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Cronologia dos Reis de Portugal, com início e fim do reinado

Portugal teve quatro dinastias a reinar no país. Foram mais de três dezenas de reis. Confira a cronologia dos Reis de Portugal, com início e fim do reinado.

Cronologia dos Reis de Portugal
Cronologia dos Reis de Portugal, com início e fim do reinado

Portugal teve quatro dinastias a reinar no país. Foram mais de três dezenas de reis. Saiba quem reinou o país por mais tempo. Confira a cronologia dos Reis de Portugal, com início e fim do reinado.

Portugal é um país com uma história longa e rica que está quase a atingir os 900 anos de existência. O tempo em que Portugal esteve sob a liderança de um rei é particularmente especial. Foram mais de trinta os reis, sendo quatro as dinastias que reinaram a nação. Foram, por isso, muitos os reis que tiveram um papel fundamental no percurso do país.

Existiram reis que realizaram um trabalho notável, que batalharam pelo sucesso de Portugal, sendo protagonistas na construção de feitos absolutamente memoráveis, havendo também outros que acabaram por ter um protagonismo menos acentuado, conseguindo feitos menos mediáticos. Existiram reis que reinaram ao longo de décadas; outros que reinaram por pouco tempo, vendo o seu reinado ser interrompido abruptamente.

Embora saibamos que nem sempre a informação sobre a história é consensual, nomeadamente no que diz respeito a determinadas datas, consideramos importante conceder espaço para que se saiba quem foram os reis e por quanto tempo eles reinaram.

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Cronologia dos Reis de Portugal, com início e fim do reinado

Cronologia dos Reis de Portugal
1ª Dinastia (Afonsina ou Borgonha)

D. Afonso Henriques

Nasceu: 25.06.1111 (Guimarães).

Faleceu: 06.12.1185 (Coimbra).

Cognome: “O Conquistador”.

Filiação: D. Henrique de Borgonha e D. Teresa.

União: D. Mafalda de Sabóia.

Reinou: 1143-1185.

D. Sancho I

Nasceu: 11.11.1154 (Coimbra).

Faleceu: 27.03.1211 (Coimbra).

Cognome: “O Povoador”.

Filiação:  D. Afonso Henriques e D. Mafalda de Sabóia.

União: D. Dulce de Aragão.

Reinou: 1185-1211.

D. Afonso II

Nasceu: 23.04.1185 (Coimbra).

Faleceu: 21.03.1223 (Alcobaça).

Cognome:  “O Gordo”.

Filiação: D. Sancho I e D. Dulce de Aragão.

União: D. Urraca.

Reinou: 1211-1223.

D. Sancho II

Nasceu: 08.09.1202 (Coimbra).

Faleceu: 04.01.1248 (Toledo).

Cognome: “O Capelo”.

Filiação: D. Afonso II e D. Urraca.

União: D. Mécia Lopes de Hero.

Reinou: 1223-1248.

D. Afonso III

Nasceu: 05.05.1210 (Coimbra).

Faleceu: 16.02.1279 (Alcobaça).

Cognome: “O Bolonhês”.

Filiação: D. Afonso II e D. Urraca.

União: D. Matilde de Bolonha e D. Beatriz de Castela.

Reinou: 1248-1279.

D. Dinis

Nasceu: 09.10.1261 (Lisboa).

Faleceu: 07.01.1325 (Odivelas).

Cognome: “O Lavrador”.

Filiação: D. Afonso III e D. Beatriz de Castela.

União: D. Isabel de Aragão.

Reinou: 1279-1325.

D. Afonso IV

Nasceu: 08.02.1290 (Coimbra).

Faleceu: 28.05.1357 (Lisboa).

Cognome: “O Bravo”.

Filiação: D. Dinis e D. Isabel de Aragão.

União: D. Beatriz de Molina e Castela.

Reinou: 1325-1357.

D. Pedro I

Nasceu: 08.04.1320 (Coimbra).

Faleceu: 18.01.1367 (Alcobaça).

Cognome: “O Justiceiro”.

Filiação: D. Afonso IV e D. Beatriz de Molina e Castela.

União: D. Branca, D. Constança Manuel e D. Inês de Castro.

Reinou: 1357-1367.

D. Fernando I

Nasceu: 31.10.1345 (Lisboa).

Faleceu: 22.10.1383 (Lisboa).

Cognome: “O Formoso”.

Filiação: D. Pedro I e D. Constança de Castela.

União: D. Leonor Teles.

Reinou: 1367-1383.

INTERREGNO 1383-1385

Cronologia dos Reis de Portugal
2ª Dinastia (Avis ou Joanina)

D. João I

Nasceu: 14.08.1357 (Lisboa).

Faleceu: 14.08.1433 (Batalha).

Cognome: “O de Boa Memória”.

Filiação: D. Pedro I e D. Teresa Lourenço.

União: D. Filipa de Lencastre.

Reinou: 1385-1433.

D. Duarte

Nasceu: 31.10.1391 (Viseu).

Faleceu: 09.09.1438 (Batalha).

Cognome: “O Eloquente”.

Filiação: D. João I e D. Filipa de Lencastre.

União: D. Leonor de Aragão.

Reinou: 1433-1438.

D. Afonso V

Nasceu: 15.01.1432 (Sintra).

Faleceu: 28.08.1481 (Sintra).

Cognome: “O Africano”.

Filiação: D. Duarte e D. Leonor de Aragão.

União: D. Isabel de Lencastre.

Reinou: 1438-1481.

D. João II

Nasceu: 03.03.1455 (Lisboa).

Faleceu: 25.10.1495.

Cognome: “O Príncipe Perfeito”.

Filiação: D. Afonso V e D. Isabel de Lencastre.

União: D. Leonor de Viseu.

Reinou: 1481-1495.

D. Manuel I

Nasceu: 31.05.1469 (Alcochete).

