Início Histórias Conheça a sua origem: sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Conheça a sua origem: sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Saiba se tem origem judaica. Os principais sobrenomes judaicos (Sefarditas) da Península Ibérica e os principais exemplos do Dicionário Sefarad.

Sefarditas
Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Saiba se tem origem judaica. Os principais sobrenomes judaicos (Sefarditas) da Península Ibérica e os principais exemplos do Dicionário Sefarad.

Sefarditas (do hebraico Sefardim, no singular Sefardi) são todos os Judeus provenientes da Península Ibérica (Sefarad). Tais Povos por muitos séculos foram perseguidos durante o período da Inquisição Católica.

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Judeus Sefarditas – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

E por este motivo, fugiram para países como Holanda e Reino Unido; além dos países do Norte da África e da América como: Brasil, Argentina, México e EUA; e desse modo, tiveram que seguir suas tradições secretamente ou até mesmo abrir mãos das Tradições do Judaísmo, tudo em busca da sobrevivência. Sendo que alguns ainda tiveram que se converter forçadamente ao Cristianismo Católico.

Contexto Histórico

Ao longo da História o Judaísmo sofreu inúmeras perseguições por parte de seus opositores, dos tais destacam-se os Romanos, Católicos e Nazistas. Nestas condições, muitos Judeus perderam suas identidades culturais, e assim, várias gerações surgiram sem o contato explicito com as Tradições do Judaísmo.

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Imperador romano Adriano – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

De facto, tudo isso se iniciou com a segunda Diáspora, onde o General Tito, filho do Imperador Vespasiano, sufocou a primeira rebelião no ano de 70 d.C. (tendo ela sido iniciada em 66 d.C.), o que culminou na destruição do Templo e na morte de quase 1 milhão de Judeus.

Sendo que a Diáspora só se concretizou após a segunda revolta dos Judeus, iniciada em 132 d.C. e dissolvida pelo Imperador romano Adriano em 135 d.C. E assim, proibidos de entrarem em Jerusalém e sendo eles expulsos da Palestina (região da Judeia), os Judeus se espalharam pelo Mundo.

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Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Aos poucos a Europa foi sendo habitada por Judeus refugiados da ira romana, principalmente na região da Península Ibérica. Tempos depois, os Judeus novamente passaram a ser vítimas de perseguições, desta vez, promovidas pela Igreja Católica Apostólica Romana; que instaurou a fogueira da Inquisição.

Assim, um dos crimes alegados pela Igreja, era o “crime de Judaísmo”. Em que o indivíduo era proibido de exercer sua judaicidade.

Neste caso, a partir da feroz Inquisição espanhola de 1478 até 1834, em que Judeus e inúmeros outros indivíduos, foram julgados por possíveis atos contra os preceitos da Igreja. Sendo que os Judeus foram expulsos da Espanha no ano de 1492.

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Judeus Marranos portugueses – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Perseguidos e desamparados, os Judeus espanhóis tiveram que se refugiar em Portugal. Estando lá, foram feitos escravos, embora conquistassem a liberdade em 1495, beneficiados com a Lei promulgada por D. Manoel ao subir ao trono. Mas em 1496, assinou um acordo que expulsaria todos os Judeus Sefarditas (ou Marranos) que não se sujeitassem ao batismo Católico. Sendo que no ano seguinte, as crianças Judias de até 14 anos foram obrigadas a batizarem-se e em seguida adotadas por famílias Católicas.

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Massacre de Lisboa de 1506 – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Com a descoberta das terras brasileiras em 1500, pela a esquadra de Cabral, a sorte de muitos Judeus mudaria. Pois em 1503, o Judeu Fernando de Noronha com uma considerável lista de Judeus, apresenta o projeto de Colonização a D. Manoel. Porém, o Povo Judeu ainda passaria por mais um triste episódio, quando em 1506, milhares de Judeus foram mortos e queimados pelo Progon da capital portuguesa.

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Homenagem aos Judeus – Massacre de Lisboa de 1506 – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Além de tais Judeus (Cristãos Novos) terem presenciado o contraditório D. Manoel estabelecer a lei que dava os liberdade e os mesmos direitos dos Católicos, em 01 de março de 1507. O mesmo D. Manoel que em 1515 solicita ao papa um sistema de Inquisição semelhante para queimar as famílias Sefarditas (ou Marranos) no espanhol.

E desse modo, a solução para estes Judeus Marranos, foram a de aderirem ao movimento de Colonização do Brasil, quando em 1516, D. Manoel distribui ferramentas gratuitamente a quem quisesse tentar a vida na Colônia.

Em 1524, D. João III confirma a Lei de D. Manoel (de 1507), que consolida a lei de direitos iguais aos convertidos à força. No ano de 1531, Martin Afonso de Souza (aluno do Judeu Pedro Nunes), recebe de D. João III a autorização de colonizar o Brasil sistematicamente. Em que 1533, o mesmo funda o primeiro engenho no Brasil.

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A primeira sinagoga no Brasil, a Zur Israel – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

Durante um bom tempo, os Judeus passaram por inúmeras reviravoltas quanto a benefícios, confiscos e até mesmo mortes. Porém, os mesmos gozaram de plena liberdade religiosa durante o domínio holandês de 1637 a 1644 (na gestão de Maurício de Nassau), quando fundaram a primeira sinagoga no Brasil, a Zur Israel. Mas, com a retomada portuguesa em 1654, os Judeus foram de fato expulsos e alguns migraram para outros países.

No período de 1770 a 1824, os Judeus passam por mais uma fase de aceitação; sendo que em 25 de maio de 1773, é estabelecida a abolição dos termos Cristãos Novos (Judeus) e Cristãos Velhos (Católicos), passando todos a terem os mesmos benefícios e sem distinções.

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Rua dos Judeus, em Recife, e o seu mercado de escravos – Sobrenomes Judaicos (Sefarditas) em Portugal e no Brasil

A partir de 1824, o movimento tais Judeus (Sefarditas ou Marranos), passa por um período de “assimilação profunda”, isto é, inicia-se uma fase de parcial esquecimento de suas Tradições, devido a séculos de repressão e pelo contato direto e extensivo com uma cultura etnocêntrica, que mesmo os aceitando perante as leis, tratavam-nos com desprezo e repressão.

A solução mesmo, partiu do pressuposto do esquecimento e sectarismo, o que permitiu com que várias gerações crescessem sem ter uma real noção de suas legitimas raízes.

Desse modo, estima-se que no Brasil, vivam cerca de um décimo (1/10) ou até mesmo 35 milhões de Judeus Sefarditas, entre eles os Judeus Asquenazitas (provenientes da Europa Central e Oriental).

Assim, segue-se abaixo uma lista com os principais sobrenomes Sefarditas habitantes da Península Ibérica, e no decorrer do continente Americano, a exemplo do Brasil:

Sobrenomes Judaico-Sefarditas oriundos das regiões portuguesas de Alentejo, Beira-Baixa e Trás-os-Montes:

Amorim; Azevedo; Álvares; Avelar; Almeida; Barros; Basto; Belmonte; Bravo; Cáceres; Caetano; Campos; Carneiro; Carvalho; Crespo; Cruz; Dias; Duarte; Elias; Estrela; Ferreira; Franco; Gaiola; Gonçalves; Guerreiro; Henriques; Josué; Leão; Lemos; Lobo; Lombroso; Lopes; Lousada; Macias; Machado; Martins; Mascarenhas; Mattos; Meira; Mello e Canto; Mendes da Costa; Miranda; Montesino; Morão; Moreno; Morões; Mota; Moucada; Negro; Nunes; Oliveira; Ozório; Paiva; Pardo; Pilão; Pina; Pinto; Pessoa; Preto; Pizzarro; Ribeiro; Robles; Rodrigues; Rosa; Salvador; Souza; Torres; Vaz; Viana e Vargas.

Sobrenomes de famílias Judaico-Sefarditas na Diáspora para Holanda, Reino Unido e Américas:

Abrantes; Aguilar; Andrade; Brandão; Brito; Bueno; Cardoso; Carvalho; Castro; Costa; Coutinho; Dourado; Fonseca; Furtado; Gomes; Gouveia; Granjo; Henriques; Lara; Marques; Melo e Prado; Mesquita; Mendes; Neto; Nunes; Pereira; Pinheiro; Rodrigues; Rosa; Sarmento; Silva; Soares; Teixeira e Teles.

Sobrenomes judaico-Sefarditas na América Latina:

Almeida; Avelar; Bravo; Carvajal; Crespo; Duarte; Ferreira; Franco; Gato; Gonçalves; Guerreiro; Léon; Leão; Lopes; Leiria; Lobo; Lousada; Machorro; Martins; Montesino; Moreno; Mota; Macias; Miranda; Oliveira; Osório; Pardo; Pina; Pinto; Pimentel; Pizzarro; Querido; Rei; Ribeiro; Robles; Salvador; Solva; Torres e Viana.

