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Início Histórias Curiosidades

Indicativo perigoso! Autoridades avisam: não atenda

Recebeu uma chamada internacional desconhecida? Saiba como funciona a burla Wangiri, porque não deve ligar de volta e como evitar custos inesperados.

Sara Costa Por Sara Costa
07/09/2026
em Curiosidades, Notícias
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Indicativo perigoso! Autoridades avisam: não atenda

Indicativo perigoso! Autoridades avisam: não atenda

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Uma chamada perdida de um número internacional pode parecer um simples engano. Mas, em alguns casos, pode ser o isco para uma fraude telefónica conhecida como Wangiri. Saiba como funciona, porque não deve ligar de volta e o que fazer para evitar custos inesperados.

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O telemóvel toca. Uma vez. Talvez duas. Antes de alguém conseguir atender, a chamada termina.

No ecrã fica apenas um número desconhecido, muitas vezes com um indicativo internacional. Surge então uma pergunta quase automática:

“Quem me terá ligado?”

É precisamente essa curiosidade que pode ser explorada por burlões.

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A chamada perdida pode não ter como objetivo estabelecer uma conversa. O propósito pode ser simplesmente despertar a vontade de ligar de volta.

É assim que funciona uma das técnicas de fraude telefónica conhecidas como Wangiri, expressão de origem japonesa associada a chamadas que tocam brevemente e são desligadas.

A recomendação mais importante é também a mais simples: se não reconhece o número e não estava à espera da chamada, não ligue de volta.

A ANACOM tem alertado para chamadas provenientes de números internacionais desconhecidos e recomenda que os utilizadores não devolvam chamadas cuja origem não conheçam.

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O que é a burla Wangiri?

A burla Wangiri explora um comportamento perfeitamente normal: verificar uma chamada perdida e tentar perceber quem telefonou. O esquema pode começar com uma chamada automática efetuada para um grande número de telefones. O toque é interrompido rapidamente, ficando registado no aparelho como uma chamada não atendida. Depois, começa a segunda parte.

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A vítima vê o número. Fica curiosa. Pensa que poderá tratar-se de alguém conhecido, de uma empresa ou até de uma chamada importante. E liga.

É precisamente esse retorno que pode gerar o prejuízo.

Dependendo do número utilizado, da rede e das condições do tarifário, a chamada pode originar custos inesperados, sobretudo quando envolve números internacionais ou serviços com tarifas elevadas.

A MEO também descreve o Wangiri como um esquema em que chamadas muito breves procuram levar o destinatário a devolver o contacto.

O toque, por si só, pode ser apenas o anzol.

A chamada de retorno é o verdadeiro objetivo.

Como funciona a burla passo a passo?

O método é simples e, justamente por isso, pode passar despercebido.

1. O telemóvel toca

Surge uma chamada de um número que não está guardado nos contactos.

2. A chamada termina rapidamente

Muitas vezes, o telefone toca apenas durante alguns segundos.

3. Fica uma chamada perdida

O número permanece no histórico do telemóvel.

4. Surge a curiosidade

A pessoa tenta perceber quem telefonou e porque razão não deixou mensagem.

5. A vítima devolve a chamada

Este é o momento crítico do esquema.

6. Podem surgir custos inesperados

Dependendo do número contactado e do tarifário aplicável, a comunicação poderá ter um custo elevado.

É por isso que uma regra tão simples pode evitar uma desagradável surpresa na fatura:

chamada internacional desconhecida + nenhum contacto esperado = não devolver automaticamente.

Uma chamada perdida pode custar dinheiro?

Pode.

Mas é importante evitar alarmismos.

Receber uma chamada desconhecida não significa, por si só, que já exista um prejuízo.

O risco está sobretudo em determinadas situações de retorno da chamada.

O custo depende de vários fatores, incluindo o número para o qual se liga, o país de destino e as condições contratadas com o operador.

Por isso, não existe uma tarifa universal aplicável a todas as chamadas deste género.

O erro está em assumir que, por ser apenas uma chamada perdida, devolver o contacto será necessariamente gratuito ou inofensivo.

Uma chamada internacional inesperada deve ser tratada com prudência.

E se a chamada começar por +30?

O indicativo +30 corresponde à Grécia.

No entanto, o facto de uma chamada começar por +30 não significa automaticamente que seja uma burla.

Este é um ponto importante.

Os esquemas telefónicos podem utilizar diferentes números e indicativos. Além disso, existem técnicas de spoofing, através das quais o número apresentado no telemóvel pode não corresponder à verdadeira origem da chamada.

Por isso, não é aconselhável memorizar apenas um determinado indicativo como sendo “o indicativo das burlas”.

A regra mais segura é mais abrangente:

qualquer chamada internacional que não seja reconhecida ou esperada merece cautela.

