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O lesbianismo da rainha D. Amélia

A vida dos reis e das rainhas é repleta de momentos interessantes. Há diversas curiosidades que deve conhecer. O lesbianismo da rainha D. Amélia.

rainha D. Amélia
O lesbianismo da rainha D. Amélia

A vida dos reis e das rainhas é repleta de momentos interessantes. Há diversas curiosidades que deve conhecer. O lesbianismo da rainha D. Amélia.

Portugal tem uma história longa, com quase 900 anos de existência. Grande parte desse tempo foi passado com reis e rainhas a decidirem os destinos da nação. Os reinados sempre motivaram grande atenção por parte do povo.

Os reis sempre foram vistos como seres distintos, que tiveram uma educação diferente da dos outros, que viveram experiências que não estão à disposição do comum dos mortais.

Contudo, apesar da aura de quase deuses na terra, os reis também cometeram erros, também desempenharam momentos menos dignos da realeza. A vida dos reis e das rainhas sempre concentraram os olhares, sendo tratados de forma especial. Porém, os monarcas sempre mostraram serem pessoas de carne e osso, com virtudes e defeitos como os dos comuns dos mortais. No presente artigo, centramos a nossa atenção na rainha D. Amélia.

O lesbianismo da rainha D. Amélia

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O contexto

Antes de centrar a nossa atenção na rainha, convém conhecer um pouco melhor o contexto em que ela surge. D. Carlos I nasceu no dia 28 de setembro de 1863, na cidade de Lisboa. O filho de D. Luís I e de D. Maria Pia de Sabóia reinou entre 1889 e 1908, pois faleceu no dia 01 fevereiro de 1908 (na capital, em Lisboa).

O rei que ficou conhecido pelo cognome de “O Martirizado” casou-se com D. Maria Amélia Luísa Helena de Orleães. É neste contexto que surge aquela que se tornará a última rainha portuguesa, integrando assim a família Real de Portugal.

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D. Amélia de Orleães

A Rainha Dona Amélia de Orleães foi mulher do rei D. Carlos, ficando para a história como a última rainha de Portugal. O seu nome era Maria Amélia Luísa Helena de Orleães e Bragança, nasceu em 1865, em Inglaterra.

Amélia era filha do Conde de Paris, membro da monarquia, fazendo parte de linhagem real francesa. O seu pai era Luís Filipe Alberto de Orleães.

O casamento

O casamento é um momento marcante para a maioria das pessoas, mais ainda naquele tempo. Dona Amélia de Orleães casou com D. Carlos em 1886, o qual, posteriormente, se tornou rei.

Esta relação foi frutuosa, dando três filhos: D. Luís Filipe, D. Manuel II e D. Ana Maria (que faleceu à nascença). O casamento representou parte importante da sua vida, que ficou marcada por trágicos acontecimentos, como veremos.

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Feitos

Enquanto rainha, Dona Amélia de Orleães desenvolveu uma ação de apoio aos necessitados, tendo fundado a Assistência Nacional aos Tuberculosos, em 1899. No ano de 1905, Dona Amélia de Orleães criou o Museu dos Coches. A Rainha dedicou-se ainda à pintura e ao desenho.

Cronologia final

No ano de 1908, presenciou o assassinato do marido e do filho mais velho. Partiu para o estrangeiro com D. Manuel, por via do golpe de 5 de outubro de 1910, sendo obrigada a partir de Portugal.

A Rainha Dona Amélia de Orleães faleceu em Versalhes, em 1951. Os restos mortais de Dona Amélia de Orleães foram trasladados para Portugal e, atualmente, repousam no Panteão dos Braganças, ao lado do marido e dos filhos.

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A última rainha

A última rainha do país (Augusta Vitória de Hohenzollern-Sigmaringen casou-se com o último rei de Portugal, D. Manuel II). No entanto, não foi rainha, pois quando se casou com o Rei D. Manuel II, a Monarquia Portuguesa tinha sido abolida, sendo assim considerada Duquesa de Bragança.

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Amélia de Orleães, a última rainha de Portugal, viveu uma relação lésbica com Josefa de Sandoval y Pacheco, que era condessa de Figueiró, na época conhecida como Pepa Sandoval.

D. Josefa de Sandoval y Pacheco era 5ª Condessa de Figueiró, tendo sido a dama camarista da Rainha D. Amélia. Josefa de Sandoval y Pacheco foi dama camarista da Rainha D. Amélia ao longo de 25 anos, tendo-a acompanhado mesmo no exílio.

Ela foi esposa de António de Vasconcelos e Sousa, conde de Figueiró.

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