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Raul Solnado, uma fábrica de rir

Raul Solnado é eterno. Homem dos sete ofícios, fez teatro, cinema e tv. Quis ser actor, sempre gostou das pessoas. "Façam o favor de ser felizes", dizia.

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Raul Solnado

Raul Solnado, uma  fábrica de rir

Raul Solnado é eterno. Homem dos sete ofícios, fez teatro, cinema e televisão. Ele próprio foi um mundo e um enorme palco. Sempre quis ser actor, sempre gostou das pessoas. “Façam o favor de ser felizes”, dizia.

Muitos de nós descobriram Raul Solnado apenas através dos (velhinhos) discos de vinil. Mas este vídeo é uma preciosidade.

Bravo! Raul Solnado. Obrigado por tudo!
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Conheça melhor a vida de um grande humorista, Raul Solnado fez sorrir gerações de portugueses.

Raul Solnado constitui, com Amália e Eusébio, o trio das mais categorizadas e populares personalidades do mundo do espetáculo em Portugal.

A Raul Solnado coube em sorte, para além de ser um dos maiores atores cómicos que Portugal já conheceu, de se tornar um recordista de vendas discográficas com discos que nem canções tinham.

De facto, as gravações dos monólogos que criou em revistas nos anos sessenta bateram recordes de vendas na altura – mas Solnado chegou igualmente a gravar canções, tornando-se Malmequer um enorme êxito em 1972.

Natural de Lisboa, onde nasceu em 1929, Raul Solnado estreou-se como ator em 1947 no grupo de amadores da Sociedade Guilherme Cossul e, em 1952, estreava-se profissionalmente como ator. 1953 trouxe a sua estreia na revista, por iniciativa de Vasco Morgado, que reconheceu o seu talento de comediante e, durante os dez anos que se seguiram, tornou-se um dos mais populares atores de revista.

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