Se não houver uma razão legítima para o contacto, não existe necessidade de devolver a chamada apenas para descobrir quem está do outro lado.

“Mas pode ser uma chamada importante…”

É verdade.

Pode acontecer que uma chamada desconhecida seja legítima.

Pode tratar-se de um familiar que está no estrangeiro, de uma empresa, de um serviço que está efetivamente a tentar contactar a pessoa ou de alguém que ligou por engano.

É precisamente por isso que a recomendação não deve ser interpretada como “todas as chamadas internacionais são burlas”.

O princípio é outro:

não devolva automaticamente uma chamada cuja origem não consegue confirmar.

Se existir uma razão legítima para alguém contactar, haverá muitas vezes outras formas de confirmar a identidade.

Uma empresa poderá ter um contacto oficial.

Um familiar poderá enviar uma mensagem.

Um serviço poderá voltar a ligar.

Quando existe uma dúvida, confirmar primeiro é muito mais seguro do que ligar por impulso.

O perigo está na curiosidade

A força deste tipo de fraude está menos na tecnologia do que no comportamento humano.

Uma chamada perdida cria uma pequena inquietação.

“Quem foi?”

“Será urgente?”

“Será alguém que conheço?”

“Porque não deixou mensagem?”

A pessoa abre o histórico.

Carrega no número.

E, em poucos segundos, a curiosidade transforma-se numa chamada.

Os burlões conhecem bem este mecanismo.

Não precisam de convencer alguém através de uma longa conversa. Em determinadas variantes, basta conseguir que a própria vítima tome a iniciativa de estabelecer o contacto.

É uma burla que pode começar com apenas um toque.

Não ligue de volta apenas para descobrir quem é

Esta é talvez a regra mais importante de todo o artigo.

Se surgir uma chamada internacional desconhecida, não existe vantagem em devolver imediatamente o contacto.

Não importa se o número parece “normal”.

Não importa se tem um indicativo europeu.

Não importa se a chamada durou apenas alguns segundos.

Não importa se o telemóvel mostra uma fotografia ou outro elemento associado ao contacto.

Se não sabe quem ligou, confirme antes de ligar.

Uma chamada legítima pode voltar a ser efetuada.

Se for realmente importante, a pessoa ou entidade poderá tentar outro meio de contacto.

E se alguém ligar novamente?

Uma segunda chamada também não é uma garantia absoluta de legitimidade.

Se o número continuar desconhecido, mantenha a prudência.

Caso decida atender, não forneça informações pessoais, dados bancários, códigos de segurança ou palavras-passe.

Se a pessoa disser representar um banco, empresa, operador ou entidade pública, não é necessário resolver tudo durante aquela chamada.

Desligue e contacte a entidade através de um número oficial.

É particularmente importante não utilizar apenas o número indicado pelo próprio interlocutor para confirmar a sua identidade.

Cuidado com o spoofing telefónico

O spoofing acrescenta uma dificuldade importante.

O número que aparece no ecrã nem sempre deve ser considerado uma prova de identidade.

Uma chamada pode apresentar um número aparentemente legítimo ou um indicativo que inspira confiança, quando, na realidade, o contacto foi falsificado.

Por isso, a pergunta certa não é apenas:

“Este número parece verdadeiro?”

É também:

“Estava à espera desta chamada?”

Se a resposta for negativa e o interlocutor começar a pedir dados, códigos, dinheiro ou a exercer pressão, a chamada deve ser terminada.

Nunca forneça códigos recebidos por SMS

Este conselho aplica-se sobretudo quando a chamada deixa de ser apenas uma chamada perdida e passa a envolver uma conversa.

Um burlão pode tentar obter:

  • códigos de autenticação;
  • códigos enviados por SMS;
  • dados bancários;
  • números de cartões;
  • palavras-passe;
  • dados pessoais;
  • informações sobre contas;
  • códigos de acesso a aplicações.

Um código recebido no telemóvel não deve ser partilhado com alguém que iniciou o contacto consigo.

Mesmo que o interlocutor conheça o nome, número de telefone ou outros dados pessoais, isso não prova que seja quem afirma ser.

E se disserem que são da ANACOM, do banco ou de outra entidade?

É precisamente nestas situações que a pressão psicológica pode ser mais eficaz.

Uma pessoa pode receber uma chamada de alguém que afirma representar uma entidade conhecida.

Pode ouvir palavras como:

“fraude”, “crime”, “processo”, “bloqueio”, “dívida” ou “urgente”.

O objetivo pode ser provocar medo suficiente para que a vítima deixe de questionar a situação.

Em 2026, a ANACOM alertou, inclusivamente, para chamadas fraudulentas em que os autores se faziam passar por colaboradores da própria autoridade.