Faleceu: 13.12.1521 (Belém).

Cognome: “O Venturoso”.

Filiação: D. Fernando e D. Beatriz.

União: D. Isabel e D. Maria de Castela e D. Leonor.

Reinou: 1495-1521.

D. João III

Nasceu: 06.06.1502 (Lisboa).

Faleceu: 11.11.1557 (Belém).

Cognome: “O Piedoso”.

Filiação: D. Manuel I e D. Maria de Castela.

União: União: D. Catarina de Áustria.

Reinou: 1521-1557.

D. Sebastião

Nasceu: 20.01.1554 (Lisboa).

Faleceu: 04.08.1578 (África).

Cognome: “O Desejado”.

Filiação: D. João de D. Joana.

União: Não Casou.

Reinou: 1557-1578.

D. Henrique I

Nasceu: 31.01.1512 (Almeirim).

Faleceu: 31.01.1580.

Cognome: “O Casto”.

Filiação: D. Manuel I e D. Maria de Castela.

União: Não Casou.

Reinou: 1578-1580.

D. António I

Nasceu:  (?) 1531.

Faleceu:  26.08.1595 (Paris).

Cognome: “O Determinado”.

Filiação: Infante D. Luís.

União: Não Casou.

Reinou: 1580-1580.

Cronologia dos Reis de Portugal
3ª Dinastia (Filipina)

D. Filipe I

Nasceu: 21.03.1527 (Valladolid)

Faleceu: 13.09.1598 (Escorial)

Cognome:  “O Prudente”

Filiação: D. Carlos V de Espanha e D. Isabel de Portugal

União: D. Maria de Portugal, D. Maria Tudor, D. Isabel de Valois e D. Ana de Áustria

Reinou: 1581-1598.

D. Filipe II

Nasceu:  14.04.1578 (Madrid).

Faleceu: 31.03.1665 (Escorial).

Cognome: “O Pio”.

Filiação:  Filiação: Filipe I e D. Ana de Áustria.

União:  D. Margarida de Áustria.

Reinou:  1598-1621.

D. Filipe III

Nasceu:  08.04.1605 (Madrid).

Faleceu: 07.09.1665 (Escorial).

Cognome: “O Opressor”, “O Grande”.

Filiação: Filipe II e D. Margarida de Áustria.

União: D. Isabel de França.

Reinou: 1621-1640.

Cronologia dos Reis de Portugal
4ª Dinastia (Bragança)

D. João IV

Nasceu:   19.03.1604 (Vila Viçosa).

Faleceu:  06.11.1656 (Lisboa).

Cognome:  “O Restaurador”.

Filiação:  D. Teodósio II (7º Duque de Bragança) e D. Ana de Velasco.

União: D. Luísa Francisca de Gusmão.

Reinou:1640-1656.

D. Afonso VI

Nasceu: 21.08.1643 (Lisboa).

Faleceu:  31.03.1665 (Sintra).

Cognome:  “O Vitorioso”.

Filiação:  D. João IV e D. Luísa de Gusmão.

União: D. Maria Francisca Isabel de Sabóia.

Reinou: 1656-1683.

D. Pedro II

Nasceu: 26.04.1648 (Lisboa).

Faleceu: 09.12.1706 (Lisboa).

Cognome:  “O Pacífico”.

Filiação: D. João IV e D. Luísa de Gusmão.

União:   D. Maria Francisca Isabel de Sabóia e D. Maria Sofia de Neuburgo.

Reinou: 1683-1706.

D. João V

Nasceu:   22.10.1689 (Lisboa).

Faleceu:  31.07.1750 (Lisboa).

Cognome: “O Magnânimo”.

Filiação:  D. Pedro II e D. Maria Sofia de Neuburgo.

União: D. Maria Anna Josefa.

Reinou: 1706-1750.

D. José I

Nasceu: 06.06.1714 (Lisboa).

Faleceu: 24.02.1777 (Lisboa).

Cognome: “O Reformador”.

Filiação:  D. João V e D. Maria Anna Josefa.

União: D. Mariana Vitória de Bourbon.

Reinou: 1750-1777.

D. Maria I

Nasceu: 17.12.1734 (Lisboa).

Faleceu: 20.03.1816 (Rio de Janeiro).

Cognome: “A Piedosa”.

Filiação: D. José I e D. Mariana Vitória de Bourbon.

União: D. Pedro III.

Reinou: 1777-1816.

D. João VI

Nasceu: 13.05.1767 (Lisboa).

Faleceu: 10.03.1826 (Lisboa).

Cognome: “O Clemente”.

Filiação: D. Maria I e D. Pedro III.

União: D. Carlota Joaquina Teresa Caetana de Bourbon e Bourbon.

Reinou: 1816-1826.

D. Pedro IV

Nasceu: 12.10.1798 (Queluz).

Faleceu: 24.09.1834 (Lisboa).

Cognome: “O Rei Soldado”.

Filiação: D. João VI e D. Carlota Joaquina.

União: D. Maria Leopoldina Josefa Carolina de Habsburgo e D. Amélia de Beauharmais.

Reinou: 1826-1826.

D. Miguel I

Nasceu: 26.10.1802 (Lisboa).

Faleceu: 14.11.1866 (Alemanha).

Cognome:  “O Tradicionalista”.

Filiação: D. João VI e D. Carlota Joaquina.

União: D. Adelaide Sofia Amélia Luísa Joana Leopoldina de Loewenstein Wertheim Rochefort Rosenberg.

Reinou: 1828-1834.

D. Maria II

Nasceu: 04.04.1819 (Rio de Janeiro).

Faleceu: 15.11.1853 (Lisboa).

Cognome: “A Educadora”.

Filiação:  D. Pedro IV e Maria Leopoldina.

União: D. Augusto de Leuchtenberg e D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha.

Reinou: 1826-1853.

