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Os 10 piores assassinos em série

Loucos, psicopatas, perturbados... há de tudo e com relatos extremamente perturbadores. Descubra os 10 piores assassinos em série de sempre.

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Gilles De Rais

Um assassino em série é aquele que, por definição, mata 3 ou mais pessoas num dado espaço de tempo. Normalmente são homens que aparentemente têm comportamentos normais, que se apresentam como pessoas simpáticas mas que, debaixo dessa fachada, são na realidade sociopatas que não possuem a capacidade de sentir compaixão pelas outras pessoas. Pelo que sabemos sempre existiram e sempre vão existir e nos últimos anos as autoridades têm conseguido apanhar estas pessoas com mais rapidez, mas demoraram algum tempo a perceber como os podiam apanhar. Aqui ficam os 10 piores assassinos em série. Algumas descrições dos crimes cometidos pelos assassinos que constituem este artigo são perturbadoras

10. Aileen Wuornos

Aileen Wuornos
Aileen Wuornos

Poucas mulheres se viram confortáveis no papel de assassinas em série, mas uma delas foi sem dúvida Aileen Carol Pittman, conhecida como Aileen Wuornos. A sua vida foi repleta de abusos e negligência, engravidou aos 15 anos de uma relação incestuosa com o irmão. Wuornos apaixonou-se por uma mulher e sustentava a família prostituindo-se e foi durante os 7 anos em que o fez que matou 7 homens, alegando que eles estavam a tentar fazer-lhe mal durante os encontros. Acabou por ser presa e condenada à morte, por injecção letal. A sua vida foi contada no filme “Monster”, protagonizado por Charlize Theron.

  1. Ted Bundy
Ted Bundy
Ted Bundy

Ted Bundy era descrito como um homem carismático e simpático, mas por trás desta personalidade encontrava-se a mente distorcida de um assassino. Em apenas 4 anos raptou e matou 30 jovens mulheres, nos Estados Unidos. Para atrair as suas vítimas fazia-se passar por agente da autoridade ou por alguém com deficiência motora, mas houve também situações em que simplesmente entrava em casa das pessoas e as esfaqueava até à morte enquanto dormiam. Posteriormente violava e esquartejava os corpos e guardava as cabeças como recordação. Foi preso em 1979 e condenado à morte na cadeira eléctrica em 1989.

  1. Jeffrey Dahmer
Jeffrey Dahmer
Jeffrey Dahmer

Este foi um dos assassinos norte-americanos mais assustadores. Em 13 anos matou 17 rapazes e homens. Mas não se limitava a matar, os seus crimes incluíam violação, necrofilia, esquartejamento e canibalismo. A polícia descobriu algo perturbador no seu apartamento, aparentemente Dahmer perfurava as cabeças das suas vítimas enquanto as violava ainda vivas, e depois de mortas ou continuava com o acto sexual ou comia bocados do corpo. Foi preso em 1994 e espancado até à morte pelo seu companheiro de cela.

  1. John Wayne Gacy
John Wayne Gacy
John Wayne Gacy

Conhecido como o “Palhaço Assassino”, John Wayne Gacy é um dos mais famosos assassinos em série da história. Foi apanhado a abusar sexualmente de dois rapazes adolescentes e condenado a 10 anos de prisão. Devido ao bom comportamento enquanto esteve preso, saiu em liberdade condicional. Começou a vestir-se de “Pogo the Clown” e a oferecer-se para trabalhar na animação de festas. O que as pessoas não sabiam era que por trás da máscara estava o responsável pela morte de 33 rapazes, cujos corpos enterrava no seu jardim, em casa e perto de um rio ao pé de casa. Depois de ter sido preso novamente as autoridades encontraram os ossos enterrados na sua casa o que o forçou a confessar os crimes.

  1. Gary Ridgway
Gary Ridgway
Gary Ridgway

Gary Ridgway, conhecido como o “Green River Killer”, estrangulou 71 mulheres no espaço de tempo de 8-10 anos. As suas primeiras vítimas foram encontradas no Rio Green, daí a alcunha. O seu método consistia em apanhar prostitutas e depois estrangula-las. Era casado e conseguiu manter as autoridades longe até ter sido apanhado em 2001. A sua mulher não suspeitava de nada.

