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10 coisas proibidas para quem tem gatos

Ter um gato não é o mesmo que ter um cão ou um bebé humano. A veterinária Célia Palma aponta dez coisas proibidas para quem tem gatos.

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10 coisas proibidas para quem tem gatos
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10 coisas proibidas para quem tem gatos

Ter um gato não é o mesmo que ter um cão ou um bebé humano. Aqui ficam dez coisas proibidas para quem tem gatos.

10 coisas proibidas para quem tem gatos

Ter um gato não é o mesmo que ter um cão ou um bebé humano. Quando alguém adota um animal, busca os primeiros conselhos com familiares, amigos, vizinhos e na internet. O mesmo acontece quando o gato fica doente.

Neste caso, depois de terem tentado todas as mezinhas aconselhadas pelo vizinho, depois de experimentar os comprimidos que sobraram do tratamento do animal de um familiar, depois de se aconselharem com a senhora da farmácia e depois de consultarem o Dr. Google (não necessariamente por esta ordem), visitam finalmente o veterinário.

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Muitas vezes já com o animal em estado critico, quando se torna muito mais complicado o tratamento. E se o objetivo era poupar o dinheiro de uma consulta, só conseguiram exatamente o contrário.

Já gastaram dinheiro em medicamentos desnecessários ou até prejudiciais, para depois terem que recorrer ao profissional de saúde, pagar os respetivos honorários e a medicação necessária para resolver um problema bastante mais complicado do que seria numa primeira abordagem.

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O ideal seria que se criasse uma relação de confiança médico/tutor, baseada na honestidade, amizade, empatia e compreensão mútua.

Assim o tutor sentir-se-ia à vontade para utilizar o telefone para esclarecer uma dúvida ou para admitir uma qualquer dificuldade económica, que o impedisse de prestar a assistência que o animal precisasse nesse momento. Todos temos momentos maus nas nossas vidas.

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Quem nunca passou dificuldades, sobretudo na conjuntura socioeconómica dos últimos anos? Reconhecer essa dificuldade não é um sinal de fraqueza. Pelo contrário! É um sinal de honestidade e vontade de fazer o melhor. E pode ser criado um compromisso entre ambas as partes, por forma a que o gato receba os cuidados médicos que necessita, sem exceder a capacidade económica do tutor.

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A solidariedade é a base de uma sociedade, em todas as suas vertentes. Os veterinários não são exceção. Mas porque os apoios não existem, para sobreviverem como profissão não podem deixar de cobrar pelos seus serviços. No entanto, de certeza que irão enveredar esforços para encontrar soluções que favoreçam ambas as partes, sem prejuízo do interesse do animal.

1 – Cortar bigodes

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As vibrissas ou bigodes são fundamentais para o equilíbrio e orientação do gato. Correspondem a um conjunto de pelos sensoriais, localizados entre o lábio superior e o nariz. Funcionam como uma espécie de radar, dando a noção exata de dimensão e distância dos objetos, facilitando a movimentação do animal na escuridão total.

A perda deste órgão sensível provocará insegurança e frustração, uma vez que o gato terá dificuldade em executar determinadas tarefas rotineiras, como saltar com precisão, orientar-se no escuro ou andar em linha reta. A posição dos bigodes interfere, também, na linguagem corporal do animal. Quando está numa postura defensiva, movem-se para trás, ficando colados à face.

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Se relaxado, estão na normal posição, ligeiramente afastados da face. Se curioso, a sondar o ambiente ou a pedir mimos, dirige os bigodes para a frente, ficando com um adorável ar de quem está a fazer “boquinhas”. Quanto mais longos forem os bigodes, mais eficiente será a sua perceção sensorial. Estes também são renovados e por isso é possível que os encontre, por vezes, no local onde o gato dorme. Voltarão a crescer.

(cont.)

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