D. Pedro V

Nasceu: 16.09.1837 (Lisboa).

Faleceu: 11.11.1861 (Lisboa).

Cognome: “O Esperançoso”.

Filiação: D. Maria II e D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha

União: D. Estefânia Josefa Frederica Guilhermina Antónia de Hohenzollern.

Reinou:1853-1861.

D. Luís I

Nasceu: 31.10.1838 (Lisboa).

Faleceu: 19.10.1889 (Lisboa).

Cognome:  “O Popular”.

Filiação: D. Maria II e D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha.

União:   D. Maria Pia de Sabóia.

Reinou:1861-1889.

D. Carlos I

Nasceu: 28.09.1863 (Lisboa).

Faleceu: 01.02.1908 (Lisboa).

Cognome: “O Martirizado”.

Filiação: D. Luís I e D. Maria Pia de Sabóia.

União: D. Maria Amélia Luísa Helena de Orleães.

Reinou:1889-1908.

D. Manuel II

Nasceu:  15.11.1889 (Lisboa).

Faleceu:  02.07.1932 (Twickenham).

Cognome: “O Rei Saudade”.

Filiação:  D. Carlos I e D. Maria Amélia Luísa Helena de Orleães.

União:   D. Augusta Vitória Guilhermina Antónia Matilde Luísa. Josefina Maria Isabel de Sigmaringen.

Reinou:1908-1910.

Fonte: Cronologia dos Reis de Portugal da Casa Real Portuguesa.

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10 COMENTÁRIOS

  1. D. João IV
    Nasceu: 19.03.1604 (Vila Viçosa).
    Faleceu: 06.11.1656 (Lisboa).
    Cognome: “O Restaurador”.
    Filiação: D. Teodósio II (7º Duque de Bragança) e D. Ana de Velasco.
    União: D. Luísa Francisca de Gusmão.
    Reinou:1640-1656.

    Sr. Marcio Magalhães é preciso provar isto que diz.

    Eu tenho algo diferente, mostra de Philippe IV é Rei de Portugal ou Lusitani desde 1621 a 1656 e mais o João IV é rei de Inglaterra (Angli), Galli (França) e Belgio (Belgica) e depois o Joaozinho o meu 10 avô paterno com o mesmo ADN é eleito em 1656 Rei de Portugal, porque o Filippe IV faleceu.

    Ferendum id fuit PHILIPPO IV. quod non tantas haberet vires, ut vel fubditos rebelles frangere poffet. Hac opportunitate ufi Lufitani A. 1 64o. die 1. Decembris excuffo Hifpanorum jugo JoANNEM IV. Ducem Bragantiæ fibi Regem elegere. Galli in Belgio, Angli in Indiis ex ruinis Monarchiæ hifpanicæ fuas opes, ditionesque auxere. Sicad ruinam impulfa Monarchia HifpaniCá A. 1665. die 17. Septembris ex hac vita deceffit PHILIPPUS IV. Rex

    filius Ludovici XIII. & Anna d´ Auftriacae qui obih die I. Septembris anno 1715- In Hifpania poft Philippum III. vita funclumanno 1621, regnarunt Philippus IV. ejus filius ufque ad annum 1Ó65. deinde Carolus II. qui abíijue liberis deceífit Cal. Novembris anno 1700. conftituto tabulis Teftamentariis herede Philippe Borborito duce Andçgavenfi – ; Is eft Philippus V, qui ab anno 1700. Hiípaniarum Monarchiam gubernavit ufque ad annum 1724. quo filio Ludovico I. renunciavit regnum, quod tarnen eodem anno, Ludovico extinfto, rurfus fuisepit ad/ miniftrandum. In Lufitania vero ab anno 1621. ufque ad annum 1640. regnavit prarlaudatus Philippus IV. rex Hifpaniaruin: at anno 1640. Luiitani proprium regem elegerunt Joannem IV. ducem Bragantiae, qui regnavit ufque ad annum 1656. Huic fucçellit Alphonfus VI. mortuus anno 1683. atque Alphonfo Petrus II. qui e vivis migra, vit anno 1706, V. Idus Decembris ( 1 )

    Era importante saber qual o avô paterno de João IV, que tem o mesmo cromossoma Y paterno que o Joaozinho.

    Em toda a sua representação de dados aqui expostos é preciso provar.

    João

  2. Sr. Marcio Magalhães,

    O João IV tinha como avô paterno Philippe II de Espanha que era Pulcher da Bélgica e avô materna era Catharina de Bragança filha de Eduardo, como eu conheço na palma da minha mão. São a minha família e todos tem um determinado sobrenome e um ADN Rb1 U152 Z305+

    Pro Catharina Duciffa Bragantiæ, immediatè Eduardi filia arguebatur, Patrem Eduardum fi tempore mortis Henrici in vivis fuiffet , indubitatum futurum regni hæredem , Eduardo defun&o ipfi ejus filiæ fuperftitiidem jus competere, eam Rainutio gradu proximiorem, & Philippo fororis filio , cum ipfâ effet fratris filia , præferendam, Pro Philippo Caftellæ Rege, Ifabellæ Emanuelis filiæ, & Caroli V, Imperatoris filio , afferebatur ; Rainutium Eduardi nepotem,& Catharinam ejufdem filiam , beneficio juris Repræfentationis niti, quod nihil aliud erat, quam fi&iojuris civilis , nec ad regnorum fucceffiones pertinebat , ipfum Rainutio gradus proximitate, Catharina fexus nobilitate , utrifque ætatis prærogativa poti9rem. A Philippo IV. ( Philippi II. qui armis regno potitus eft,nepote)Lufitani regiminis Caftellani pertaefi , defcifcentes, Johannem Bragantiæ Ducem , Theodofii filium , & Catharinæ nepotem ad regnum promoverunt: Caßellani id ut injuftè,& nequiter faétum incufant.

