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Teste de Língua Portuguesa 280

Hoje olhamos a produção 5 escritoras portuguesas século XIX. Em seguida, arrisque no teste de Língua Portuguesa 280.

Teste de Língua Portuguesa 280
Teste de Língua Portuguesa 280

Hoje olhamos a produção 5 escritoras portuguesas século XIX. Em seguida, arrisque no teste de Língua Portuguesa 280.

Embora também na literatura os nomes masculinos tenham tido até há bem pouco tempo maior visibilidade, a verdade é que houve, desde sempre, mulheres a escrever. Portanto, faz todo o sentido falar em escritoras portuguesas século XX e apresentar algumas delas, desconhecidas talvez da maior parte dos leitores.

Muitas destas escritoras portuguesas século XX de que vamos falar morreram já no século XX. No entanto, podemos considerar a sua obra marcadamente oitocentista. Em todo o caso, há que notar que muitas destas escritoras já escrevem influenciadas pelos movimentos republicanos e feministas das primeiras décadas do século XX.

Por todas estas razões e mais algumas, vale mesmo a pena conhecer os nomes e um pouco da vida e obra destas 5 magníficas que ousaram escrever para uma sociedade ainda pouco disponível para ler o que a mulheres tinham para dizer. E, talvez por isso, muitas tenham assinado os seus textos com pseudónimos masculinos.

5 escritoras portuguesas século XX

Adelaide Penha de Magalhães (1874-1945)

Adelaide da Conceição Penha Ferreira de Magalhães, nasceu em Cabeceiras de Basto, a 19 de maio de 1874 e faleceu em Santo Tirso, a 12 de abril de 1945. Foi professora, escritora feminista e ativista republicana, tendo assumido funções políticas durante a Primeira República, sendo mesmo das primeiras mulheres a assumir tais cargos.

Foi responsável pela construção de várias escolas mistas em Santo Tirso e colaborou em vários semanários e jornais, onde também escreveram outras mulheres republicanas.

Ana de Castro Osório (1872 – 1935)

Esta foi uma escritora, jornalista, pedagoga, feminista e ativista republicana. No final do século XIX, para além dos textos jornalísticos, escreveu diversas obras didáticas, romances, novelas, contos e peças infantis, nomeadamente a coleção de 18 volumes “Para as Crianças” (1897-1935).

Nos seus escritos, defendeu a causa republicana e a igualdade de direitos entre homens e mulheres. Foi Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada e Comendadora da Ordem Civil do Mérito Agrícola e Industrial Classe Agrícola.

Alguma bibliografia: Em Tempo de Guerra; A Verdadeira Mãe; Mundo Novo; Histórias Maravilhosas da Tradição Popular Portuguesa.

Ana Plácido (1831 – 1895)

Ana Augusta Vieira Plácido, conhecida pela “paixão proibida” que viveu com Camilo Castelo Branco, foi também escritora. Colaborou em diversas publicações, nomeadamente na Revista Contemporânea de Portugal e Brasil e na Gazeta Literária do Porto. Além disso, fez traduções, compôs juntamente com Camilo alguns textos e dedicou-se, ainda, à poesia. Assinou frequentemente com pseudónimos, como Gastão Vidal de Negreiros e Lopo de Souza.

Alguma bibliografia: Herança de Lágrimas; A Promessa; Cartas Inéditas da segunda mulher de Camillo Castello Branco

Maria Amália Vaz de Carvalho (1847 – 1921)

Maria Amália foi escritora (autora de contos, poesia, ensaios e biografias) e ativista feminina. Colaborou em vários jornais e revistas, nomeadamente Renascença, A illustração portugueza: semanário, O Occidente, onde publicou crónicas de crítica literária e opiniões sobre ética e educação.

Foi a primeira mulher a ingressar na Academia das Ciências de Lisboa e a sua residência foi dos primeiros salões literários de Lisboa, por onde passaram figuras como Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco, Ramalho Ortigão ou Guerra Junqueiro.

Alguma bibliografia: Vida do Duque de Palmela D. Pedro de Sousa e Holstein, 1898-1903; Contos e Fantasias; Uma Primavera de Mulher; Vozes no Ermo.

Olímpia Pio Fernandes (1830 – 1890)

Esta foi uma escritora e professora madeirense. Além de docente do ensino primário, colaborou com diversos jornais regionais e escreveu diversos contos e textos poéticos e dramáticos. Assinava, muitas vezes, com o pseudónimo César Ortigão.

Alguma bibliografia: Aldo ou a Filha do Mar; Uma Simples Narrativa.

O domínio da língua portuguesa é essencial para ter sucesso em qualquer carreira. Ainda assim, muitos profissionais portugueses têm dúvidas na hora de se expressarem na própria língua — sobretudo por escrito.

Você é excepção a essa regra? Aqui poderá testar os seus conhecimentos, basta aceitar os nossos próximos desafios.

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