Início Cultura Língua Portuguesa: a curiosa origem de «XPTO»

Língua Portuguesa: a curiosa origem de «XPTO»

Sabe qual é a curiosa origem da palavra XPTO? Nunca é tarde para melhorar a sua própria língua, ou seja, a Língua Portuguesa.

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Língua Portuguesa: a curiosa origem de «XPTO»

Língua Portuguesa: a curiosa origem de «XPTO»

Sabe qual é a curiosa origem da palavra XPTO? Nunca é tarde para melhorar a sua própria língua, ou seja, a Língua Portuguesa.

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Língua Portuguesa: a curiosa origem de «XPTO»

Quando dizemos que algo é “XPTO” queremos, normalmente, dizer que algo é muito bom. Esta expressão vem de documentos medievais manuscritos, onde se usava a sigla XPTO para designar Cristo, que, por sua vez, já era uma herança de grafia grega muito comum na Idade Média (XPISTI).

As pessoas não percebiam que aqueles símbolos significavam Cristo em grego e liam “XPTO” quando queriam designar alguma coisa de qualidade excelente, divina ou magnífica.

Língua Portuguesa: a curiosa origem de «XPTO»

Boquirroto

Pessoa que fala demais, fala sem pensar, não ouve o que fala, de baixo QI, de pouca instrução. Indiscreto, falador, tagarela.

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Língua Portuguesa: a curiosa origem de «XPTO»

O homem prudente não diz tudo quanto pensa, mas pensa tudo quanto diz.

‘Aristóteles’

Língua Portuguesa: a curiosa origem de «XPTO»

No Corcovado, Rio de Janeiro, em vez do Cristo Redentor, a estátua que retrata Jesus Cristo, era para ser construída uma estátua que representaria a Princesa Isabel do Brasil, contudo ela recusou?

Língua Portuguesa: a curiosa origem de «XPTO»

Para Sempre

Carlos Drummond de Andrade

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade, in ‘Lição de Coisas’

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Língua Portuguesa: a curiosa origem de «XPTO»

A Aldeia Portuguesa que nos deixa sem palavras

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Vídeo de: Rui Videira

A aldeia de Sistelo situa-se no concelho de Arcos de Valdevez, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, junto à nascente do rio Vez. Famosa pelas suas paisagens em socalcos, onde se cultiva o milho e pasta o gado, a aldeia encontra-se muito bem preservada, tendo sido recuperadas as casas típicas de granito, os espigueiros e os lavadouros públicos.

Sistelo é famoso pelos seus socalcos, que surgem pela necessidade de aumentar a superfície agrícola e de contrariar os declives. São plataformas mais ou menos planas de solo profundo e fértil, construídas nas vertentes das montanhas, sobrepostas umas às outras em escadaria e suportadas por grandiosos muros de pedra.

Estas estruturas permitiriam o desenvolvimento de uma agricultura de subsistência de extrema importância para a sobrevivência das comunidades rurais. Associados a estas plataformas, construíram-se canais destinados ao transporte de água dos pontos mais altos das montanhas, poços e cursos de água, para os campos. Estes canais, que em alguns casos se estendem por dezenas de quilómetros, denominam – se de regadios e são fundamentais para a subsistência das culturas nos meses de Verão.

O Castelo de Sistelo, ex-líbris da aldeia, merece uma cuidadosa visita: trata-se de um palácio de finais do século XIX onde viveu o Visconde de Sistelo. Deambule pelas ruelas da aldeia e aprecie a Igreja Paroquial, a Casa do Visconde de Sistelo, a Ponte Romana e o Moinho, a ponte de Sistelo de jusante, a Ermida de Nossa Senhora dos Aflitos e as Capelas de Santo António, de São João Evangelista, da Senhora dos Remédios e da Senhora do Carmo.

Não deixe de subir ao miradouro do Chã da Armada para admirar a magnífica vista panorâmica! Se é apreciador de caminhadas na natureza, percorra o Trilho das Brandas de Sistelo (10 km), que tem início na aldeia, e fique a conhecer as brandas de Rio Covo, em Sistelo, do Alhal, no Padrão, e da Cerradinha, terrenos que, durante o verão, serviam de apoio à pastorícia. O artesanato característico da aldeia é composto pelas meias redondas de lã e pelos aventais de lã. Aproveite e traga algumas peças de recordação!
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