    Os outros que andam por ai, que dizem se herdeiros não sei do quê, os Bourbons e Orleans são turcos que vem de Sultão Solimanus em 1522 com seu filho Jacques de Bourbon que no continuar da linhagem para filipe v de espanha, carlos vi de espanha, miguel filha de carlota joaquina e o Sr. Duarte Pio e sua prole, tem algo semelhante a isto. R-Z381*

    Liladamus vero gratiis Sultano aétis, vinci, inquiebat, fortunae. est, sed a tanto Principe vičtum effe, mihi honori potius quam ignominiæ du I CO; ceterum a religione, quam a tua . A.C.1522. diversam profiteor , difcedere, impieta tis, & ignáviæ foret, quæ nullam excufationem mereretur. Unde nil am plius a te, Princeps potentissime, exoro, quam ut tạis Ministris injungere velis, ne discessus meus, meorumque navigatio ullatenus turbetur. Id lubenterpre. cibus tanti Viri datum, cui etiam Solimanus manum fuam deofculandam porrexit.

    S. XXIV. Magnus Magister in fuo Palatio a Turcarum Imperatore in . Salutatus. Fac. de Riduo post, nimirum in ipfo Nativita Bourbon. D tis Christi Salvatoris fefto vigefima hin. du Siege de Rhodas quinta veces quinta Decembris die Solimanus urp. 682. bem, quam recens fuo imperio subjecerat, poflidendam ingreffus eft, ipfumque Magistrum, qui suum adhuc palatium incoluerat, invisit, multisque honorum significationibus cumulatum etiam Patrem fuum appellavit, hortatusque est, ne tristitia sese opprimi pateretur, fed invicto animo adverfde fortis invidiam toleraret.

    No paternal relationship was found between the living DNA donors and the donors of the blood sample of Louis XVI or the head of Henri IV. First, the Y-chr of the donor of the blood sample belongs to haplogroup G(xG1,G2) while the living Bourbon members belong to R-Z381*. Based on the time calibration of the Y-chromosomal phylogeny, the time of the most recent common ancestor (tMRCA) between individuals belonging to haplogroup G and R will be some 10 000 years ago.43, 44 Second, the strong differentiation on the 17 Y-STR haplotypes between the living donors with the blood donor also suggests at least 260 meioses between them (Table 2). Although a low number of Y-STR results were obtained for the presumptive head of Henry IV, even the six Y-STRs and the three confirmed Y-STR haplotypes showed high differences with the living Bourbon donors, suggesting at least >110 meioses between them (Table 2). Moreover, the genetic identifications of the presumptive head of Henri IV and the presumptive blood sample of Louis XVI were only based on a similar partial Y-STR profile of both samples.24 Nevertheless, no evidence for a genealogical relationship between the DNA donors of the head and the blood sample could be found based on the calculations of the tMRCA due to the low number of analyzed Y-STRs and the mutational difference observed on one Y-STR (Table 2).

    Isto é prova mais que suficiente de um aglomerado de agências de genética que confirmam a falsidade dos Bourbons, mas em Portugal y Espanha muitos acreditam mais depressa na mentira, porque será ?

    João

  3. Relativo ao Sr. Miguel foi infante e só isto, mais nada e fui expulso por usurpar a coroa de D. Maria II, existem Leis da Monarquia que no meu pensamento ainda estão em vigor a de 1834 e a 1833 de Adultero, naquele tempo não tinham agências genética mas sabiam que o homem era adultero e que era Bastardo a João VI

    O Senhor Infante D. Miguel &ccupa sem contradicção o primeiro dogar entre os criminosos, que se ancharam coffi o vil”opprobrio da traição; da rebellião, do perjurio, da perfidia, e do exterminio da Liberdade da sua Patria; e a usurpação que th, mil oitocentos e vinte oito o poz no Throno, havia já antes sido tenr tada por elle á custa d’horrorosos crimes. Em mil ditocentos e vinte tres áppareceu o Senhor Infante D. Miguel pela primeira vez com as armas ### privar de Throno a # o Senhor D. João VI, mascaramdo perfidamente este attentado contra seu Augusto Pai com o pretexto da restauração da Monarchia absoluta: o projecto foi descoberto, e o Mömárcha bôde frustrá-lo. Antes de se ter passado, um anno foi ElRei preso nó seu próprio Palacio, as masmorras foram cheias de Cidadãos *#*#*#*!” os Ministros foram distituidos, e presos os que não oderam occultar-se, e no dia trinta d’Abril de mil oitocentos, vintes e quatro teria talvez sido coroada a obra da usurpação, se Sua Magestade não tivesse podido conseguir asilar-se a bordo d’uma embarcação de Guerra Estrangeira; esta resolução desconcertou os traidores, e salvou a Corôa a ElRei, e as vidas a milhares de victimas que o Senhor Infante D. Miguel fez conduzir aos carceres, em quanto se preparavam os cadafalsos e os patibúlos em que deviam acabar seus dias.

    Decretar o seguinte: Art. unico. O Infante D. Miguel, Usurpador da Coroa da Rainha, é pelo presente Decreto destituido, e exauthorado de todas as honras, prerogativas, privilegios, isempções, e regalias, que na qualidade, e pelo título d’Infante lhe pertenciam, e não poderá ser mais tratado, ou nomeado tal nestes Reinos. Os mesmos Ministros, e Secretarios d’Estado assim o tenham entendido, e façam executar. Palacio das Necessidades, em dezoito de Março de mil oitocentos e trinta e quatro. — D. PEDRO, DuauE DE BRAGANÇA. — Joaquim Antonio d’Aguiar. —Jose da Silva Carvalho. —Agostinho José Freire, — Francisco Simões Margiochi.

    As pessoas continuam e continuam aceitar um Turco para a cadeira de um Rei Católico.

