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Um cheque mensal de 8.500 euros: utopia ou futuro inevitável na era da Inteligência Artificial?

Rendimento Básico Universal de 8.500 euros será viável com o crescimento potenciado pela IA.

Márcio Magalhães Por Márcio Magalhães
31/08/2025
em Curiosidades
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Um cheque mensal de 8.500 euros: utopia ou futuro inevitável na era da Inteligência Artificial?

Um cheque mensal de 8.500 euros: utopia ou futuro inevitável na era da Inteligência Artificial?

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A ideia de todas as pessoas receberem um cheque mensal de 10 mil dólares – cerca de 8.500 euros – sem condições, soa a utopia. No entanto, para alguns especialistas, esta visão pode deixar de ser ficção e transformar-se numa realidade possível com o avanço imparável da Inteligência Artificial (IA).

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Durante anos, líderes tecnológicos e economistas têm debatido o conceito de Rendimento Básico Universal (RBU): um subsídio mensal atribuído a toda a população, pago pelo Estado, sem restrições nem contrapartidas. Um modelo que promete garantir segurança financeira, reduzir desigualdades e oferecer estabilidade perante crises económicas ou disrupções tecnológicas.

Até ao momento, a maior parte das experiências implementadas no mundo não passou de uma versão mais limitada, o chamado Rendimento Básico Garantido (RBG). Nestes programas-piloto, apenas determinados grupos, geralmente em situação de fragilidade socioeconómica, recebem um valor mensal fixo. Os montantes atribuídos têm oscilado entre os 500 e os 1.500 dólares mensais, ou seja, entre 430 e 1.300 euros.

Um dos poucos exemplos mais ambiciosos ocorreu no Reino Unido, em 2023, onde foi testado um pagamento mensal de 1.850 euros a cada participante. Ainda assim, este valor fica muito aquém da visão defendida por Miles Brundage, antigo investigador da OpenAI, que acredita que a era da Inteligência Artificial poderá permitir transferências mensais da ordem dos 10 mil dólares por pessoa, ou seja, 8.500 euros.

A proposta ousada de Miles Brundage

Num texto publicado recentemente na rede X (antigo Twitter), Brundage desafiou decisores políticos a “pensar em grande”. O especialista afirmou que experiências de RBU generosas, muito acima dos valores até agora testados, poderiam transformar radicalmente as sociedades.

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“Creio que uma experiência de RBU muito mais generosa do que as que já foram testadas — digamos, 10 mil dólares por mês em vez de mil — mostraria efeitos significativos”, escreveu.

Segundo Brundage, o motor desta possibilidade seria precisamente o crescimento económico exponencial alimentado pela Inteligência Artificial. A criação de riqueza gerada pela automação, pela substituição de funções humanas por máquinas inteligentes e pela produtividade sem precedentes, poderia financiar este modelo aparentemente impensável.

“Mil dólares por mês são relevantes para o que é politicamente exequível hoje”, admitiu.
Mas, “dez mil dólares por mês serão relevantes para o que será politicamente exequível dentro de alguns anos, com o crescimento impulsionado pela IA”, sublinhou o antigo responsável pela equipa de preparação para a Inteligência Artificial Geral (AGI) da OpenAI.

 

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Obstáculos políticos e resistência dos poderosos

Apesar da visão arrojada, Brundage reconhece que os entraves são enormes. A ideia de financiar transferências universais de tal dimensão esbarra não só em questões logísticas e financeiras, mas sobretudo na resistência política e no poder económico de elites que temem perder influência.

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“É demasiado caro, os multimilionários já desistiram da ideia e qualquer burocrata que o propusesse seria crucificado”, concluiu.

Esta declaração revela uma contradição evidente: a tecnologia poderá criar riqueza sem precedentes, mas a sua distribuição continua a ser uma batalha política feroz.

O Rendimento Básico Universal: entre o sonho e a necessidade

A discussão sobre o RBU não é nova. Sam Altman, CEO da OpenAI, financiou um dos maiores estudos do género nos Estados Unidos, no qual um grupo de pessoas recebeu mil dólares por mês durante três anos. O estudo demonstrou que o RBU não é um simples “penso rápido”, mas sim uma medida com efeitos sociais profundos, como maior bem-estar, menos stress financeiro e mais capacidade de planeamento de vida.

Outros bilionários como Elon Musk, que têm investido fortemente em IA, também se mostram interessados no tema. Não é difícil perceber porquê: a ameaça de uma “apocalipse laboral” — com milhões de empregos eliminados pela automação — torna urgente discutir mecanismos que assegurem estabilidade social.

O futuro próximo: inevitabilidade ou ilusão?

Se, por um lado, a proposta de um cheque universal de 10 mil dólares mensais parece desajustada à realidade atual, por outro, não se pode ignorar a velocidade com que a Inteligência Artificial está a remodelar economias, empresas e sociedades inteiras, escreve o ZAP.

O que hoje parece politicamente impossível pode tornar-se, em poucos anos, uma necessidade inevitável. Afinal, se a IA vai concentrar riqueza em poucas mãos e eliminar postos de trabalho em larga escala, quem ficará responsável por redistribuir essa riqueza?

A questão já não é apenas se o RBU será aplicado, mas quando e em que condições. O que está em jogo não é apenas o equilíbrio económico, mas o próprio contrato social das próximas gerações.

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Márcio Magalhães

Márcio Magalhães

Um Mestrado em Ensino não fazia prever o percurso consolidado e bem sucedido no marketing digital e na produção de conteúdos, com publicação regular de artigos em diversas plataformas. (exclusivamente responsável pelo conteúdo textual)

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