Principais exemplos de Sobrenomes extraídos do Dicionário Sefarad:

A

Abreu; Abrunhosa; Affonseca; Affonso; Aguiar; Ayres; Alam; Alberto; Albuquerque; Alfaro; Almeida; Alonso; Alvade; Alvarado; Alvarenga; Álvares/Alvarez; Alvelos; Alveres; Alves; Alvim; Alvorada; Alvres; Amado; Amaral; Andrada; Andrade; Anta; Antonio; Antunes; Araújo; Arrabaca; Arroyo; Arroja; Aspalhão; Assumção; Athayde; Ávila; Avis; Azeda; Azeitado; Azeredo; Azevedo;

B

Bacelar; Balão; Balboa; Balieyro; Baltiero; Bandes; Baptista; Barata; Barbalha; Barboza/Barbosa; Bareda; Barrajas; Barreira; Baretta; Baretto; Barros; Bastos; Bautista; Beirão; Belinque; Belmonte; Bello; Bentes; Bernal; Bernardes; Bezzera; Bicudo; Bispo; Bivar; Boccoro; Boned; Bonsucesso; Borges; Borralho; Botelho; Bragança; Brandão; Bravo; Brites; Brito; Brum; Bueno; Bulhão;

C

Cabaço; Cabral; Cabreira; Cáceres; Caetano; Calassa; Caldas; Caldeira; Caldeyrão; Callado; Camacho; Câmara; Camejo; Caminha; Campo; Campos; Candeas; Capote; Cárceres; Cardozo/Cardoso; Carlos; Carneiro; Carranca; Carnide; Carreira; Carrilho; Carrollo; Carvalho; Casado; Casqueiro; Casseres; Castenheda; Castanho; Castelo; Castelo Branco; Castelhano; Castilho; Castro; Cazado; Cazales; Ceya; Céspedes; Chacla; Chacon; Chaves; Chito; Cid; Cobilhos; Coche; Coelho; Collaco; Contreiras; Cordeiro; Corgenaga; Coronel; Correa; Cortez; Corujo; Costa; Coutinho; Couto; Covilha; Crasto; Cruz; Cunha;

D

Damas; Daniel; Datto; Delgado; Devet; Diamante; Dias; Diniz; Dionísio; Dique; Doria; Dorta; Dourado; Drago; Duarte; Duraes;

E

Eliate; Escobar; Espadilha; Espinhosa; Espinoza; Esteves; Évora;

F

Faísca; Falcão; Faria; Farinha; Faro; Farto; Fatexa; Febos; Feijão; Feijó; Fernandes; Ferrão; Ferraz; Ferreira; Ferro; Fialho; Fidalgo; Figueira; Figueiredo; Figueiro; Figueiroa; Flores; Fogaca; Fonseca; Fontes; Forro; Fraga; Fragozo; Franca; Francês; Francisco; Franco; Freire; Freitas; Froes/Frois; Furtado;

G

Gabriel; Gago; Galante; Galego; Galeno; Gallo; Galvão; Gama; Gamboa; Gancoso; Ganso; Garcia; Gasto; Gavilao; Gil; Godinho; Godins; Góes; Gomes; Gonçalves; Gouvêa; Gracia; Gradis; Gramacho; Guadalupe; Guedes; Gueybara; Gueiros; Guerra; Guerreiro; Gusmão; Guterres;

H

Henriques; Homem;

I

Idanha; Iscol; Isidro;

J

Jordão; Jorge; Jubim; Julião;

L

Lafaia; Lago; Laguna; Lamy; Lara; Lassa; Leal; Leão; Ledesma; Leitão; Leite; Lemos; Lima; Liz; Lobo; Lopes; Loução; Loureiro; Lourenço; Louzada; Lucena; Luiz; Luna; Luzarte;

M

Macedo; Machado; Machuca; Madeira; Madureira; Magalhães; Maia; Maioral; Maj; Maldonado; Malheiro; Manem; Manganês; Manhanas; Manoel; Manzona; Marca; Marques; Martins; Mascarenhas; Mattos; Matoso; Medalha; Medeiros; Medina; Melão; Mello; Mendanha; Mendes; Mendonça; Menezes; Mesquita; Mezas; Milão; Miles; Miranda; Moeda; Mogadouro; Mogo; Molina; Monforte; Monguinho; Moniz; Monsanto; Montearroyo; Monteiro; Montes; Montezinhos; Moraes; Morales; Morão; Morato; Moreas; Moreira; Moreno; Motta; Moura; Mouzinho; Munhoz;

N

Nabo; Nagera; Navarro; Negrão; Neves; Nicolao; Nobre; Nogueira; Noronha; Novaes; Nunes;

O

Oliva; Olivares; Oliveira; Oróbio;

P

Pacham/Pachão/Paixão; Pacheco; Paes; Paiva; Palancho; Palhano; Pantoja; Pardo; Paredes; Parra; Páscoa; Passos; Paz; Pedrozo; Pegado; Peinado; Penalvo; Penha; Penso; Penteado; Peralta; Perdigão; Pereira; Peres; Pessoa; Pestana; Picanço; Pilar; Pimentel; Pina; Pineda; Pinhão; Pinheiro; Pinto; Pires; Pisco; Pissarro; Piteyra; Pizarro; Pombeiro; Ponte; Porto; Pouzado; Prado; Preto; Proença;

Q

Quadros; Quaresma; Queiroz; Quental;

R

Rabelo; Rabocha; Raphael; Ramalho; Ramires; Ramos; Rangel; Raposo; Rasquete; Rebello; Rego; Reis; Rezende; Ribeiro; Rios; Robles; Rocha; Rodriguez; Roldão; Romão; Romeiro; Rosário; Rosa; Rosas; Rozado; Ruivo; Ruiz;

S

Sá; Salvador; Samora; Sampaio; Samuda; Sanches; Sandoval; Santarém; Santiago; Santos; Saraiva; Sarilho; Saro; Sarzedas; Seixas; Sena; Semedo; Sequeira; Seralvo; Serpa; Serqueira; Serra; Serrano; Serrão; Serveira; Silva; Silveira; Simão; Simões; Soares; Siqueira; Sodenha; Sodré; Soeyro; Sueyro; Soeiro; Sola; Solis; Sondo; Soutto; Souza;

T

Tagarro; Tareu; Tavares; Taveira; Teixeira; Telles; Thomas; Toloza; Torres; Torrones; Tota; Tourinho; Tovar; Trigillos; Trigueiros; Tridade;

U

Uchoa;

V

Valladolid; Vale; Valle; Valença; Valente; Vareda; Vargas; Vasconcellos; Vasques; Vaz; Veiga; Veyga; Velasco; Vélez; Vellez; Velho; Veloso; Vergueiro; Viana; Vicente; Viegas; Vieyra; Viera; Vigo; Vilhalva; Vilhegas; Vilhena; Villa; Vuelos a Bogota Offer! U Vie Ba ck To Top Villalao; Villa-Lobos; Villanova; Villar; Villa Real; Villella; Vilela; Vizeu;

X

Xavier; Ximinez;

Z

Zuriaga.

Desse modo, vemos claramente que os Judeus fazem parte de uma enorme frente de formação da Península Ibérica, Norte da África e América. O que nos coloca em contacto direto com um contexto cripto-judaico.

Como confirmar a descendência judaica?

Evidentemente que, nem sempre aqui no Brasil, ter o sobrenome judaico lhe dá a condição de Judeu descendente. Pois, havemos de concordar, que o país passou por inúmeros casos concernentes a erros de sobrenomes, no que diz respeito a grandes falhas nos cartórios responsáveis pelo registo de nomes e sobrenomes.

Assim, a melhor opção para quem se identifica com um sobrenome Judeu, é observar os seguintes fatores:

  • Os casamentos entre familiares (pois era uma forma de manter os bens entre as famílias judias e os pontos de vista em comum);
  • Tradições de cunho ligado à cultura hebraica em relação ao Cristianismo (considerando que o Cristianismo para esses era seguido por aparências, pois ambos foram convertidos forçadamente à religião Cristã Católica);
  • E por último, o levantamento histórico-genealógico (para confirmar se houve ou não alterações nos sobrenomes ao longo das gerações).

Conclusão

Portanto, fica evidente a existência de uma grandiosa cripto-Comunidade Judaica na Península Ibérica (Portugal e Espanha), assim como nos países do continente americano (a exemplo do Brasil) e africano.

E com isso, percebemos o quanto à segregação e o etnocentrismo promovem a destruição de princípios, gerando um “câncer” na liberdade individual e conjunta, como também, na tradição religiosa.

O que aglutina ainda mais o sentimento de ódio entre as Religiões e os Povos, que se distanciam ainda mais de possíveis e saudáveis diálogos baseados no bom senso.

Autor: Jorge Magalhães
Fonte: Coisas Judaicas

89 COMENTÁRIOS

    • Fomos informados de que a maioria dos sobrenomes portugueses foram adotados pelos judeus portugueses durante a adoção forçada de sobrenomes em 1497. Isso não é verdade. Os judeus já possuíam muitos dos chamados sobrenomes portugueses puramente cristãos.

      Por exemplo, meu sobrenome é Pimentel, um sobrenome judeu português cristão e sefardita considerado muito nobre e distinto, mas muito mais judeu. Há evidências de que o sobrenome Pimentel já existia antes das adoções forçadas. Havia Pimentels mesmo nos anos 1200. Além disso, os judeus já possuíam um brasão de armas de Pimentel, concedido pelo rei português da época. Mas pode que seja que o brasão ja o pertencia a familia judia Pimentel, e nao concedido pelo rei português. E o sobrenome Pimentel aparece com frequência em todos os livros e enciclopédias judias. En muitos casos o sobrenome e mencionado antes de 1497 durante as adoções forcadas.