    Muitos milhões de Portugueses y Espanhois lutaram contra turcos e mouros em nome da Igreja Católica e hoje querem passar uma borracha na História. Eu não me esqueço o que andam a fazer.

    Hoje não sou ninguém, não quero protagonismo, não tenho Dom em meus nomes, não procuro casas como Bragança, mas tenho ADN de Reis Portugueses desde Conde Henrique até D. Manuel II e não preciso desta festa para me realizar.

    Nesta vida tudo é preciso provar e o meu garante são as Cortes de Lamego de 1143 e não digo mais.

    João

  4. Sr. Marcio Magalhães,

    Ninguém me faz frente, nem historiadores, mestres, doutorados da arte da História do Medieval, do Renascimento, ou de outra éra anterior a D. Manuel II, meu primo.

    O Conde Henrique veio do ducado de Limburg e não da Borgonha.

    (1) On peut voir différentes opinions sur l’origine de ce prince dans l’Histoire génér. de Portugal , par M. Lequien-Neuville, Paris, 1700, tom. I, p. 70, et mieux encore dans l’ Histoire génér. de Portugal , par M. De La Clede, Paris , 1735, tom. I, p. 157, Volfange, dit-il , ( il devait dire : Wolfgang Lazius) le fait naître à Limbourg. Cette altération de nom n’est pas la seule faute qu’il ait commise. C’est une plus grande méprise encore d’avoir, p. 156, placé le mariage de Henri avec Thérèse sous l’année 1072, cette erreur a déjà été relevée par M. d’Hermilly, traducteur de l’Hist. générale d’Espagne, de Jean de Ferreras, Paris, 1744, tom. III, p. 275, note C — Lazius dans son ouvrage De Gentium aliquot migrationibus a commis de plus graves erreurs encore par rapport au duc Henri, a qui il donne pour frère Adalbert, archevêque de Mayence et pour fils Henri, roi de Portugal et Conrad qu’il dit avoir été le dernier duc de la maison de Limbourg. L.

    (2) Duardi Nonii Leonis, Censurae in F. Josephi Teixerae libellum de regum Portugalliae origine, Censura VIII, dans le recueil si rare, intitulé : Hispania illustrata, seu rerum urbiumque Hispaniae, Lusitaniae etc. scriptores varii, opera et studio doctorum hominum (andreœ et Fr Schotti Soc. Jesu, et Joannes Pistorii). Francofurti, 1603, tom. II, p. 1220, seq

    A casa de Bragança criou o reino de França. A casa de Bragança, nasceu na Baviera em 630 e daqui nasceu França e Habsburgo

    Genealogia Comitium Brigantino ; Ludouico fecundo Françorum & Germaniae rege;Hugonem fecundum ,& filiam Eberhard ocomiti à Sünneberg

    Comiti Brigantiæ , fundatori Albae Augix Brigantinæ,ac filio unigenito Vlrici II.Comiti& Gamartingenfis,& Brigantini, qui fucceffit Hugoni fine liberis mortuoT: Ac deindè Sigcfrido II. Vlricus I V. genuit Rudolphum Comitem â Pfullendorff & Brigantia, Rudolphus verò faâus ina• ritus Wulffildis, Henrici Nigri VVelphonis Bavariæ Ducis filiæ,

    O reino de Portugal existe desde 860 em Espanha veio do Reino de Leão e a nossa bandeira tinha leões, mas a Republica gosta de inventar.

    De onde veio o Conde Henrique de Limburg, tinha um irmão Conrad que era antepassado a Radulfo I de Habsburgo e por isso que hoje o ADN destas pessoas são iguais Rb1 U152, a minha linhagem real vem de Saxoniae, Baviera, Habsburgo e Austria, passa pela Bélgica e Ollanda. Castela vem de Habsburgo e termina com Carlos II de Espanha.

    O Pedro II é herdeiro da coroa de Espanha, nesta altura existiu guerra entre Austria + Portugal + Bélgica + Inglaterra contra Espanha e França. Só nesta altura que Portugal tem a tal independência a Espanha por Austria e passamos a ser Patrono do Reino de Espanha.

    Hoje pelo meu sangue, sou herdeiro da casa de Portugal, por Áustria por conter o meu sobrenome e ADN herdeiro legitimo dos Reis Católicos de Espanha, por Sangue a França, a Bélgica e Inglaterra.

    Mas hoje sou o simplesmente o João, somos todos cidadão de pleno direito sem Dom, sem títulos de nobreza, quem usa os termo de Dom, são uns parasitas que vivem às custas de outros e não são legitimos em Sangue nem Cromossoma Y da Realeza Portuguesa y Espanhola.

    Genealogiae Rudolphi I. Romanorum Imperator primam lucem afpexit A. I218. Calendis Maii, & quidem in gentilitio fuo Caftro Limburg , quod in Brisgoia fitum;Series genealogica Stirpis Habsburgo-Außriacæ ab ERNESTo Ferreo Außriae Duce usque PHILIPPUM Pulchrum Regem Caftiliae, Archiducem Au/triae duarum linearum Auftriaco-Hj/panicæ & Aigftriaco-Germanicæ Parentem.

    A verdade vem sempre ao de cima, sempre doa a quem doer, mas a Justiça será reposta.

  5. Existem vidas do passado de Portugal, que é preciso relembrar, fala em traidores, mas não mostra uma determinada família que atentou contra o Rei, 3 vezes, cortou a cabeça a um primo de D. Manuel I e foram todos expulsos, fora aquela situação de 1759 que foram desnaturalizados e hoje são heróis na republica até tem Dom. Isto é fantástico.

    A casa de Bragança tem um sobrenome que existe desde do seu nascimento em 630 e estes senhores e senhoras que contem o nome de Bragança em seus nomes, vão ter que provar de acordo com a Lei de Usurpação de nomes de 1706, como conseguiram obter um nome de uma casa de Bragança e de Guimaraes por exemplo.

