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5 erros de português que nunca mais irá cometer

Evitar erros de palmatória é o melhor caminho para uma comunicação perfeita e imaculada. Conheça 5 erros de português que nunca mais irá cometer.

5 erros de português que nunca mais irá cometer

5 erros de português que nunca mais irá cometer

Evitar erros de palmatória é o melhor caminho para uma comunicação perfeita e imaculada. Conheça 5 erros de português que nunca mais irá cometer.

Há palavras erradas (e inventadas) que são pronunciadas com tanta frequência que quase são entendidas pela maioria das pessoas como sendo corretas quando, na verdade, não o são. Alguns desses termos poderão surpreender e “enganar” mesmo os menos distraídos.

Portanto, fique a conhecer alguns erros comuns que mancham a reputação, mas que basta um pouco de conhecimento da língua portuguesa para os conseguir erradicar do seu quotidiano!

Imagine o seguinte diálogo entre o João que convida o Manuel a ir a sua casa.

— Caro amigo, hades passar um natal em minha casa! Queres vir este ano?

— Claro que sim! Adoro a comida da tua mãe! Mas não quero ser um impecilho...

— Então, és bemvindo!

— Não ir, seria uma perca irreparável. Conta comigo!

Concerteza que passaremos um bom momento!

Neste diálogo, estão 5 erros comuns que mancham a reputação de qualquer um. Os erros, assinalados a negrito, são: hades, impecilho, bemvindo, perca e concerteza.

5 erros de português que nunca mais irá cometer

Hás de

Considerando a mitologia grega, este é o nome do deus do mundo inferior e dos mortos.

Hades não deve ser confundido com “hás de”, conjugação do verbo haver na segunda pessoa do singular do presente do indicativo, com a preposição “de”. Logo, o verbo haver opera como auxiliar e é conjugado em todas as pessoas, tendo como significado: ser obrigado a, pretender, desejar.

Nota: Com a adesão ao novo Acordo Ortográfico, as formas flexionadas “hei de”, “hás de”, “há de” deixaram de ser hifenizadas.

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Empecilho

Impecilho é um erro ortográfico. É uma palavra que não existe no vocabulário português.

Esta é, certamente, uma “confusão” com a palavra empecilho, do castelhano impecillo. Significa algo ou alguém que estorva, que serve como obstáculo ou impedimento.

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Bem-vindo

A palavra Benvindo (ao contrário de Bemvindo) existe e pode ser um nome ou apelido de alguém. Contudo, é errado usar esse termo quando se pretende fazer uma saudação de acolhimento, pois aqueles que recebem bem na sua casa devem dizer “Seja bem-vindo!”, como quem pretende passar a mensagem de que essa pessoa será sempre recebida com prazer na sua casa.

Assim, bem-vindo só se usa para saudar ou cumprimentar visitantes e hóspedes e como forma de manifestar satisfação pela sua presença na nossa casa.

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Com certeza

Concerteza é um erro ortográfico. É uma palavra que não existe no vocabulário português.

Deve, por isso, escrever-se sempre em separado. Tanto no que diz respeito a “com certeza”, que significa certamente, como no que toca a “de certeza”, isto é, sem dúvida.

Isto, porque “certeza” é a qualidade do que é certo; que expressa firmeza no que se afirma, convicção. Quando se diz algo com certeza, expressa-se uma coisa certa, uma coisa evidente. Estado de espírito caracterizado pela crença de que se está na posse da verdade.

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Perda

Esta palavra existe e refere-se a uma determinada espécie de peixe. Contudo, quando usado no sentido do verbo perder, é muitas vezes mal aplicado.

Podemos dizer que “queremos que a Argentina perca sempre”. Mas já é errado dizer que “a lesão do Neymar foi uma perca pesada para o Brasil”.

Perda é um substantivo feminino que indica a falta de algo, o extravio. Se algo desaparece, porque foi desviado por alguém, dizemos que “é uma pena enorme, a perda do meu relógio.”, por exemplo.

Perca é a forma conjugada do verbo perder na 1ª e na 3ª pessoa do singular do presente do conjuntivo (em Portugal) ou subjuntivo (no Brasil) ou na 3ª pessoa do singular do imperativo.

Presente

CONJUNTIVO/ SUBJUNTIVO (BR)

que eu perca
que tu percas
que ele/ela perca
que nós percamos
que vós percais
que eles/elas percam

Márcio Magalhães
Um Mestrado em Ensino não fazia prever o percurso consolidado e bem sucedido no marketing digital e na produção de conteúdos, com publicação regular de artigos em diversas plataformas. (exclusivamente responsável pelo conteúdo textual)

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