      Então, devemos acreditar que os judeus sefarditas portugueses adotaram um sobrenome que já era deles durante a adoção forçada em 1497? Isso não faz sentido. Acredito que eles concordaram com o jogo e fingiram que não eram Pimentel. Você pode imaginar a reação dos inquisidores se um judeu Pimentel dissesse que já o tinha o sobrenome e o brasão de armas de Pimentel? A reação do inquisidor seria ‘não tens vergonha de dizer uma coisa tao estupida?’, Pimentel é um Sobrenome Portugues cristão e sempre foi. E como e que você não quer adotar um sobrenome de cristão português porque afirma que já o possui? Não temos outra opção se não condená-lo à morte por heresia.

      Ninguém nunca olha para a situação deste ponto de vista. Alguns sobrenomes portugueses eram mais sefarditas do que outros. Com isso, quero dizer que, como os sobrenomes judaicos Ashkenzi que são comumente atribuídos aos judeus, nove em cada dez vezes alguém com um sobrenome como ‘Goldberg’ ‘Rosenthal’ muitos nomes derivados da natureza, tanto como muitos sobrenomes portugueses. Esses tipos de sobrenomes Ashkenazi são considerado nomes judeus e não alemão. Esse tipos de sobrenomes ornamentais de: arvores, plantas, vegetais, frutas, flores, animais, etc., passou a ser bastante associado aos judeus asquenazes, tanto como aos judeus portugueses. Da mesma forma, um sobrenome como ‘Oliveira’ pertencia a muito mais judeus sefarditas do que aos cristãos, que com o tempo tornou-se verdadeiramente um sobrenome judeu português, porque superavam em número dos cristãos por 8 ou 9 para 1. Um dos 12 tribos israelitas era ‘Asher’. O brasão deles tinha uma ‘Oliveira’ no centro. Isso comprove que arvores ja eram usadas nos brasões (emblemas) dos israelitas desde os tempos bíblicos.

      Não esqueçamos que a maioria dos judeus portugueses se tornou cristã por conversão forçada. Antes disso, havia provavelmente muito poucos sobrenomes cristãos como Oliveira, Pereira, Pimentel, etc. Mas os judeus certamente já possuíam esses tipos de sobrenomes muito antes das conversões forçadas. Como tal, dizer que todos os sobrenomes portugueses são puramente cristão é uma grande falácia. De fato, os sobrenomes portugueses têm muitas origens diferentes, por exemplo, sobrenomes que têm origem: árabe, grego, celta, italiano, germânico, francês, etc., etc.

      A verdade foi escondida de nós há muito tempo. Quanto mais pesquisamos e cavamos, mais verdades surgirão.

    • Muitos desses sobrenomes que são aceitos como sobrenomes portugueses católicos, realmente são sobrenomes que pertenciam aos antigos judeus. Por exemplo, um sobrenome como ‘Menezes ou Meneses’ era de origem Judeia, e foi escrito ‘Menasseh ou Menashe’ em hebraico, e aparece muitas vezes na a bíblia judaica chamada a ‘torá, que é mais conhecido como o ‘antigo testamento’. Portanto, este sobrenome foi transliterado para o moderno sobrenome português ‘Menezes’ ou ‘Meneses’. Este é apenas um exemplo.

      A questão não é se alguém é judeu ou não apenas porque tem um sobrenome que foi usado por muitos, muitos judeus. A questão é se um assumido sobrenome português católico nos dias de hoje é originalmente de origem judaica, e não de origem católica.

      Lembre-se, os judeus vivem em Portugal desde 70 D.C. e tantos sobrenomes que sempre se acreditava serem de origem católica portuguesa são realmente de origem judaica.

      • O meu nome Meneses, na verdade Teles de Meneses, é medieval, sec. XII e vem da localidade Espanhola Meneses de Campos, próximo da fronteira de Portugal, da região de Trás-os -Montes. O nome surge durante a Reconquista Cristã. A localidade, Meneses de Campos, foi colonizada por Bascos e decerto por outros. Os Teles de Meneses são uma extirpe notável na História de Portugal.

          • Os lugares pertenciam aquela casa de património e vou deixar todos a pensar, será que erámos católicos e cristãos ? Barbosa, Martins, Simoens e dezenas de outras casas eram filhos de Infantes de reis Portugueses. E para ficar a pensar seriamente, seriamos mesmo católicos ?

            llama ellugar Cafa del Dio Bet-El, por á una ha ¿ fer la Cafa de Yfrael, una la Cafa del Dio, y los áhan de venir en Cafa del Señor han de venir unidos, y concordes en piedra una, afi han de fer los virtuoos, y temientes del Senor, haziendo uno de muchos para alabarle fin dicordias, ni ha de fer el lugar del Señor, y la Cafa del Dio cafa de difenciones, y lugar de contiendas, fino juntos auna como fi fuera una cabeça, y un folo coraçon que los govierna, afidize el Palmo, Mucha paz tendrán Señor Pal. 119.

            Era eta fenhora da cafa de Barbofa, de cuja grandeza fe tem dito em algũs lugares do tomo antecedête

            Antonio Brandao – 1632 – ‎Portugal
            Calou Afonfo Ermiges duas vezes, a primeira na cafa dos Bargançoés … dito) or via de feu filho Nuno Sanches á cafa de Barbofa tão illuftre no tempo antigo

            E ainda tenho muito mais coisas….

        • Nao sei se sabes ou não, mas o sobrenome Teles e considerado um nome bem sefardita. A região de Tras-os-Montes sempre foi uma região de extrema influencia Judia. Ha 500 atras, havia muitas comunidades judias espalhadas em Tras-os-Montes, em vilas como: carcao, guarda, e outros como castelo da vide, tomar, evora, permancor, covilha, miranda do douro, Belmonte, etc. Desculpe a falta de acentos – – o meu teclado não esta a funcionar bem. Espero que entendeste na mesma. Obrigado.

          • Não tenho conhecimento de ligações Sefarditas ao nome Teles. Era muito difícil para um Judeu casar com alguém da Alta Nobreza. Falo dos Teles de Menezes dos séc. XII e XIII. Mas por bastardia é possível. Aferir tal, contudo, à partida é muito difícil. Conheço bem a linhagem dos Teles de Menezes até ao século XI/X, depois a informação começa a escassear.

  1. Esta lista é uma estupidez. Com algumas excepções (raras), não existem propriamente sobrenomes judaicos na cultura portuguesa. Obviamente, certos sobrenomes poderiam ser mais comuns entre as famílias judaicas, mas em geral existiam também entre famílias não-judaicas.
    Por exemplo, alguns nomes são topónimos, qualquer pessoa com origem nessas regiões poderia ter tal nome de família. E sobrenomes como Rodrigues, Gonçalves, Soares, Mendes, Martins são tudo patronímicos que passaram a sobrenome; qualquer pessoa, independentemente da religião, que há séculos tenha tido um antepassado com o nome Rodrigo, Gonçalo, Soeiro, Mendo (Hermenegildo), Martinho poderia ter este sobrenome, caso o patronímico se “fixasse” como nome da família.
    Mesmo “Espírito Santo”, considerado em Portugal um exemplo claro de origem judaica, pode ter origem judaica (tradução do termo “ruah”, o espírito de Deus ou vento divino referido na Bíblia) ou não (foi um nome comummente atribuído a órfãos acolhidos por certas congregações religiosas, em especial os expostos, que não tinham parentes conhecidos). Já agora, Rua e Ruas são dois exemplos de sobrenomes que resultam do aportuguesamento fonético da palavra “ruah”, mas nem mesmo em tal caso se pode garantir que todos os Rua/Ruas herdaram esse nome de antepassados judeus.

    • Uma grand parte de sobrenomes tipicamente assumidos serem nome Cristaos de Portugal, form transliterados ou seja modificados de antigos nomes Judeus. Eu estou certo que muitos Portugueses nao sabem dos origens judias dos seus sobrenomes. Por exemplo, o sobrenome ‘Amorim’ e de origem judia – em hebreu esse nome e ‘Amoraim’ e significa ‘professor’.

      Ha, milhares de sobrenome portugueses assim. Soares era Soaretz, Cunha veio de Cohen, Meneses de Menasseh, na bíblia o nome Perea vem duma região em Israel, e mencionado muitas vezes na bíblia. O sobrenome portugues Malaquias era o nome de um profeta Israelita, tanto como o sobrenome Portugues Zecarias. Os judeus portugueses provavalmente substituiram o nome Perea por Pereira possivelmente porque ha lugares em Portugal onde ha muitas Pereiras, e por ai vai. Os judeus pegavam em qualquer nome topográfico, de plantas, animais, vegetais, frutas, cores, metais preciosos, arvores, flores, ribeiras, montanhas, características físicas pessoais, nomes de aves, nomes geográficos, nomes de vilas, cidades, e por ai fora.

      Não e possível que os judeus portugueses foram os que deram origem a esses sobrenomes? Ha milhares de sobrenomes Portugueses que tiveram origem muito antes da popularidade do Cristianismo.

      Temos que ter a mente aberta. Muitas vezes as coisas não são como aparecem. Obrigado.