    Contudo isto, pedi a duas agências de genética uma em Berna e outra nos EUA, relativo a Bragança em nome dos intervenientes do Pedro IV do Brasil que fora bastardo a João VI e que este deu também deu descendência para outros em Portugal que querem ir Caça da Fortuna

    assinada por: igenea.com
    Dear Mr. ……,

    thank you for your message.

    The male lineage of the House of Bourbon and the House of Braganza are not the same.

    João of Orléans-Braganza is not from a male Braganza lineage but from the House of Orleans (which is a male lineage of the House of Bourbon).

    Therefore, the male Braganza lineage was another Y-DNA profile than the male Bourbon lineage.

    We will happily answer any further questions you may have.

    Yours sincerely
    iGENEA AG

    Neste processo, que quando ocorrer a implementação da Monarquia em Portugal a Lei de 1706 que é pena capital de usurpação o que é da Realeza Portuguesa e de mais ninguém.

    C A P. XXI. , , “; Do numero das Freguefias, que tem o termo de Guimaraens, T Em efia Villa duas legoas & meya de termo … da Oliveira, com Juiz ordinario no Civel, a quem vem efcrever hum dos Efcrivaens de Guimaraens, donde he o crime.

    João

  6. Serei apelidado de Justiceiro ? ou Benevolente ?

    A Igreja Católica tem os seus dias contado aquando da Monarquia, tem. E eles sabem muito bem o porquê, excomungaram quantos reis portugueses, quantos baús de dobras foram para o Vaticano para sermos aceites pelos Santos Padres, tanto outro do Brasil, da India que foram para o Vaticano, e os negócios dos escravos que a Igreja ganhou, para cumprir com os desígnios de Deus e da fé.

    Quantos milhões de fieis que tombaram para Roma ter o seu património às custas de muitas almas que morreram contra os Turcos ou Mouros, em Jerusalém, tantos Judeus que foram exterminados no tempo medieval, ai ai ai, tanto carrocel de guerras e de posição de património, roubaram a todos os nobres de Portugal y Espanha, mosteiros, Igrejas, casas, ai ai, é pena que as pessoas não tenham memoria curta, se tivessem memória talvez hoje a Igreja não entrava em Portugal, mas foi expulsa em 1834, procure saber porquê ?

    O Papa Adrianus VI Jacques de Bourbon, é filho de Sultão Solimanus, e hoje fazem erros grosseiros colocam gente Turca de sangue paterno em cadeira de Rei Católico.

    HISTORIÆ ECCLESIASTICÆ LIBER CXXVIII. wiarraadio vadovavova ADRIANUS VI PAPA., CAROLUS V. OCCIDENTIS IMPERATOR

    Supremus Magister, a Cancellario Ordinis proditus. . Jacques de Contigit tunc temporis, ut Adrianus Bourbon re- Amaralus Ordinis “Cancellarius, flor de cum fupremum Magisterium omni nisu Sege de Rhodes 8: ambiret, ob fui neglectum tam infana Jac. Bofio. indignatione commoveretur, ut Rhodum 6.19.leq Insulam Solimano tradere decerneret, Belcar. hancque in rem quemdam Turcam, quem in nupero bello captum mancipii loco habebat ad Solimanum ablegaret, eique epistolam deferendam committeret, qua Imperatorem de Statu Infulæ, locisque minus firmatis atque ad oppugnationem magis commodis certiorem reddidit. Itidem, insulam exigua militum manu muniri, significabat ,nihilque eorum omittebat, quibus Solimani animum jam fatis aliunde pro

    Eu não posso perdoar a Santa Igreja Católica Romana e Apostólica que é constituída por homens que erram grosseiramente. Deus pode vós perdoar, eu não. Já fizeram tanta asneira grosseira desde 1195, se eu começo a enumerar são muitas folhas.

    Deus seja bem vindo a Portugal, Deus faz parte de Portugal esta na nossa gene. Todos nós temos crédulos, existem Santos e Santas, o rito continua na Monarquia aquando da sua existência. A Igreja no seu principio era Judaica e é essa que vai voltar à Monarquia Portuguesa. A casa de David é primo direito a Philippe II Rex de França por Valois.

    João

  7. D. Filipe I
    Nasceu: 21.03.1527 (Valladolid)
    Faleceu: 13.09.1598 (Escorial)
    Cognome: “O Prudente”
    Filiação: D. Carlos V de Espanha e D. Isabel de Portugal
    União: D. Maria de Portugal, D. Maria Tudor, D. Isabel de Valois e D. Ana de Áustria
    Reinou: 1581-1598.

    É preciso provar estas coisas que afirma, o Philippe I era filho de Maximiliano I de Espanha, o Philippe I teve o Carolo V da Germaniae e este teve o Philippe II de Espanha e aqui já fala do Turco Solimanus que deu acesso ao seu filho Bourbon que veio destruir a Monarquia Espanhola em 1718.

    Series genealogica Stirpis Habsburgo-Auftriacæ a CARoLo V. Caefàre hujus nominis I. Hj/paniarum & Indiarum Rege , usque ad CARolUM II. poftremum Lineæ 4uftriaco- Hifpanicæ, Regem Hifpaniarum & Indiarum.

    Cog; V. Rom. Imp. & I. Hifpaniarum Indiarumque Rex , amplitudine provinciarum, quibus præerat, potentia & rebus geftis nulli domus fuæ fecundus PHILIPP1 Pulchri Caftiliæ Regis filius, Burgundiae, totiusque Belgii ac Hifpanicæ Monarchiæ regimen fufcepit A. 1 5 1 7. ætatis fuæ XVII. Imperii dignitatem a morte MAXIMILIANI I. confecutus eft A. 1 5 1 9. Geffit innumera bella, quihus fere femper fuperior evafit. Complures Principes captivos fecit. FRANcIscUM I. Galliæ Regem A. I 525. in celebri ad Papiam Italiæ Urbem prælio, CLEMENTEM VII. papam fibi infeftum A. I 527. Romæ urbe expugnata, & direpta, JoANNEM FRIDERICUM Ele&torem Saxoniæ, & PHILIPPUM Landgraphium Haffiae Lutheri caufa arma movere aufos, in prælio ad MüLBERGAM A. 1 547.

