísmo, a verdade é uma só: se venho de uma família antepassada de judeus, é fato inegável que como consequência direta deste fato comprovado, posso afirmar que sou judeu, pois carrego no meu sangue o gene judeu, e isto é algo que siplesmente é impossível negar!
    Gostaria muito de ouvir a opinião dos prezados colegas deste fórum quanto a este aspecto destes antepassados (primos distates), judeus, os quais encontrei em meus testes preliminares de DNA.
    Grato a todos, saudações cordiais!

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