      • Pessoalmente o que me interessa é a realidade genealógica da Idade Média. É lá que se encontram as grandes estirpes Portuguesas. Nesse tempo era extremamente difícil a um Judeu casar com alguém da Alta Nobreza. Se não mesmo impossível. Mas por bastardia tudo era e é possível. Teorias nesta área não interessam muito, o que conta são os documentos paroquiais e outros documentos oficiais.

  2. Sou Oliveira e Pinheiro.Não aceito essa origem que a propaganda sionista quer me impingir .Lamento a queimas de judeus tanto como a de Joana Darc.Lamento a queima de judeus na Inquisição ibérica assim como as vítimas do nazi-fascismo , judeus, ciganos, deficientes, comunistas e trabalhadores oposicionistas assumidos e em luta contra o fascismo pela democracia.. Sou apenas luso.Detesto a tradição, a religião, o racismo sionista.Sou LUSO, LUSO e LUSO! E BRASILEIRO,BRASILEIRO,BRASILEIRO!Mas não apenas.Sou cidadão do mundo. Sou humano.Não roubo, não invado terras ou derrubo propriedades de ninguém.Não gosto e até desprezo o ouro.Deploro e odeio com todas as minhas forças o nazi-sionismo que se estabeleceu na Palestina.Guardo no meu coração e mente Spinoza.Guardo Marx, Chomski e tantos homens universais que repudiaram sinagogas e exclusivismos na terra dos outros.Sou LUSO!.Sou Brasileiro!Os meus pais foram cidadãos lusos.

    • Você pode não aceitar e eu compreendo isso porque tanto os cristãos devotos como os cristãos-novos tinham os mesmos sobrenomes porque foram forçados a serem católicos e foram obrigados a terem sobrenomes cristãos. Hoje só sabe se é judeu ou não se na genealogia da família chegar a 1700 e ver se haviam parentes cristãos-novos. A busca é no site da Torre do Tombo de Lisboa e ali estão 40 mil processos a maioria de cristãos-novos perseguidos e mortos. Um Oliveira pode ser cristão desde o início de Portugal mas como eu disse ao serem batizados à força os judeus tiveram que adotar sobrenomes cristãos e aí tem Oliveira também até hoje. Na Holanda para onde fugiam ainda há alguns de origem portuguesa como os Oliveira, Pereira que frequentam a Grande Sinagoga eles tinham nomes bem conhecidos como da Costa, Motta, Oliveira, enfim todos nomes de cristãos-velhos adotados pelos judeus.Sinagoga construída no século XVII para os judeus em maioria portugueses e espanhóis.

    • O que se fala na Europa e en outros paizes, en acusando Israël de violaçąo do povo Palestino, é tudo feito para odiar Israël,eu fui en Israël e en Palestine e tudo o que vi năo tem nada à ver O que os occidentale diz, elles vivem e trabalhăo juntos en Paz , o nosso chaufer é arabe ,palestiniano, chamasse Isaac, o Odio mata destroi, en Jérusalem todos vivem juntos, eu vivi os melhores momentos de minha vida, văo la en vez de tanto Odio

    • Mário de Oliveira, vc deveria se envergonhar de se identificar com fascínoras como karl marx que inspirou tanta morte, assassinato e destruição. Com chomsky, um racista maldito que odeia a liberdade individual e ama o autoritarismo comunista. E o filósofo e ateu Espinosa, um miserável com idéias frias que nada haver tem com um ser humano de bem. Nunca existiu um país “palestina” e nem um “povo” palestino. Israel e os judeus, mesmo estando lá há 4 mil anos, nunca invadiu terra de ninguém. Sempre que houve guerra foram defensivas pq pessoas como vc queriam cometer genocídio contra os Judeus. E vc deve ter raízes JUDAICAS!! ahahah sua propaganda marxista petista é tão profunda, fez de vc uma pessoal tão vil que não aceita quem vc é. Vá se tratar!

    • Sou Guimaraes Nunes Pinheiro e judia com mto orgulho,mas tenho vergonha desse sobrenome em sua dinastia que aceita o comunismo que mais matou gente no mundo.Vc acha q vai enganar a quem?Marx foi bonzinho?vc vai morrer e seu castigo é levar no sangue um sobrenome honesto que vc nao merece.

    • Com estes sobrenomes teus, tu tens, sem duvida nenhuma, ascendência Judaica. E verdade, somos compostos de muitos ingredientes étnicos, ninguém pode negar isso, mas, de certeza absoluta, tu também tens sangue judeu. Os Judeus foram o ultimo povo numeroso que viverem em Portugal.

      Estima-se que em 1497 a população judaica de Portugal era de aproximadamente 200.000. Alguns milhares saíram voluntariamente ou foram expulsos, mas a grande maioria permaneceu em Portugal, foram forçosamente convertidos ao cristianismo e, com o tempo, assimilados à corrente principal da sociedade portuguesa. Os judeus que ficaram em Portugal também tiveram que adotar sobrenomes cristãos portugueses. Mas o que muita gente não percebe é que boa parte dos apelidos cristãos portugueses assumidos eram nomes que vinham dos antigos judeus de Portugal que aí viviam desde os anos 70 a.d. Eles são uma comunidade muito antiga em Portugal. Os registros do governo provam isso.

      Em todo o caso, muitos apelidos portugueses dos dias de hoje têm de atualidade uma origem judia antiga, e esses nomes foram eventualmente modificados para se integrarem melhor na sociedade cristã portuguesa. Assim o nome judeu Menasseh tornou-se Meneses, Soaretz tornou-se Soares, Cohen tornou-se Cunha, Amoraim (significa professor em hebraico) tornou-se Amorim, Hebreu (hebraico) tornou-se Abreu, Perea (uma região em Israel) tornou-se Pereira, Monitz tornou-se Moniz, Em Ezequiel e Romanos na Bíblia, um nome alternativo para Deus ou “Respiração ou Espírito de Deus é ‘Ruah que em português é Rua.
      O sobrenome do profeta da bíblia Malachi tornou-se Malaquias, e o profeta Zechariah tornou-se Zecarias em português. E isso continua e continua por centenas, senão milhares de sobrenomes portugueses que se presume serem de origem cristã … mas que não é a história verdadeira completa. Aos poucos, vai surgindo a verdade que o governo e a igreja portuguesa tanto tentaram encobrir durante centenas de anos.

      • Em genealogia o que é obvio muitas vezes não se confirma. Há que ir caso a caso. De documento em documento. Só assim a verdade dos factos vem acima.

      • Como surgiu a mentira no brasil:
        -as vadias e os vadios, isto é, os sem vergonha que restaram na europa depois da segunda guerra mundial enganavam os americanos, descobriram que ao fazer uma tatuagem e mentir que seguiam a religião judaica, os americanos davam a eles um bocado do dinheiro que pegaram dos alemães e esses vagabundos essas putas vinham de férias eternas para o rio de janeiro, onde se misturavam a população, esta predominantemente sefardita/marranos(98% dos portugueses que foram jogados no brasil a partir de 1500 até 1800 e tanto eram cristãos novos, isto é: judeus portugueses que para não serem decapitados em portugal receberam a misericordia de mentindo serem cristãos e mudando de nome, ficavam vivos ) , pronto, os judeus mentem que não são, e os que não são mentem que são judeus, parece até comico, mas é triste, isso é que povoou brasil, essa é a base do povo brasileiro, e não bastando isso, a maior população de libaneses (que são os maiores mentirosos que existem) do mundo não é no líbano, é no brasil que recebeu todo esse lixo. Esse é o país da mentira, e rj é a capital.

      • Este pessoal nazista e antisionista são doentes. Deixe pra lá. Eles foam lavados cerebralmente e pode crer que são marxistas de esquerda. Gente da pior espécie.

  3. quando desrespeito ao povo “Judeu”, ninguém é obrigado a ser!, sou neto de avó materno Bennarós, os primeiros Judeus a chegarem na América em 1823, pela Amazônia em Belém do Pará!…

    • Judeus – da tribo de Judá = Yahudim – da tribo de Yahudah.
      Pretos escravizados e trazidos nos navios negreiros perto de 1800.
      Esses sim são “judeus”, mais corretamente chamado de YAHUDIM. E não esses falsos judeus batendo cabeça no muro das lamentações lá em Israel. Esses são da descendência de Jafé(Yaphet), os Ashkenazes… e não de Sem(Shem).

      Apocalipse 3:9 os revela…
      Toda essa farsa vai cair por terra.

  4. Sou descendente de Judeus Sefardí, meu Pai da Espanha e minha mãe de Portugal, não puderam continuar a manter os ritos judaicos, tiveram que converter ao Catolicismo, como exigência para permanecer no Brasil.

  5. Será que passar pra frente o sobrenome da mulher tem alguma ligação com costume de cristãos novos? O sobrenome que tenho vem de uma antepassada, mas se eu traçar meu antepassados homens, o sobrenome muda e em algum ponto todos surgem de mulheres e não de homens, alguns mudam de grafia, talvez por linguagem ou erro.
    Meus antepassados por quase todas as linhas genealógicas têm sobrenomes que estão listados acima, alguns até combinados entre eles.

    • Se invertem o sobrenome do pai e da mãe é uma dica de que eram espanhóis antes. Em todos os países de língua espanhola o sobrenome da mãe é o segundo ao contrario de nosso sistema português/brasileiro. Apesar disso ainda há uma chance de ser de origem judaica se for feita uma pesquisa genealógica bem feita. Lembre que a primeira Inquisição foi na Espanha e muitos judeus espanhóis passaram para Portugal onde mais adiante enfrentaram a Inquisição portuguesa. Um grupo deles vieram para o Brasil e se fixaram em São Paulo principalmente. Como a família Bueno que como judeus eram Boino. E assim vai.

