Início Histórias Dr. Bayard: o nome é francês, os rebuçados são da Amadora

Dr. Bayard: o nome é francês, os rebuçados são da Amadora

Os peitorais mais famosos do país são rebuçados e levam o carimbo da Dr. Bayard. Entrámos na fábrica da marca que chega a produzir 800 mil por dia.

14484

_

Com 31 anos, Daniel é o mais novo da linhagem que conduz os destinos da Dr. Bayard, ainda entregue aos homens da família. Depois de Álvaro Matias ter começado tudo numa pequena cozinha, nos anos 40, o seu filho José António tomou as rédeas do negócio e é agora o gerente da empresa enquanto o neto André, de 32 anos, trata das vendas.

André, 32 anos, José António, 61, e Daniel, 31: pai e filhos continuam o legado de Álvaro Matias. © Jorge Vieira

Para quem vive e trabalha numa rua que cheira a mentol e a plantas medicinais todos os dias, claro que não há correntes de ar ou diferenças de temperatura que sejam uma ameaça. “Costumo dizer que sou como o Obélix e caí no caldeirão”, brinca Daniel Matias. “Nunca tenho tosse.”

Nome: Dr. Bayard
Data: 1949
Pontos de venda: Cafés, bombas de gasolina, grandes superfícies, lojas A Vida Portuguesa.
Preços: 1 embalagem de 200g na loja online.

Como são produzidos?

01

© Jorge Vieira

Antes de terem este aspecto, os rebuçados da Dr. Bayard passam por um longo processo. Veja as suas várias fases, e como era antigamente.

02

© Jorge Vieira

Os ingredientes que compõem os rebuçados começam por ser derretidos e misturados nesta espécie de panela.

03

© Jorge Vieira

Daí passam para uma uma cozedora que coze a massa para ser amassada.

04

© Jorge Vieira

Enquanto ainda está quente, e maleável, a massa dos rebuçados é retirada para um tabuleiro como este…

05

© Jorge Vieira

…sendo então amassada manual e mecanicamente umas 13, 14 vezes, “até ficar rija”.

(cont.)

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.