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Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal

É uma das mais bonitas aldeias do país. Um daqueles lugares que é paixão à primeira vista. Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal.

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MONUMENTOS DE MONSANTO

CASTELO

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Vista aérea do Castelo de Monsanto e da Capela de Santa Maria – Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal

No cimo do monte se vêem os restos daquilo que foi uma fortaleza medieval imponente, com as suas muralhas e paredes grossíssimas, com os seus vários recintos e portas e escadarias, mandada reconstruir por D. Gualdim Pais, Mestre da Ordem dos Templários, facto que pressupõe a existência da mesma em época muito anterior.

Ao entrarmos nele pela “porta norte” ( na chamada “Casa da Guarda” onde existe curiosa inscrição, ainda não decifrada) depara-se-nos a “cidadela”, na qual permanece uma cisterna da fundação possivelmente templária, com três arcos e cerca de cinco metros de altura.

No Castelo, assinalem-se ainda a “porta falsa” e a torre de menagem (medievais) e a Igreja de Santa Maria do Castelo (templo de criação mais moderna).

IGREJA DE S. MIGUEL

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Igreja Românica de S.Miguel – Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal

Em ruínas, é um templo românico em pedra granítica situado no alto da povoação ao lado do Castelo. Possui bela porta axial de arco de volta perfeito, com quatro arquivoltas em cujos capitéis se notam motivos animais e vegetais.

A breve distância, e sobre um penedo, uma original torre sineira com dois arcos geminados de volta perfeita.
Em redor da Capela, encontram-se várias sepulturas escavadas na rocha.

TORRE DO PEÃO

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Torre do Peão – Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal

Edificada sobre penedos e próxima do Castelo, foi um posto medieval de vigia e dela se conserva ainda parte das suas vigorosas paredes.

CAPELA DE S. JOÃO

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Arco do que resta da Capela de S. João – Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal

Era pertença da Igreja de S. Miguel, esta Capela hoje em ruínas está situada por detrás do Castelo e apresenta somente um arco.

IGREJA DE S. SALVADOR

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Igreja de S. Salvador – Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal

De fundação antiga, a sua fachada actual data dos séculos XVII-VIII, e destes séculos são também alguns belos altares em talha dourada e algumas imagens de interesse artístico. Recentemente restaurada tem no seu interior um pequeno mas precioso Museu de Arte Sacra.

CAPELA DO ESPÍRITO SANTO

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Portas do Espírito Santo – Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal

Data do século XVI ou XVII é, no seu conjunto, de traça renascença. A esta Capela se endossa uma das portas da povoação com curiosa guarita ao lado.

CAPELA DE SANTO ANTÓNIO

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Capela de Santo António – Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal

Templo manuelino, com detalhes apreciáveis: as quatro arquivoltas do portal; os dois “bastões” encimados por uma flor de lis (um de cada lado da porta); o óculo da fachada; a abóbada da capela-mor; o campanário.

TORRE DE LUCANO

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Torre de Lucano com a réplica, em latão, do ´Galo de Prata` – Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal

Harmoniosa e sólida torre sineira de granito do século XV. No alto uma réplica do galo de prata que foi troféu em célebre concurso sobre a “Aldeia Mais Portuguesa”.

CAPELA DE S. PEDRO DE VIR-A-CORÇA

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Capela de S. Pedro de Vir-A-Corça – Monsanto, a História da Aldeia mais Portuguesa de Portugal

Situada nos arredores da povoação, toda em granito, objeto de algumas lendas da região, data possivelmente do século XII.

Sobre um penedo, em frente da Capela, ergue-se soberbo campanário de traça românica.

Fonte: Rádio Monsanto

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