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Os piores comentários sobre Portugal de turistas estrangeiros

Os pastéis de Belém parecem borracha, funcionários inúteis e há quem pense que alguns deles deviam estar na cadeia. Os piores comentários sobre Portugal.

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Os piores comentários sobre Portugal de turistas estrangeiros
Os piores comentários sobre Portugal de turistas estrangeiros

Os piores comentários sobre Portugal de turistas estrangeiros

Os pastéis de Belém parecem borracha, funcionários inúteis e há quem pense que alguns deles deviam estar na cadeia. Os piores comentários sobre Portugal.

Alguns edifícios são tristes cubos de betão, outros que parecem saídos da Segunda Guerra Mundial e guias a sugerir aos turistas que bebam vinho tinto para superar o barulho. Os pastéis de Belém parecem borracha, há funcionários inúteis e até há quem pense que alguns deles deviam estar na cadeia.

Estas são apenas algumas das opiniões deixadas por turistas estrangeiros no TripAdvisor. O site costuma ser visitado por quem viajou e comenta o que viu, mas também por quem está prestes a visitar esse local e quer saber o que deve ou não visitar e evitar. Há recomendações sobre destinos turísticos, restaurantes, hotéis, monumentos e pontos de interesse.

Fomos à procura dos comentários negativos que os turistas fizeram sobre 10 dos lugares mais emblemáticos do Porto e de Lisboa.

Cruzeiro no Douro, Porto

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“Foi das experiências mais desagradáveis que tive. Só há duas opções: ou passa as seis horas de viagem no salão com música disco, extremamente alta, e com o cheiro do almoço (feijão e cenouras em lata, bife de porco que mais parece borracha e arroz excessivamente cozinhado) ou vai para o convés onde não há sombra e apanha um escaldão”, Muzakhater, Alemanha.

“Pagámos mil dólares [cerca de 920€] e ficámos ao lado das máquinas. As refeições não eram boas, não conseguimos pôr a funcionar o secador de cabelo, pagámos por ‘portas francesas’ [duplas portas envidraçadas] e deram-nos janelas, a loja de souvenirs vendia apenas objectos relacionados com o barco e brincos de prata e havia obras a decorrer às três da madrugada.

O nosso guia disse-nos para usarmos tampões nos ouvidos, bebermos vinho tinto e para tomarmos comprimidos para dormir”, hollytoledo, Vernon, Califórnia.

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“Os quartos são minúsculos, pobres, com camas pequenas e zero de insonorização. A apertada sala de jantar parece a cafetaria da minha antiga escola. Uma experiência terrível”, SMTORD, Chicago.

“A rota das pontes é curta, os barcos são apertados, alguns dos portos estão escondidos e o protocolo de segurança é fraco. Faça antes a mesma rota de carro. O Porto tem coisas muito mais interessantes para ver”, Thecanalyardsproject, Hong Kong.

Os piores comentários sobre Portugal de turistas estrangeiros
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“Podem ver as mesmas pontes se escolherem uma viagem de carro que custa 5€. O barco não tem ninguém que explique nada e estava ‘tãaaao’ lotado que foi difícil tirar fotografias. Não vale a pena”, 82Shell, Toronto.

Torre de Belém, Lisboa

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“Quando fomos comprar os bilhetes perguntei (em português) se havia algum desconto de estudante mas a funcionária decidiu ignorar-nos e continuar a conversa com a colega. Finalmente respondeu ‘não’ e continuou a conversa, ignorando-nos completamente”, thewildoneforever, de Londres.

“Se comprou um bilhete combinado no Mosteiro dos Jerónimos, então já tem a entrada para a Torre de Belém, mas tem de ficar na mesma na fila da bilheteira. A vista é uma ‘não-vista’ — apenas água. Em seguida, há mais uma longa jornada de volta. Um total desperdício de tempo” SIngDelaware, de Wilmington, nos Estados Unidos.

Os piores comentários sobre Portugal de turistas estrangeiros
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“A escada em pedra que une os cinco pisos foi feita quando as pessoas eram muito mais pequenas e não para levar 500 turistas pesados e apressados, a empurrarem-se uns aos outros. E, especialmente, nunca foi destinada a ser a Torre de Babel com japoneses, alemães, chineses, espanhóis, franceses e ingleses a gritarem todos ao mesmo tempo”, alejestem, Madrid.

“Não entre! Costumava ser uma cadeia e agora o terraço é uma autêntica prisão! A sério, gasta meia hora a tentar subir ao topo, não tem uma vista óptima e ainda demora mais tempo a descer”, Carmo V.

(cont.)

8 COMENTÁRIOS

  1. Nossa as pessoas reclamam demais, põe defeito em tudo, viagens são para divertir, e tudo isso faz parte da viagem, .nem sempre se consegue agradar a gregos e troianos. Fui a Portugal e adorei, me senti em casa e não vi nada do que falaram. Pessoas corteses, achei Lisboa limpa, vou voltar em breve. Linda Lisboa, adoravel Portugal.

  2. o meu nome é Vitor Manuel Da Silva Rodrigues ! nasci em Lisboa e nao admito que digam mal desta bela cidade ! ninguem vos obriga a virem para cà ! gente como voçês sao INDEZEJAVEIS ! com respeito aos pasteis de Belém penço que nao fala de pasteis de nata e ainda muito menos dos famozos pasteis de Belém pois esta casa vende estas delicias desde 1837 e as pessoas normais que sabem apreciar o que é bom paçao algum tempo na fila para terem o prazêr de os saborear ! e ninguem os obriga a fazêr esta fila quero dizêr que se os pasteis fossem de borracha ?????
    mas bom é precizo de toudo para fazêr o mundo e penço que gente como esta que diz mal daquilo que nem sequer conhecem fariam menhor nao se prenunciar ; estarem calados ; ou fermer l’heure GAULE

  3. De facto Porto e Lisboa, tal como Veneza, Paris ou Barcelona abusam do chico-espertismo de caça desenfreada ao turista acidental. Isto é, aquele Turista que vai a todas as filas das cidades, do estilo, “I was there, I Saw it”.
    Um turista inteligente, anda a pé, veste-se normalmente, percorre a cidade, descontraído, atento mas não curioso demais. Um turista inteligente deve passar despercebido nas cidades que visita e vai certamente encontrar coisas inesperadas, positivas e autênticas. Todas fora dos circuitos, museus, filas, bilhetes, restauração da baixa. Os pastéis de nata da pastelaria da esquina são efectivamente melhores que os excessivamente caros pastéis de Belém. A casa da música é para ir ouvir música. O Castelo de S.Jorge é a forma correcta de subir ao alto da cidade e mirar o horizonte. Enfim, ser turista é acima de tudo, entrar na vida do dia a dia do povo autóctone e apreciar as deliciosas imperfeições das cidades.
    Essas são permanentes e quase imutáveis.

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