  6. Eu vejo o antissemitismo ainda muito forte no Brasil. Que pena!!! Isso é fruto da Igreja Romana, do Cristianismo. Sou descendente de sefaraditas e me orgulho disso! Infelizmente muita gente é descendente e não sabe. Amo Israel, amo o meu povo! Shalom!

    • Foi fruto da igreja romana no passado. Agora é fruto do marxismo, socialismo, petismo e toda esta ideologia de esquerda que odeia Israel e apoia o terrorismo. Por isso que os judeus de New York não se importam. Eles são de esquerda e sua lealdade está com o globalismo. Para eles os palestinos são “vitimas “. Eles compraram a retórica e mentira que permeia a mídia. Nunca foram à Israel, nem conhecem suas tradições. Chomsky ou Bernie Sander (os dois comunistas) por exemplo. Apoiavam hugo chavez, apoiam Hamas e desejam ver o país Israel desaparecer do mapa. Há judeus e judeus. Karl marx era judeu tb. E aquele homem e suas idéis vis, fez surgir um mal que nunca será extirpado até que o Messias Reine neste mundo.

      • Pesquisando sobre genealogia, com ajuda de outras pessoas, fiquei surpreso, me levou a 1610, Faial, Açores, eram Costa e Silva agregaram Machado, enfim devo ser também de origem judaico-português.

    • Olá Alacidy O mais flagrante desses sobrenomes é Homem que viviam ao norte de Portugal e também nos Açores. Vários foram presos e um deles pelo menos foi queimado na Fogueira. Cardoso também era comum no cristãos-novos. As pessoas que não entendem o que ocorreu com os judeus ficam dizendo que não podem ser judeus. Mas a confusão é que ao serem batizados à força em Portugal os nomes e sobrenomes foram trocados e tomaram nomes e sobrenomes cristãos.Então tem os cristãos-velhos aquele que se sempre foram católicos e os cristãos-novos que são os judeus forçados ao batismo que na língua Hebraica é anussim. Poucos conseguiram manter o sobrenome que usavam como judeus.

  7. Descobri acidentalmente que meus avós guardavam certas tradições de uma ordem católica chamada cristãos novos. Segundo minha mãe, minha avó, na fazenda em Simonésia MG, citava até que fazendeiros vizinhos faziam parte da mesma ordem, e que meu avô, que permaneceu católico, era o mais cristão novo porque mantinha tradições. Família De sobrenomes Coelho, Carvalho, Toledo, Oliveira, Rocha…

    • Descobri hoje que meu avô de sobrenome costa e minha avó de sobrenome Izabel de Jesus eram de Simonésia. Quero investigar mais a fundo suas origens.

  8. Do lado paterno, meus avós, católicos, ensinavam os filhos a não rezar para imagens, mas que fingissem fazê-lo; na ilha só havia catolicos e judeus marroquinos. Meus avós não eram judeus. Quando meu pai foi descoberto, na escola, fingindo rezar, passou a sofrer bullying, sendo chamado de protestante, porque o professor dissera que os protestantes não aceitavam rezar com imagens. Família Oliveira, Melo, Lima, Pires, Flor, Gomez, Costa… Meu DNA apontou dentre outros, judeus sefardita. Sou de origem, cristão novo – sou judeu sefardita.

  9. “Pimentel” e considerado um sobrenome nobre e distinguido de origem Judeu – Portugues. No “Torre-do-Tombo” em Lisboa existem arquivos de milhares e milhares de sobrenomes de cristãos-novos que eram suspeitos de recaída para ao Judaísmo. Eles foram julgados pelos tribunais de inquisição da Santa Igreja Católica de Portugal, nas cidades principais como Coimbra, Porto, e Lisboa. Pimentel é um dos muitos sobrenomes que pertenceram a milhares de Judeus-Portugueses. Outros sobrenomes de cristãos-novos que aparecem com muita frequência sao: Albuquerque, Almeida, Azevedo, Carneiro, Cordeiro, Castro, Coelho, Costa, Couto, Cunha, Dias, Ferreira, Fernandes, Machado, Furtado, Fonseca, Gama, Garcia, Gomes, Gouveia, Oliveira, Pinheiro, Henriques, Lima, Maciel, Mendes, Menezes, Miranda, Morais,Nogueira, Noronha, Nunes, Pacheco, Pereira, Pimentel, Pinto, Pires, Queiróz, Ribeiro, Sampaio, Sequeira, Silva, Simoes, Soares, Sotomaior, Azevedo, Bethancourt, Cabral, Carvalho, Lobato, Mascarenhas, Meira, Melo, Mendonça, Morreira, Sousa, Tavares, Teixeira, Vasconcelos, Velho, Vieira.

    • Cardoso/Cardozo e ABSOLUTAMENTE um nobre e distinguido sobrenome portugues-judeu sefardita. Me desculpe por nao ter incluido este sobrenome na lista acima. Cardoso/Cardozo e sem duvida considerado um dos sobrenomes mais conhecidos no mundo Sefardita!

  10. Bisavô materno Manoel Pereira Tangerino +1886 – Avô materno José Pereira Tangerino*1894+1986. Meu avô dizia “Deus ti cri” quando alguém dava um espirro? Quando bebia uma bebida alcoolica “primeiro gole era para o santo? – Quando alguém era sepultado “jogava três punhados de terra no caixão”? – Seria uma tradição judaico-portuguesa?

    • Amigo alguns Sefarditas tinham estes costumes os quais às vezes não pertenciam ao dogma do Judaísmo. Tangerinos é suspeito porque alguns judeus fugiram para os países árabes no norte africano. A cidade de Tanger se não estou enganado fica em Marrocos. Os judeus marroquinos foram os primeiros a chegar no Brasil em 1821. O político Alcolumbre, presidente do Senado pertence a grande imigração dos judeus marroquinos para a Amazônia. Acredito que a maioria deles tem origem espanhola e portuguesa.

  11. Minha familia tem varíos traços seradistas, somos de Minas Gerais, familia Araujo de Sao Joao de Neponuceno. Araujo esta na sua lista?

    • Amiga tanto os católicos quanto os cristãos novos tinham os mesmos sobrenomes com algumas exceções. Haviam no Brasil Colonia alguns cristãos-novos com esse sobrenome Araujo sim. Para desvendar isso só uma genealogia bem feita até algum cristão-novo relatado em livros de muitos historiadores brasileiros como o livro da Profª Anita Novinsky de São Paulo, sob o título Inquisição ROL DOS CULPADOS, Editora Expressão e Cultura do Rio de Janeiro. Hoje existem um número muito grande de livros sobre o assunto cristãos-novos que nos a ideia de como eram eles e no que trabalhavam. No Nordeste muitos tinham Engenhos de Açúcar mas haviam outros em várias profissões como professor, médicos, trabalhadores no porto, alfaiates, sapateiros diferente dos que ainda existem eles fabricavam calçados. Houvem muitos que eram advogados principalmente no Rio de Janeiro e em Minas vieram até judeus espanhóis e de outros países para trabalhar nas Minas de ouro e também comerciantes que forneciam os trabalhadores etc.. etc…

  12. O sobrenome “Sena” tem, de fato, ligações judaico-sefaraditas? Já encontrei arquivos no site da “Torre do Tombo” de criptojudeus com esse sobrenome, mas não achei tão conclusivo.

    • Mas tem dúvidas existenciais e compreendo, e sente se mais Judeu que cristão ou Católico. Na Torre do Tombo é propriedade de pessoas que nada sabem, hoje para eles é importante serem simpatizantes dos Hebreus, mas fizeram erros grosseiros na história, eu sei, vocês não sabem.

      Morre neste anno o Reverendissimo Geral da nossa Ordem Fr. 1423 Angelo Salvetto com dous annos, e cinco mezes de governo, e jaz fepultado no Convento de S. Francisco de Sena, sua Patria , com o titulo de Vigario Geral da Ordem. Substitue o seu lugar até novo Capitulo Fr. Antonio de Massa por ordem do Papa Martinho V. Préga S. Bernardino na Cidade de Viruno, nos fins da Republica de Veneza , e com a efficacia de sua Doutrina extinguindo as grandes difcordias, que havia entre seus moradores por causa dos governos , reduz a todos a húa paz pacifica. Saó eleitos seis Bispos Menores. He eleito Fr. Alvaro de Salamanca Decano desta Universidade Joað Raffaneli , Confeffor, e Capellaó de Maria Rainha de França. Leva ElRey Affonso de Aragaó de Marselha para Valença o corpo de S. Luiz Bispo de Toloza, achado entre hum grande incendio, e estando escondido em hìa casa, por nað ser dezacatado.

      Acontece que Ezequiel Sena, no passado pertenceram à inquisição, como muitos outros nomes que vem a este fórum, mas se eu lhe disser, que fomos Judeus os Portugueses y Espanhóis, Alemanha, França, Marrocos, Helvéticos, Áustria, Bélgica, e se eu lhe disser que a Igreja Católica Romana e Apostólica nunca teve nenhuma propriedade deles em Portugal ?