A existência de alguns dados pessoais corretos também não garante autenticidade. Esses dados podem ter sido obtidos anteriormente por diferentes meios.

Quando uma chamada provoca medo e exige uma decisão imediata, o melhor caminho é parar, desligar e confirmar por canais oficiais.

O que fazer quando recebe uma chamada internacional desconhecida?

Não é necessário entrar em pânico.

Basta seguir alguns passos simples.

1. Não devolva a chamada.

Se não reconhece o número, evite ligar de volta por impulso.

2. Não forneça dados pessoais.

Nunca confirme informações sensíveis a desconhecidos.

3. Não forneça códigos.

Códigos recebidos por SMS ou aplicações de autenticação são pessoais.

4. Não siga instruções durante uma chamada suspeita.

Não instale aplicações nem permita acesso remoto ao equipamento a pedido de desconhecidos.

5. Bloqueie o número, se necessário.

Isto pode impedir chamadas repetidas daquele contacto.

6. Guarde informação relevante.

Anote o número, data e hora da chamada se existir suspeita de fraude.

7. Contacte o operador se aparecer uma cobrança inesperada.

O operador poderá esclarecer a origem e o custo da comunicação.

8. Em caso de suspeita de crime, denuncie.

A situação pode ser comunicada às autoridades competentes.

E se já tiver ligado de volta?

Não é motivo para assumir imediatamente que perdeu dinheiro.

O primeiro passo é verificar a chamada.

Consulte:

  • a duração;
  • o número contactado;
  • o país de destino;
  • o custo indicado pelo operador;
  • eventuais comunicações recebidas posteriormente.

Se existir uma cobrança que não reconhece, contacte o operador e explique o sucedido.

Se durante a chamada tiver fornecido dados pessoais, códigos ou informações bancárias, a situação deve ser tratada com maior urgência.

Nesse caso, contacte também a entidade financeira envolvida e siga as instruções de segurança indicadas.

Se houver indícios de fraude, guarde todas as informações disponíveis para apresentar uma participação.

E se tiver fornecido dados bancários?

Nesse cenário, não deve esperar para perceber se alguma coisa acontece.

Contacte imediatamente o banco através dos canais oficiais.

Explique que os dados poderão ter sido comprometidos e siga as instruções fornecidas pela instituição.

Se tiver partilhado credenciais de acesso, altere-as através dos meios oficiais e verifique cuidadosamente os movimentos da conta.

Quanto mais cedo uma situação de possível fraude for comunicada, mais rapidamente poderão ser tomadas medidas de proteção.

Aplicações de identificação de chamadas são suficientes?

Podem ajudar, mas não são uma garantia.

Alguns serviços conseguem identificar números associados a chamadas indesejadas ou que já foram denunciados por outros utilizadores.

Mas os burlões podem mudar frequentemente de número e recorrer a técnicas de falsificação.

Por isso, um número que não esteja assinalado como suspeito não deve ser automaticamente considerado seguro.

A tecnologia pode ajudar.

A atenção continua a ser essencial.

Como proteger o telemóvel contra chamadas fraudulentas?

Existem alguns hábitos simples que podem reduzir o risco.

Mantenha o sistema operativo atualizado.

Utilize as funcionalidades de bloqueio e identificação de chamadas disponíveis no equipamento.

Evite guardar dados sensíveis em locais facilmente acessíveis.

Não instale aplicações provenientes de fontes desconhecidas.

Nunca permita acesso remoto ao telemóvel ou computador a alguém que telefone inesperadamente.

E, sobretudo, mantenha uma regra simples:

nenhuma chamada deve obrigar a uma decisão imediata.

Se alguém disser que existe um problema urgente, desligue e confirme.

Wangiri não é o mesmo que todas as burlas telefónicas

É importante distinguir conceitos.

O Wangiri está associado à utilização de chamadas breves para incentivar o destinatário a devolver o contacto.

Outras burlas telefónicas podem envolver falsos funcionários de bancos, autoridades, operadores de telecomunicações ou empresas.

Também podem existir tentativas de phishing por SMS, chamadas automatizadas, spoofing ou técnicas de engenharia social.

Os métodos são diferentes, mas existe um ponto em comum:

o burlão tenta provocar uma reação antes que a vítima tenha tempo para pensar.

Por isso, parar é uma das melhores formas de proteção.

O medo também pode ser uma ferramenta de fraude

Nem todas as burlas começam com curiosidade.

Algumas começam com medo.

“Existe um problema com a sua conta.”

“O seu número está associado a uma situação ilegal.”

“Tem de confirmar os seus dados.”

“Se desligar, o serviço será bloqueado.”

Frases deste género podem criar uma sensação de urgência.

Mas uma verdadeira situação importante não deixa de existir porque a pessoa desligou a chamada para confirmar a informação.

