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Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar (fotos)

Morreram 700 pessoas, mas Salazar parou de contá-las às 426 vítimas. Houve 20 mil casas destruídas pela chuva. Veja as fotos das Cheias de 1967 em Lisboa.

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Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar
Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar – ©Arquivo Nacional da Torre do Tombo

Isto porque houve um grupo de estudantes que se juntou para ajudar as vítimas das cheias, já que os bombeiros não conseguiam acudir a todos.

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Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar
Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar – ©Facebook/ Cândida Pimenta

A água chegou a concentrar-se num volume de 170 litros por metro quadrado.

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Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar
Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar – ©Facebook/Susana Rosa

O jornal “Solidariedade Estudantil”, que surgiu depois das inundações, era o único que fugia à censura. Vendia 10 mil exemplares por número.

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Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar
Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar – ©Facebook/Susana Rosa

As cheias foram de tal modo catastróficas que também mereceram a atenção internacional.

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Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar
Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar – ©Arquivo Nacional da Torre do Tombo

Terence Spencer, vencedor de um World Press Photo em 1968, veio a Portugal para fotografar sem filtros ditatoriais os cadáveres, a lama e os escombros.

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Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar
Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar – ©Arquivo Nacional da Torre do Tombo

As fotografias foram vendidas à revista LIFE.

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Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar
Cheias de 1967: o rasto de morte que Salazar quis ocultar – ©Arquivo Nacional da Torre do Tombo

O artigo não tinha mais do que um parágrafo e, embora sublinhasse a falta de ordenamento urbanístico em Lisboa, ficou-se pelo número oficial de mortos, muito inferior ao real.

Autora: Marta Leite Ferreira
Fonte: Observador
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