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9 locais que ninguém tem coragem de visitar

São locais onde, de certeza, não vai querer ir. Para bem da sua saúde, fique longe dos 9 locais que ninguém tem coragem de visitar.

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05. Siberian Chemical Combine, Rússia

Os locais mais radioativos do planeta
Siberian Chemical Combine – 9 locais que ninguém tem coragem de visitar

A Sibéria é o lar de uma instalação química onde foram armazenados resíduos radioativos durante mais de 4 décadas. Os resíduos líquidos são armazenados em piscinas descobertas e recipientes mal conservados. O vento e a chuva espalham a contaminação para a vida selvagem e a área circundante.

04. O Polígono, Cazaquistão

Os locais mais radioativos do planeta
O Polígono, Cazaquistão – 9 locais que ninguém tem coragem de visitar

Durante a época soviética, a cidade de Semipalatinsk, serviu como um centro para testes nucleares do Exército Vermelho. Os experimentações foram realizadas a 150 km a oeste da cidade, no meio da estepe cazaque no que é chamado de polígono nuclear de Semipalatinsk.

De 1949 até 1989, 468 explosões nucleares ocorreram na área de ensaio, incluindo 125 ao ar livre. A cidade manteve as infra-estruturas científicas e tecnológicas relacionadas com o seu estatuto de cidade-laboratório tal como uma universidade de bom nível.

Em contrapartida Semey e seus arredores têm níveis de radiação extremamente alarmantes. O número de cancros, leucemias em crianças e malformações à nascença é igualmente assustador.

03. Mailuu-Suu, Quirguistão

Os locais mais radioativos do planeta
Mailuu-Suu – 9 locais que ninguém tem coragem de visitar

Enterrado no rio que percorre Mailuu-Suu, uma cidade com cerca de 20 mil habitantes, esconde-se o legado venenoso das primeiras bombas atómicas da antiga União Soviética: 2 milhões de metros cúbicos de resíduos radioativos misturados ao sistema de abastecimento de água da cidade.

Com o colapso da União Soviética e da indústria local em 1991, os especialistas partiram. A supervisão dos 23 depósitos de resíduos radioativos da cidade passou a ser esporádica. As cercas e os sinais de alerta foram transformados em sucatas de metal. Hoje, as vacas pastam em cima dessa ameaça invisível.

As cabras dormem dentro de uma mina de urânio abandonada. Os laticínios e a carne vendidos no mercado local não têm uma procedência segura; das torneiras das pias das cozinhas saem a água do rio lodosa misturada com metais pesados.

02. Chernobyl, Ucrânia

Os locais mais radioativos do planeta
Chernobyl – 9 locais que ninguém tem coragem de visitar

Chernobyl, na Ucrânia, ainda guarda as marcas da explosão do reator 4, que espalhou radiação pelo país e pelos territórios vizinhos em 26 de Abril de 1986. Na época, a usina era responsável pela produção de cerca de 10% da energia utilizada na Ucrânia.

Com quatro reatores e mais dois em construção, Chernobyl era um símbolo do avanço da União Soviética. O governo soviético admitiu 15 mil mortes, enquanto organizações não governamentais calculam 80 mil. Segundo números oficiais, 2,4 milhões de ucranianos sofrem de problemas de saúde relacionados ao acidente.

Ainda hoje, 27 anos depois, 6% do PIB ucraniano é destinado aos efeitos da tragédia, como pagamento de indemnização às vítimas.

01. Fukushima, Japão

Os locais mais radioativos do planeta
Fukushima – 9 locais que ninguém tem coragem de visitar

Em 11 de Março de 2011, um terremoto de 9,0 graus na escala Richter atingiu o leito oceânico perto da costa leste do Japão. O tsunami que se seguiu deixou mais de 20 mil mortos.

A usina de Fukushima Daiichi, preparada para lidar com uma onda de até seis metros de altura, foi atingida por uma parede de água de 14 metros.

Cerca de 320 mil toneladas de água foram usadas para resfriar os reatores. Em contacto com o núcleo, o líquido tornou-se radioativo e em seguida foi despejado no Oceano Pacífico, provocando radioatividade em milhões de quilómetros quadrados.

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