      Se eu lhe disser que os Reis Portugueses, da primeira, segunda e terceira dinastias fomos mesmos Judeus ! A casa de Bragança que é Alemã vem desde 630 com uma casa Judaica.

      O Ezequiel, deve acreditar o que vai no seu coração, se acredita piamente que é Judeu, não se preocupe com mais nada, eu quero de volta todos os Judeus a Portugal y Espanha e eu não sou ninguém.

      A Igreja Católica Romana e Apostólica foi expulsa de Portugal em 1834, os seus pertences expropriados e vendidos em hasta pública em 1860, antes de 1834, em 1755 foram expulsos os Jesuítas e outras ordens de Portugal, saiba porquê.

      No Japão os Jesuítas portugueses foram expulsos do Japão, saiba porquê e o Japão não é católico.

      Sente se Judeu Ezequiel dou lhe os meus sinceros parabéns e seja bondoso para a sua família e para com a sua religião e respeite os outros. Não peço mais nada

      Obrigado

  13. Muitos dos nomes citados, potencialmente usados por Judeus, foram antes disso nomes aristocráticos portugueses e espanhóis.
    A única forma de saber é fazer a genealogia, de filho para pais, avós, etc.
    As teorias nesta área são meramente indicativas.
    Para o sr. entusiasta de Espinoza, Marx e Chomsky, são de facto alguns dos ideólogos/sofistas que mais detesto. Eles terão sangue judeu, como eu terei, mas na área das Humanidades a influência de “pensadores” judeus têm sido desastrosa. Muito esquerdistas, muito maçons, muito marxistas e muito dessa nova peste do pensamento contemporâneo chamada posmodernismo.

    Normalmente quando os judeus se afastam da sua cultura, sobretudo nestes últimos 100 anos, só dizem asneiras e são pródigos em permissividades.

    Sou Católico praticante e lamento sinceramente todas as perseguições levadas a cabo contra os judeus.

    Convido todos os judeus a ler o Novo Testamento. Sem stress. Ler devagar.

    O meu nome:

    Horácio Bandeiras Alves Nunes

    Tenho estirpes nobres antiquíssimas na Europa/Portugal/Espanha/França/Alemanha/Inglaterra/Itáliajá estudadas, na minha família e tenho quase a certeza de ter ainda algumas estirpes judaicas/Cristãos Novos, mas esta parte não a tenho estudada. Sei que nos últimos 300 anos, na minhas linhas paternas e maternas não tenho sangue judeu. Nem árabe. Nem qualquer outra raça. Mas em estirpes mais antigas as ligações existirão com toda a certeza. Sei que a minha família nos últimos 300 anos tem sido Católica praticante.

    A minha linha aristocrática mais antiga tem cerca de 1500 anos: um dos meus avós número 40 foi Carlos Magno e o 42 foi Carlos Martel. Para mim é uma honra enorme saber isto. Este estudo levou 15 anos de difíceis investigações, ainda assim foi fácil pois as ligações antigas já constavam na família de há muito.

    Cumprimentos e boas investigações !

    • Também é importante analizar todos os costumes das avós. A minha avó paterna acendia velas todas as sextas-feiras a noite – só os judeus fazem isso. Todos os sábados a minha tia paterna, a filha da minha avó, dizia alto ‘sábado é o dia da gloria’, um dito puro sefardita. Ninguém dos dois lados da minha família ia a igreja – apenas para casamentos, batismos, etc. E a igreja ficava apenas 100 metros da casa deles. E se um pedaço de pão caísse no chão, a minha tia nos dizia para pegá-lo e beijá-lo. Todos esses rituais são judeus.

    • Então veio de Bragança o amigo Horácio Nunes e qual o sobrenome associado à casa de Bragança ? Se veio de Carlos Martel deve ter isso em latim !

      Agradecia que colocasse aqui o caso da ligação a Carlos Martel se faz favor

      João

    • Existe um registo do Tempo dos Philippes de Espanha e mostra quem são os Nunes ou Nunnii em latim foi Inquisitor, está ali.

      Livinus De Meyere · 1715
      EXCERTO DO TEXTO – PÁGINA 200
      … cùm effet supremus Regni Lu tota illa Nunnii actione paràm moderatâ , pafitaniæ Inquifitor ? Defendit eas , non Hierony . rumque religiosâ ; poteft intelligi ex Literis Almus . Nunes , ut tertiò errat Historicus , led Ala phonsi Mendozæ Abbatis ..

      Nunnii actione paràm moderatâ , pafitaniæ Inquifitor Defendit eas , non Hierony. rumque religiosâ ; poteft intelligi ex Literis Almus. Nunes, ut tertiò errat Historicus, led Ala phonsi Mendozæ Abbatis Vallisoletani , & Ara phonfus Romerus Theologiæ candidatus. De chiepiscopi Toletani Magni Vicarii, ad Illuftrifhac triplici hallucinatione monitus, non acquiel fimum Cardinalem Quiroga Archiepiscopum Tocit, citans pro se Apologiam quamdam FF

      Pedro Monteiro · 1750
      Da origem das santas inquisiçoens da christandade, e da inquisiçaõ antiga, que houve neste reyno com os seus inquisidores geraes … Pedro … Fr. Pedro de Huesca , Inquisidor Geral Dominico . … Fr. Pedro Nunes , da Ordem dos Menores

      pagina 268 – A ordem Seráfica e da grande Observância foram as mais radicais contra judeus.

      Igreja as manda festejar em toda a Ordem dos Pregadores, e nas Dieceses de Sena , e Piza ; e que devem ser veneradas dos Fieis, como tambem que todas as suas imagens , assim as que havia no tempo, em que palfou o seu Breve o Summo Pontifice Clemente VIII. que já deixanios referido, como as que depois delle se fizera), e as que ainda pelo tempo adiante se houverem de fazer , se pódem pintar com as Chagas, que até isto impugnavao o Padre Fr. Pedro Nunes de Castro no seu Santoral Serafico, e seus sequazes. El. te Decreto do Summo Pontifice Benedicto XIII. fazemos saber aos nossos amados Irmaos, e com caridade, e zelo os advertimos , e amoestamos , para que assim o tenha) por certo, e pratiquem aos Fieis , como obedientes filhos da Igreja , e de taŭ grande Santo, como he o Serafim dos Patriarcas. Este he o jufto consello de Salama), quando nos seus Proverbios diz: Dá Japienti occafionem , & addetur ei fapientia, Doce juftum , eo feftinabit accipere.

      CAPITULO XXVII. Mostra-se haverem muitos Filhos, e Filhas da Ordem de S. Domingos recebido de Christo Senhor nosso a impresjao real, e externa das Sagradas Chagas. Omo o P. Fr. Pedro Nunes tem por duvida fas as Chagas, que os Escritores affirmað imprimira Christo Senhor nosso nas maðs, pes , e lado de algumas Santas, fundado em que a nenhum Santo as concedera Christo , senañ a nosso Serafico Padre S. Francisco; e o Author da Verdade Elucida. da absolutamente affirma, que semelhante graça a nenhum Santo, ou Santa fora até agora concedida , julgámos naõ deviamos proseguir o nosso assumpto fem convencer primeiro esta falsidade , e desvanecer aquel. la duvida; nað por inveja que tenhamos das Chagas de N. P. S. Francisco (como nað sem escandalo nofso escreveo o Padre Fr. Pedro Nunes ) porque se des por Claristo , dimana tanta gloria à Religiao Serafica, nað he menor a que participa a Religia) Dominicana , por serem estas duas fagradas familias filhas do mesmo Serafim chagado, e mutuamente interessadas nas glorias de huma , e oütra Religiaõ; mas sim para manifestar a verdade , lembrados do que ensina o Direito Canonico. Distinct. 83. Can., cui non refiftitur , approbutur :

      Fr. Pedro Nunes, da Ordem dos Menores. Escreveo contra as Chagas de Santa Catharina de Sena, e mais Santas, 261. Convence-se a sua falfidade, 263 , e feg.

      E não coloco aqui o que é, os Nunes executaram em Espanha aos 7500 judeus, vá procurar e fique sentado. Isto é o passado. E eu não sou Judeu, eu fico incomodado com injustiças.

      João

  14. O meu texto saiu com algumas gralhas ortográficas pelas quais peço desculpa. Escrita rápida dá nisto, às vezes.

    Já agora refiro aqui um pormenor interessante. Tenho Nunes no bilhete de identidade e sei que pertenço aos Nunes medievais, dos séculos XI e XII. Só que não sei se estes dois Nunes que eu tenho estão relacionados. Porquê ? Porque a minha estirpe dos Nunes que consta do bilhete de identidade e do meu registo de nascimento não a tenho estudada.

    Mas na grande investigação que fiz de outra das minhas estirpes fui dar aos Nunes dos séculos XI e XII, de grandes linhagens aristocráticas. De memória referirei agora as minhas outras estirpes dos séculos XI, XII, XIII e XIV: Meneses, Veiga, Ribeira, Paes, Annes, Teles, Vasconcelos, Moniz, Bragança, Sousa, os Nunes já referidos e outros, tão relevantes quanto estes.

    Ligações à Casa Condal de Barcelos e à Casa Real Portuguesa, Sancho I é um dos meus avós número 28 e Afonso Henriques um dos meus avós número 29, para além de ligações aos reinos de Leão e Astúrias, Castela, reis de Navarra, casa condais e ducais um pouco por toda a Europa e casa reais até à Dinamarca, etc.