    SoLiMANNUM vero Turcarum Imperatorem fola adventus fui fama a Viennæ moenibus profligavit.

    Sub hoc Cæfare enatum fuit celeberrimum illud Germaniae fchifma Luthero duce. Qui nova hujus dogmata adoptarunt, Proteftantes di&ti funt propterea; quod A. I529. intercefferint Decreto Imperiali, Spiræ edito, quo jubebantur veteribus Ecclefiæ catholicæ placitis femet conformare. Quoniam autem fa&tionis hujus Principes ad tuendas Lutheri partes arma corripuerant, CAROLUs V. armis pariter non fine fucceffu fidei unitatem tueri pergebat. At poftquam A. 1 55 1. MAURITIUS Saxoniæ, & JoACHIMUS Brandenburgi Eletores univerfam Germaniam in belli focietatem exciviffent , horumque fœderi HENRIcUs II. Galliæ Rex Chriftianiffimus acceffiffet ; tempori cedendum ratus Cæfar , celebrem Paffavii A. I 555. die 2. Aug. pacem fecit, qua Proteftantibus libertas confcientiæ conceffa, occupata bona Ecclefiaftica permiffa ac jus denique comitio-. rum affertum fuit. Ad extremum CAROLUs V. rerum humanarum faftidio captus, A. I 555. die 25. Oétobris Monarchiæ Hifpanicæ gubernationem PHILIPPO II. filio fuo tradidit; Anno autem infequente Imperii Romani dignitatem in FeRdiNANDUM I. fratrem transftulit, (a) quo tempore de ampliffimis, quas feu paterno, feu materno jure gemini fratres poffidebant, ditionibus ita conventum fuit:

    D. Filipe II
    Nasceu: 14.04.1578 (Madrid).
    Faleceu: 31.03.1665 (Escorial).
    Cognome: “O Pio”.
    Filiação: Filiação: Filipe I e D. Ana de Áustria.
    União: D. Margarida de Áustria.
    Reinou: 1598-1621.

    Aqui é preciso corrigir também que a União foi com Catharina de Bragança e não Margarida da Austria, não.

    Catharina Ducifîà Bragantiæ , ejusdem Eduardi filia , & Philippus Rex Caftellæ Elizabethæ filiüs.; A Philippo IV. (PhiIippi II. qui armis regno potitus eft, nepote) Lufitani regiminis Caftellani pertaefi, defcifcentes, Iohannem Bragantiæ Ducem,Theodofiifilium, & Catharinæ nepotem ad regnum promoverunt: €aftellani id ut in^ juftè, & nequiter fà&um incufànt: Quod non folum jure fànguinis, fed juftae vitoriæ, Philippüs II

    E também precisa de corrigir, a união de João V que casa com a Princesa de Marrocos Joanna Mathilda Fez, precisa também corrigir que Pedro IV e Miguel I nunca foram reis de Portugal, foram sim usurpadores e com sangue turco.

    Com a troca de informação digital e dos inúmeros registos genéticos, está na altura de as pessoas corrigirem as mentiras.

    João

  8. Veja se tem isto por exemplo de Afonso IV e tenho de todos os Reis Portugueses, com exceção dos bastardos a Turcos.

    ELREY D. AFFONSO IV.

    XXVIII. Efte Sello eftava muy mal tratado, he de cera vermelha, pendente de hum cordaõ, cuja letra falta, mas he deIRey D. Affonfo IV.

    Confta de hum concerto de amiíàde , e con, Tom.IV. E cordia entre EIRey D. Affònfo IV. e o Infante D. Pedro feu filho, e herdeiro, fobre a diícordia, que entre elles havia pela morte de D. Ignes de Caftro, pelo que o dito Infante perdoou a todos os que íe acharao na dita morte, ederaõ confelho ; e EIRey perdoou a todos aquelles, que deftruiraõ, e foraõ no deftruimento das heranças , que o dito Infante mandou deftruir por morte da dita D. Ignes: e o modo, que o dito Infante havia de ter em uíàr da juftiça na parte , que o dito Rey lhe concedeo com juramento. Nefte mefmo pergaminho eftá outro Sello pendente, porém taõ mal impreflò , que íe nao pode perceber, e tal vez feria o do Infante D. Pedro j e a fita de outro, de que já naõ havia mais final, do que íèr a dita fita de Sello pendente, que tambem entendo íèria da Rainha D. Brites. Eftá na Torre do Tombo na Caía da Coroa, gaveta i}, maço 11.

    XXIX. Efte Sello he do mefmo Rey, e naõ taõ mal tratado como o outro , he de cera abetumada vermelha , pendente de huma fita amarella, com efta letra: Sigillum Domini Alphonfi li<e Algarbii, que foy o que íè pôde ler.

    Conda de huma inftituiçaõ de huma Capella, que EIRey D. AfFoníò IV. com a Rainha D. Brites fua mulher, fizerao em a Sé da Cidade de Li£ boa na Capella mayor, em a qual elegeraõ fua íepultura, e íè mandarao enterrar, e ordenarao, que em ella cantafièm continuamente dez Capellães, eíè íè edifícaííè hum Hofpital: feita em o Porto a 23; de Junho da Era de 1580 , que he oAnno de 1542. Eftá no Archivo Real da Torre do Tombo na Caía da Coroa , gaveta 1 , maço 5.