Desligar para verificar não é perder uma oportunidade. É ganhar segurança.

O que fazer perante uma chamada suspeita de um banco?

Se alguém disser representar o banco, não forneça códigos nem informações confidenciais durante uma chamada inesperada.

Desligue.

Depois, utilize a aplicação bancária oficial, o número que consta no cartão ou outro contacto oficial que já conheça.

Nunca procure simplesmente o contacto através de uma mensagem recebida durante a chamada.

O objetivo é garantir que a confirmação é feita através de um canal independente.

O que fazer perante uma chamada suspeita de uma autoridade?

O princípio é exatamente o mesmo.

Uma entidade pública legítima não deve ser usada como motivo para abandonar todos os cuidados de segurança.

Se alguém disser representar a ANACOM, a polícia, as Finanças, a Segurança Social ou outra entidade, confirme diretamente através dos canais oficiais.

Uma chamada telefónica não transforma automaticamente o interlocutor em autoridade.

A regra dos três passos

Para memorizar facilmente o que fazer perante uma chamada suspeita, pode utilizar uma regra muito simples:

PARAR → DESLIGAR → CONFIRMAR

Parar: não agir por impulso.

Desligar: terminar uma chamada que provoque desconfiança, medo ou pressão.

Confirmar: contactar a entidade ou pessoa através de um canal oficial e independente.

Três passos simples podem impedir que uma situação aparentemente banal se transforme num problema financeiro ou de segurança.

Perguntas frequentes sobre a burla Wangiri

O que significa Wangiri?

Wangiri é o nome associado a um método de fraude telefónica baseado em chamadas muito breves, frequentemente desligadas antes de serem atendidas, com o objetivo de incentivar a vítima a devolver a chamada.

Receber uma chamada Wangiri já cobra dinheiro?

Em regra, o simples recebimento da chamada não significa automaticamente que exista uma cobrança. O risco está sobretudo em devolver a chamada e nas condições aplicáveis ao número contactado.

Devo ligar de volta para saber quem telefonou?

Não é aconselhável devolver automaticamente uma chamada internacional desconhecida. Se o contacto for legítimo e importante, procure confirmá-lo por outro meio.

O indicativo +30 significa que é uma burla?

Não. +30 é o indicativo da Grécia, mas um indicativo internacional, por si só, não prova que uma chamada seja fraudulenta.

E se a chamada vier de outro país?

A mesma prudência deve ser aplicada. Não é seguro assumir que apenas determinados países estão associados a este tipo de fraude.

E se já tiver ligado de volta?

Verifique a duração e o eventual custo da chamada. Se detetar uma cobrança inesperada, contacte o operador. Se tiver fornecido dados pessoais ou bancários, contacte imediatamente as entidades envolvidas.

Devo bloquear o número?

Pode bloquear o número se considerar que se trata de uma chamada indesejada ou suspeita. No entanto, o bloqueio de um único número não impede que outros números sejam utilizados.

Posso denunciar uma chamada suspeita?

Sim. Quando existir suspeita de fraude ou crime, deve guardar os elementos disponíveis e contactar as autoridades competentes. O operador também deve ser contactado quando existirem cobranças ou problemas relacionados com o serviço telefónico.

Uma chamada perdida não merece uma carteira em risco

O mais curioso nestas burlas é a simplicidade.

Não é necessário clicar num link.

Não é necessário instalar uma aplicação.

Não é necessário fornecer imediatamente o número do cartão.

Às vezes, tudo começa com um toque.

Um único toque.

Depois vem a curiosidade.

E a curiosidade pode levar a pessoa a fazer exatamente aquilo que o burlão pretendia: ligar de volta.

É por isso que a melhor defesa não está apenas no telemóvel.

Está também no comportamento.

Se surgir uma chamada internacional desconhecida, não tenha pressa.

Não tente descobrir quem é através de uma chamada de retorno.

Não forneça dados.

Não aceite pressão.

Não acredite automaticamente em quem afirma representar uma entidade.

Pare. Pense. Confirme.

Porque, quando o telefone toca e desaparece antes de alguém conseguir atender, a chamada pode não estar a pedir que alguém atenda.

Pode estar simplesmente a tentar que alguém ligue de volta.

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Etiquetas: burla pelo telefoneburla telefónicaburla Wangirichamada internacional desconhecidachamada perdida internacionalchamadas de números desconhecidoschamadas fraudulentaschamadas internacionais desconhecidasfraude telefónicafraude Wangiri
Sara Costa

Sara Costa

Sempre adorou comunicar. Por isso, tornou-se uma profissional bem-sucedida no marketing digital e na produção de conteúdos. Paralelamente, formou-se em Turismo e dedica-se à organização de viagens e tours pelo mundo, escrevendo sobre os lugares mais fascinantes que há para conhecer.

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