    Este assunto é fascinante e difícil. Quanto às estirpes plebeias, também essas podem revelar grandes e grandes surpresas, pois regra geral existem ciclos históricos que levam as estirpes familiares da pobreza plebeia à riqueza aristocrática, muitas vezes com grandes méritos e é isso que é bom, outras vezes é ao contrário.

    Que ninguém se sinta diminuído por aparentemente só ter ligações plebeias. Provavelmente à 500 anos, ou 1000 anos, etc, entroncarão com reis de grande nomeada.

    Que ninguém desanime por não encontrar nada de relevante. Há que continuar a investigar. Muitas das vezes as pessoas não sabem por que estirpe começar. Esse é o problema.

    No meu caso foi mais simples pois sabia que uma das minhas estirpes tinha relevantes ligações medievais. Fui confirmar fazendo o trato sucessivo de registo de
    nascimento a registo de nascimento.

    Há problemas que a um investigador profissional se apresentarão insolúveis, mas que a um investigador dedicado e com uma grande capacidade de raciocínio lógico tais problemas desaparecerão.

    Quem se quiser testar como investigador terá nestas matérias desafios constantes.

    E seriam precisas muitas vidas para esclarecer todas as estirpes. Quantas vidas ? Concerteza milhares, pois estamos a falar de estirpes/ramos de árvore muito frondosa com raízes no início da Humanidade e no início da História das Populações do planeta Terra.

    Para terminar uma história curiosa de um famoso monárquico português que me disse não ter encontrado linhagens aristocráticas, tendo tentado toda a vida.

    Isto também pode acontecer. Provavelmente as investigações deste sr. foram feitas com pouca amplitude histórica. Tenho a certeza que também ele terá ligações a grandes linhagens, que ao fim e ao cabo, somos todos parentes uns dos outros…

    • Isto é o passado, os Meus foram Judeus e tivemos Reis Judeus desde 630 até 1718 em Portugal e eu não gosto de injustiças, e não foram só, os Nunes, os Ribeiro e Sá, fizeram coisas que no comum dos mortais, era aceitável para esta gente fazer o que fizeram, eu fiquei sem palavras, quando li o que esta gente mandou fazer. É uma vergonha, só para terem títulos, posição e sei la mais o quê.

      Aqueles nazis que executaram 6 milhões de Judeus, muitos mudaram para nomes Judaicos com a esperança em não serem mortos, fizeram crimes contra a humanidade que não devia ter acontecido. O Papa da Católica, no principio do genocídio encontrou se com Hitler, hoje existem documentos a provar a mentira da Igreja Católica.

      Procedimientos de la Inquisición: persecuciones religiosas, ..
      Julio Melgares Marín · 1886
      EXCERTO DO TEXTO – PÁGINA 20
      persecuciones religiosas, orígen y carácter eclesiástico de la Inquisición, escándalos de los inquisidores, de los frailes y de los … ni esto ni aquello haría yo sino por cumLuis Nuñez Coronel se ocupaba por entonces en escribir una refutacion del luteranismo , y en sus … Años despues le encontramos en España , como secretario del arzobispo de Sevilla é inquisidor general D. Alonso Manrique

      Hoje mudam de atividade, mudam de vida, hoje escrevem livros a dizer o contrário, quando postamos registos de 1500, 1600 e 1700, ficam calados, porque a verdade vem ao de cima, estou a descobrir tudo, se o Nunes vem de Carlos Martel fica a saber que este foi Judeu.

      Historia da Santa inquisiçaõ do reyno de Portugal e suas
      Pedro Monteiro · 1750
      EXCERTO DO TEXTO – PÁGINA 261
      Livro segundo, Da Santa inquisiçaõ antiga, que houve neste reyno desde o Senhor rey D. Affonso 2., até o governo do … o Padre Fr. Pedro Nunes de Fr. Pedro Nunes de Castro , Guardiaõ do feu Convento de N. P. S. Fran- Castro da Ordem .

      A inquisiçټûao em Portugal e no Brazil: subsidos para a sua ..
      António Baião · 1906 · ‎
      EXCERTO DO TEXTO – PÁGINA 92
      Este foy o primeiro nomeado para inquisidor da Santa Inquisição de Lisboa aos 16 de julho de 1539 . … na Universidade de Paris , e nella lente da mesma faculdade , religioso da ordem dos prégadores , foi feito inquisidor aos 10 de novembro de 1540 . … 12 – Pedro Nunes , doutor em canones , 7 de outubro de 1565

      Este Cristovão Nunes, prendeu o Fernão d´Oliveira na Santa Inquisição e não saiu enquanto não lhe desse a esse Nunes o seu património. Hoje todas as famílias se encontram, e perguntam se, o porquê da aversão a algumas, o porquê de não gostarmos de certas famílias, porque no passado tivemos situações destas e ficaram gravados no sangue o mal que os outros nos fizeram.

      ue lhe diso pasey, que foy feyta a dez dias do mes de Dezembro do anno de mil e quinhentos e cinquenta e quatro. E por o dito Loo Fernão dOliueyra ser depois preso, e estar no carçere da santa Inquisição, onde ynda aguora estaa, a my me prouue por outra minha prouisão, feita a uinte e seis dias do mez doctubro do anno de b.o e lo e cinquo, que Christouão Nunes, que foy lemte do collegio das artes da dita cidade de Coymbra, seruise o dito carguo de Correytor em quanto o dito Fernão dOliueira não fosse solto e eu ouuvese por bem, e que tiuese com elle doze mill reis em cada hum anno.

      Isto é querer ser Judeus. Não tenho mais palavras. Talvez devam perdoar a estas famílias o que fizeram contra os nossos Judeus, fica ao vosso critério.

  15. Fortaleza, CE, 13 de julho de 2019.
    Atenção, caros leitores.
    Estamos falando de nomes próprios de pessoas. Que tem isto a ver com crença religiosa da pessoa em questão? Eu, por exemplo, tenho o nome Vicente e o sobrenome Oliveira. E sou judeu, com muita honra. Mas não por causa do sobrenome Oliveira, pois minha família, que só conheço até 3 gerações atrás, era toda cristã católica. E eu mesmo era muito católico, até o dia em que comecei a questionar os fundamentos teológicos do cristianismo, o que engloba catolicismo, evidentemente. E, após estudar e questionar os fundamentos do cristianismo, optei pela conversão ao judaísmo. Portanto, creio que é jogar trabalho fora tentar provar meu judaísmo ou outra crença qualquer com base em nomes e sobrenomes de meus antepassados. Religião é um conjunto de crenças e não um conglomerado de patronímicos. E como a crença de cada cidadão é sagrada, defenderei com unhas e dentes o direito de todo cidadão optar pela crença que lhe parecer a verdadeira. Portanto, o católico tem todo o direito de praticar sua religião, e espero contar com o apoio dos leitores católicos para que eu possa continuar na prática de minha religião atual. Minhas saudações, e que o Todo-Poderoso distribua as suas bênçãos a todos os seus filhos deste planeta Terra, não importando sua crença, e sim a sinceridade com que cada fiel a pratica.

  16. meu sobrenome é luz do espirito santo gostaria de saber se sou judeu convertido ,pois a família da minha mãe só se casam entre primos e manteve esses sobrenome por mais de 3 gerações , como cristão novo.

  17. Realizei dois exames de DNA em laboratórios sérios e isentos nos EUA, e nos resultados já recebidos, encontrei centenas de primos distantes de terceiro até quinto graus, os quais são judeus, alguns com diversos famiiares mortos em campos de concentração nazista.
    Creio que um exame de DNA nos dá a mais absoluta certeza de nossas origens, é impossível alguém manipular os seus gens, o que está lá, é o resultado do que somos e de onde viemos, e disto, podemos ter a mais absoluta certeza!
    Um pensamento sempre me sobreveio: se eu encontrei centenas de primos distantes em minha ascendência, seria razoável, logico e aceitável afirmar que em “algum lugar no passado”, a minha família foi judia?
    Sabendo da seriedade e incomensurável cuidado e fidelidade do povo judeu em manter as suas tradições, obediência e pureza, como que estes primos judeus antepasados meus foram aparecer nestes testes de DNA, seria uma mera “obra do acaso”, caíram de paraquedas ai por um acaso?
    Bem, sinceramente, seria estupidez acreditar em tal possibilidade, pois o DNA não mente!
    Tenho o desejo de iniciar o mais rápido o quanto possível a pesquisa genealógica para descobrir se descendo de algum cristão-novo, porém, gostaria de ouvir a opinião dos amigos, pois sei que aqui existe pessoas com bem mais conhecimentos do que eu para me dar uma opinião mais abalizada a este respeito, sendo assim, tendo encontrado estes primos distantes judeus, é aceitável e lógico eu afirmar que sem sombra de dúvidas sou descendente do povo judeu, ou seja, se algum dia, em algum tempo passado, a minha família foi uma família judia, tendo se distanciado pelos mais diversos motivos, tais como perseguições, conversões forçadas, assimilações, etc, neste caso, posso ter a certeza e afirmar que sou judeu, pouco importando os motivos pelos quais no decorer dos séculos nos afastamos do judaísmo, a verdade é uma só: se venho de uma família antepassada de judeus, é fato inegável que como consequência direta deste fato comprovado, posso afirmar que sou judeu, pois carrego no meu sangue o gene judeu, e isto é algo que siplesmente é impossível negar!
    Gostaria muito de ouvir a opinião dos prezados colegas deste fórum quanto a este aspecto destes antepassados (primos distates), judeus, os quais encontrei em meus testes preliminares de DNA.
    Grato a todos, saudações cordiais!