    XXX. Efte Sello he de chumbo, eftá flammante , pendente de feda azul, e cor de ouro , e branca , e diz a letra: Sigiltum Domini Alphonfi Regis Portugal/ia & Algarbii.

    Eftá em huma doaçao , que fez a Rainha DBrites, fua mulher , da Villa de Cintra com todos feus Termos, Reguengos, e Padroados, ejuriídicçaõ, pelas Villas, e Lugares de Gaya, Villa-Nova, e Alcoentre: feita em Lisboa a 26 de Mayo da Era de 1372 , que he o Anno de 1534. Eftá na Torre do Tombo na Caía da Coroa, gaveta 13, maço .. *

    ELREY D. PEDRO I

    XXXIII. Efte Sello he de chumbo, e eftá bem confervado, e pendente de fios de íèda verde, e cor de canella , com efta letra: Sigillum Domini Petri Regis Portugalia & Algarbii.

    Eftá em huma doaçao , que fez a Rainha D. Brites, fua mãy, de Viana de Alentejo, e Odiana: feita em Lisboa a 4 de Junho da Era de 1395, que que he Anno de Chrifto de 13 57. Eftá em a Caíà da Coroa, gaveta 13, maço 5.

    XXXIV. Efte Sello eftá excellentemente coníèrvado, íèm embargo de íèr de cera branca, pendente de huma trança verde , e branca , com a letra •" Sigillum Domini Petri Regis Portugalia (? Algarbii.

    Eftá em huma Carta delRey D. Pedro, por onde toma na fua protecçao o Mofteiro de Odivellas: foy feita em Lisboa a 21 de Mayo da Era de 1396 , que he Anno de 1358. Eftá no Archivo do dito Mofteiro.

    XXXV. Efte Sello he de D. Fernando de Vafconcellos, Arcebifpo de Lisboa , biíheto de Aífonío, Senhor de Caícaes, filho do Infante D. Joaõ, e neto dei Rey D. Pedro I. Eftá na Bulla de Bonifacio IX. da difpenfa dos votos do Meftre de Aviz, paflàda em Roma em S. Pedro ao quinto das Kalendas de Fevereiro no anno íêgundo do feu Pontificado. Conferva-fe no Archivo da Sé de Lisboa, livro terceiro de Privilegios, e Bullas Apoftolicas, foi. 13.

    Todos estes Senhores Reis Portugueses que tiveram coroação realizada em local apropriado, os bastardos roubaram o que de outros, isso na Monarquia constitui crime, na Republica constitui idem aspas crime. Quem rouba a outros, património, valores moveis e de outra grandeza, constitui crime. E quem comete crime era enforcado ou foi expulso por ter sido filho de carlota joaquina.

    Decretar o seguinte: Art. unico. O Infante D. Miguel, Usurpador da Coroa da Rainha, é pelo presente Decreto destituido, e exauthorado de todas as honras, prerogativas, privilegios, isempções, e regalias, que na qualidade, e pelo título d'Infante lhe pertenciam, e não poderá ser mais tratado, ou nomeado tal nestes Reinos. Os mesmos Ministros, e Secretarios d'Estado assim o tenham entendido, e façam executar. Palacio das Necessidades, em dezoito de Março de mil oitocentos e trinta e quatro. — D. PEDRO, DuauE DE BRAGANÇA. — Joaquim Antonio d'Aguiar. —Jose da Silva Carvalho. —Agostinho José Freire, — Francisco Simões Margiochi.

    Isto é a Lei que aconteceu em 1834, normalmente todos os intervenientes do partido do Miguel foram fuzilados, morreram dezenas de milhares de portugueses na guerra pela usurpação, perseguiu gente inocente, assassinou mulheres, crianças, velhos, só porque não concordaram com ele. Faz deste sujeito Miguel de Bourbon animal irracional

    Ergo postera die Magister Sultani tenceny toria acceflit, sed diu expectare juffus, 51 tandem circa vefperam vocatur, ac poften quám tam ipfe quam ejus Equites illum En comitantes pretiosis omnino vestibus induebantur, ad alloquium admittitur, ai quem Sultanus honorifice ac perbe nigne habuit, atque etiam, ne de prins i cipatus amissione inani mærore, cum i hæc fortunæ ludibria effent, confice{ retur , hortatus eft, fimulque eum summorum honorum pollicitationibus sollicitavit, ut ipfi adhæreret, quandoquidem ita defertus a Christianis Principis bus fuisset. Liladamus vero gratiis Sultano aétis, vinci, inquiebat, fortunae. est, sed a tanto Principe vičtum effe, mihi honori potius quam ignominiæ du I CO; ceterum a religione, quam a tua . A.C.1522. diversam profiteor , difcedere, impieta tis, & ignáviæ foret, quæ nullam excufationem mereretur. Unde nil am plius a te, Princeps potentissime, exoro, quam ut tạis Ministris injungere velis, ne discessus meus, meorumque navigatio ullatenus turbetur. Id lubenterpre. cibus tanti Viri datum, cui etiam Solimanus manum fuam deofculandam porrexit.

    S. XXIV. Magnus Magister in fuo Palatio a Turcarum Imperatore in . Salutatus. Fac. de Riduo post, nimirum in ipfo Nativita Bourbon. D tis Christi Salvatoris fefto vigefima hin. du Siege de Rhodas quinta veces quinta Decembris die Solimanus urp. 682. bem, quam recens fuo imperio subjecerat, poflidendam ingreffus eft, ipfumque Magistrum, qui suum adhuc palatium incoluerat, invisit, multisque honorum significationibus cumulatum etiam Patrem fuum appellavit, hortatusque est, ne tristitia sese opprimi pateretur, fed invicto animo adverfde fortis invidiam toleraret.

    O sangue Turco de Sultão Solimanus, deu isto o Miguel de Bourbon e continuou até hoje. Ainda bem que temos agências de genética, ainda bem, para assim os mais incredulos caem na realidade.

    João

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