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Cinco palavras que fazem falta à língua portuguesa

Já se encontrou na necessidade de explicar uma situação e faltarem-lhe as palavras corretas? Descubra cinco palavras que fazem falta à língua portuguesa.

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Cinco palavras que fazem falta à língua portuguesa

Já se encontrou na necessidade de explicar uma situação e faltarem-lhe as palavras corretas? Descubra cinco palavras que fazem falta à língua portuguesa.

3 COMENTÁRIOS

  1. A palavra Talaka não poderia ser traduzida com a palavra brasileira “mutirão” oriunda do Tupi?

    Segundo o Priberam, significa “Iniciativa colectiva para auxiliar alguém, para ajuda mútua ou para um serviço comunitário”.

    “mutirão”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/mutir%C3%A3o [consultado em 08-11-2019].”

  2. Uau! Adorei saber. Bem que gostaria que essas palavras tivessem o correspondente em português. Realmente fazem falta. Eu tenho em casa um “sitooterie” e seria muito bom ter um nomezinho para meu cantinho.

  3. Serão mesmo precisas muitas palavras para traduzir algumas das cinco curiosas palavras?

    1) A «sensação agradável que sentimos quando acontece alguma coisa de bom a outra pessoa», demostrando gosto em vez de inveja, pode ser exprimida pelos verbos “folgar”, “aprazer” e “comprazer” nas formas: “Folgo”; “Apraz-me”; “Compraz-me”. É pena que as duas últimas palavras soem já como arcaismos. Os substantivos “regozijo” e “congratulação” – bem como as conjugações pronomiais reflexas de “regojizar” e “congratular” – ainda se usam, ainda que normalmente num ambiente formal ou solene. Na linguagem corrente tendemos a hostilizar estas palavras; por isso é que acabamos a usar expressões como “ainda bem que” e “que bom que”.

    2) Não havendo uma palavra para significar «acabar melhor do que o esperado», há duas que juntas querem dizer o mesmo: “acabar bem”.

    3) Não sei se a palavra bielorrussa é um neologismo ou está enraizada por lá. Mas, bem vistas as coisas, o «trabalho voluntário em prol do bairro» practicamente não existe por cá, logo, é natural que não tenhamos uma palavra para isso.

    4) A graça da palavra servo-croata é que não particulariza a actividade comezinha e prazenteira – que, se percebi bem, tanto pode ser colher flores como jogar às cartas. Desconheço uma palavra portuguesa que se refira exclusivamente ao gozo ou deleite dos pequenos prazeres da vida; só se for alguma perdida no dicionário.

    5) Acho pitoresco que na Escócia tenham (ou tivessem) assentos feitos para um casal se sentir bem, a sós, num jardim ou ao pé da praia. Mas se o moderno significado da palavra em questão evolui para qualquer lugar que proporciona esse recato, tal como um canto de uma casa meio escondido da vista de todos, à falta de um termo tão imaginativo como o escocês, nós dizemos “recanto”.

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