    • Prezado Senhor,
      Eu sou espanhol, mas um dos meus sobrenomes é também Nascimento. Meu bisavô chegou a Espanha proveniente uma aldeia perto da Guarda, na Serra da Estrela. Tenho ouvido que essa região acolhia uma importante comunidade Judia, antes de que Portugal fosse “anexionado” (temporariamente) pela corona de Castela no século XVI e lhes foram aplicadas as mesmas leis racistas e cristo-fundamentalistas vigentes então em aquel pais. Como é bem sabido, judeus e árabes ibéricos foram forçados a conversão ou o exílio. Depois de pensar no caso, tenho a “suspeita” de que Nascimento seja um apelido de converso ou “cristão novo”. É interessante observar também que no Brasil há muitos “Nascimento”, mas esses Nascimentos brasileiros dificilmente podem ser os meus irmãos (geneticamente falando) do fato que são pretos como uma noite sem lua. Que melhor nome que Nascimento (= Natal, Nascimento de Cristo) para “cristianizar infieles”, sejam Judeus, muçulmanos ou escravos africanos? Bom, é só uma teoria. Há ainda uma explicação menos romântica para o nosso nome: o recebiam as pessoas nascidas no dia de Natal, segundo leio na internet… no entanto gostaria de conhecer a sua opinião.
      Saludos, JMN

      • Jacobo, na cidade da Guarda tem o centro histórico e lá existem as construções antigas e a parte é chamada de judiaria, onde eram as casas dos “judeus convertidos”. O centro histórico tem a Catedral da Sé da Guarda, a Torre da Guarda. Meu avô materno é de lá. Fui ano passado lá. São 4h 30 de Lisboa de trem, até a estação do cmboio e de lá uns 15 minutos de taxi ou autocarro até o centro histórico.Pretendia voltar esse ano para descobrir mais, mas veio a pandemia.Tudo p que consegui , foi pela internet. Na Guarda eles mantém registros de TODOS os nascimentos, casamentos, óbitos. No meu caso, pesquiso a região onde meu avô vivia, que é Freguesia da Vela.Família Fernandes. Para te facilitar, se tiver o nome da Freguesia onde seus antepassados viveram, fica melhor. a Igreja registrava tudo. E ficou tudo guardado. Portugal preserva tudo. Aqui no Brasil não se preserva nada. Meu avô veio para cá e foi trabalhar como operário na construção do Cristo Redentor. Mas ele veio pra cá, e só colocou o sobrenome Fernandes no documento quando chegou aqui, pra trabalhar. Afinal, eram inúmeros portugueses chamados Antonio. O povo vinha para cá, mas não falava muito do passado. A impressão que tenho é que tinham vergonha ou medo desse passado. Meu avô era da roça, do mato e as pessoas naquela época não tinham muito essa preocupação de preservar passado. cada dia era um dia para sobreviver. Achamos até que ele deixou familia por lá, mas nunca mais voltou. E aqui , construiu outra familia. Não encontrei nada sobre os trabalhadores do Cristo Redentor. Somos um país sem memória. Se não fosse Portugal, Espanha, ou os demais países terem as informações para procurarmos, seriamos apenas “sombras”. Agora , preciso encontrar a família Martins em Vila Real, de onde era o outro avô. Já encontrei alguns de lá, pela internet. Boa sorte na sua pesquisa.

  18. Hoje, 2020,é muito fácil autoproclamar uma pretensa ancestralidade judia. Gostaria de ver esses mesmos pretendentes a judeus mostrar a mesma disposição há 80 ou 90 anos atrás. Vamos viver a vida atual sem esquecer as lições do passado. Vamos estar atentos para que as tragédias do passado não se repitam e honrar aqueles que pagaram com a vida o preço de sua ancestralidade.

    • Não tenho nenhuma preocupação se sou descendente de judeus, sou apenas um ser humano. Mas voltando ao passado, digo que, meu avô José Pereira Tangerino tinha uns hábitos interessantes: Era criança, bastava espirrar ele dizia “Deus ti cri”; “Quando ia beber vinho, dava um gole pro santo”; “e jogava um punhado de terra no caixão do parente sepultado”. Não sabia ler e nem escrever, nasceu em 1894 e faleceu em 1986. Esses hábitos seriam de origem judaica?

  19. Resumindo pessoal, vamos deixar de adoraração a imagens e vamos para o protestantismo. Acabou a perseguição,não há mais fogueira!

  20. Sou nascido no litoral de SP, porém meus pais sao ambos naturais do estado de Pernambuco. Nossa familia e bastante antiga na capital Recife e região. Existem registro de nossos antepassados ligados a sinagoga Kahal Zur Israel em Recife, sinagoga mais antiga das Américas e ligações com Domingos Felpa Bezerra Barbuda, conhecido como o velho judeu, patriarca de senhores de engenho na varzea do capiberibe. Possuo ascendência sefardita do lado do meu pai e da minha mãe, Portugal e Espanha. Lembro-me desde criança minha mãe tinha vários costumes judaicos. Sempre tive vontade há muitos anos de fazer o retorno as minhas origens judaicas. Nesta altura estou a conseguir a minha cidadania portuguesa via judaísmo sefardita.

  21. Estava fazendo a árvore genealógica do meu pai e só então descobri que eram judeus, mas muito muito antigos. Meu ancestral (teoricamente judeu) veio ao Brasil nos anos de 1500, recebendo as terras da atual Praia de Botafogo. Era o João Pereira de Souza – o Botafogo (apelido), filho de Francisco de Souza Pereira e Inês de Brito e Carvalhaes. Casou-se com Maria da Luz Escórcia Drummond, filha de Manoel da Luz Escórcia Drummond e Bárbara Rodrigues.
    Alguém pode me dizer como confirmar se ele era judeu sefardista?
    Outro coisa, se ele era, mesmo com essa distância de mais de 500 anos entre eu e ele, teria eu direito a cidadania portuguesa???

  22. A família do meu pai tem os sobrenomes Azevedo e Carneiro e a maioria dos meus antepassados por parte de pai são todos primos(as), parentes , tirando a parte que agente mora na região Nordeste , eu não sei se sou descendente de judeus realmente mais já fico alegre!

  23. Eu tenho um sobre nome que nunca vi em outro lugar é ROUPA! Meu avô paterno era de Portugal, do Porto! Meu pai nasceu em Niterói, Rio de Janeiro! A minha mãe nasceu no Brasil Rio de Janeiro, seu pai era Italiano , região do Venito e sua mãe brasileira de pai Português! Estive em Portugal e fiz alguns estudos em lugares indicados, porém não cheguei a nenhuma conclusão! Alguém já tinha escutado falar nesse sobrenome, ROUPA? Meus outros sobrenomes são: SOARES e FERNANDES, pelo lado paterno e pelo lado materno: Menezes e Oliveira! Alguém tem algum comentário? Por favor agradeceria!

    • Pelo menos os nomes Menezes e Soares poderão ser antigos. Se forem aos Menezes e Soares medievais. Se não tiver apetência por investigações, entregue o assunto a profissionais de genealogia. Eu começaria pelos dois que referi, mas às vezes os nomes menos brilhantes poderão levar a outros mais interessantes. Só para que saiba os Menezes e os Soares são das estirpes Portuguesas mais antigas e mais nobres. Mas ter os nomes não significa que se vai directamente aos originais da Idade Média. Eu por exemplo, vou aos Menezes e Soares do sec. XII e XIII. Para além de muitos outros nomes idênticos medievais. As famílias nesses tempos casavam num lote de duas dezenas de famílias. Falo da Alta Nobreza. Mais coisa menos coisa. Os Menezes têm origem em Espanha, não longe de Trás os Montes, Portugal. Menezes e Soares são Alta Nobreza no séc. XII em Portugal. Se tiver esses nomes ligados aos medievais, pode ter a certeza que terá outros identicamente de alto pedigree. Mas encontrar as ligações antigas não é fácil. Um conhecido meu monárquico disse-me que tentou a vida toda e não chegou a lado nenhum com interesse genealógico. Tem de se estar preparado para tudo. E havia muitas bastardias, como hoje também há. Muitas vezes vai-se dar a um muro alto intransponível. Outras vezes o que parece verdadeiro é falso. Mas o que conta são os documentos paroquiais e outros docs oficiais. Se quiser fazer todos os seus nomes ao mesmo tempo, irá devagar. Se quiser seguir os Menezes só, andará mais depressa. Depois iria aos Soares. O Soares vulgarizou-se bastante. Acredito que o nome Menezes também se tenha vulgarizado no Brasil, em Portugal não tanto. Não há nada como começar. Boa sorte.

  24. ….meus sobrenomes tenho por parte de mãe …Alves de Carvalho e na parte pai …de Moura Fé e não pretendo nada vezes nada de Portugal. Ser de sangue judeu é talvez meu maior sonho por que isso me trará uma significância espiritual, sobretudo, e consequentemente terei a certeza de portar os genes de Abraão, David…e por fim Jesus.

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