  1. Andrei Chikatilo
Andrei Chikatilo
Andrei Chikatilo

O assassino ucraniano Andrei Chikatilo, nasceu em 1933 e ficou conhecido como o “Carniceiro de Rostov”. Esquartejou 53 mulheres e crianças desde 1978 até 1990, quando foi finalmente apanhado. Começou por atrair uma rapariga de 9 anos para os bosques para a violar, quando esta se debateu Chikatilo cortou-lhe o pescoço. Atingiu o climax sexual quando viu a vida a sair do corpo da criança e a partir daí só conseguia ter uma erecção quando as suas vítimas suplicavam pela vida. Foi capturado em 1990 e foi a tribunal em 1992. Durante o julgamento foi mantido dentro de uma jaula no centro da sala, ironicamente para sua protecção. Os familiares das vítimas queriam-no morto e se não fosse a jaula tinham conseguido chegar a ele. Foi condenado à morte por fuzilamento.

  1. Pedro Rodrigues Filho
Pedro Rodrigues Filho
Pedro Rodrigues Filho

Pedro Rodrigues Filho nasceu em Santa Rita do Sapucaí, sul de Minas Gerais, com um crânio defeituoso, resultado da violência com que o pai batia na sua mãe enquanto esta estava grávida. Pedro disseque a primeira vez que sentiu vontade de matar tinha 13 anos. Durante uma luta com primo mais velho, quase o matou quando o empurrou contra uma prensa de cana de açúcar. Aos 18 anos já tinha morto 10 pessoas e deixado inúmeras pessoas feridas, e matou o seu pai e comeu um bocado do coração depois deste ter morto a sua mãe. Foi detido pela primeira vez em 1973 e enquanto esteve preso matou 47 companheiros de prisão. A contagem de vítimas fica-se pelos 71 incluindo o pai, apesar de ele dizer que foram 100. Em 2003 foi condenado a 126 anos de prisão, apesar de o sistema judicial brasileiro não permitir que uma pessoa esteja presa por mais de 30 anos. Com os crimes que cometeu dentro da prisão a sua sentença subiu até aos 400 anos, mas acabou por ser libertado em 2011. Apesar das mortes, Pedro tornou-se famoso por matar outros criminosos como Francisco de Assis Pereira, outro assassino em série.

  1. Pedro Lopez
Pedro Lopez
Pedro Lopez

Pedro Alonso López foi um assassino em série colombiano, acusado de matar e violar mais de 300 raparigas por toda a América do Sul. Aparte das histórias que se contavam naquele continente, sobre López, os seus crimes ficaram internacionalmente conhecidos através de uma entrevista que deu ao foto-jornalista norte-americano Ron Laytner na sua cela, em 1980. Segundo aquilo que contou na entrevista, López ficou conhecido como o “Monstro dos Andes” quando levou a polícia até 53 corpos, de raparigas com idades entre os 9 e 12 anos, que tinha enterrado. Em 1983 foi considerado culpado da morte de 110 raparigas só no Equador, e confessou mais 240 assassínios no Perú e Colômbia.

  1. Luís Garavito
Luis Garavito
Luis Garavito

Luis Alfredo Garavito Cubillos, conhecido como “A Besta”, é outro violador e assassino colombiano. Em 1999 admitiu ter morto e violado 147 rapazes, mas julga-se que o número real de vítimas seja superior a 300. Depois de ter sido capturado, foi condenado à máxima sentença do sistema legal colombiano, 30 anos, mas por ter ajuda de as autoridades a encontrarem os corpos das vítimas a sentença foi reduzida a 22 anos com a possibilidade de sair mais cedo se cooperasse mais. No entanto com o aproximar do fim da sua sentença, os colombianos sentiam que os anos passados na prisão não eram castigo suficiente e que devia passar lá mais tempo. No final de 2006 o sistema judicial reviu os casos contra Garavito e a sua sentença foi prolongada, devido à existência demais crimes que Garavito não admitiu ter cometido.

  1. Gilles De Rais
Gilles De Rais
Gilles De Rais

No número 1 desta lista temos aquele que é considerado o pai de todos os assassinos em série. A história de Gilles de Rais é particularmente estranha por este ter sido um famoso capitão no exército de Joana d’Arc, antes de começar a cometer os crimes de que foi acusado. Nascido em 1404, Gilles De Rais violou, torturou e matou centenas de crianças, maioritariamente rapazes. Sentia-se atraído por rapazes loiros de olhos azuis, aos quais prometia doces e surpresas para os atrair para o seu castelo. Torturava e mutilava as suas vítimas da forma mais desumana possível, ejaculando para cima das crianças a morrer. No entanto aquilo que lhe dava mais prazer era banhar-se no sangue das vítimas, gostava de cortar as veias jugulares e ver o sangue a jorrar para cima de si próprio. Depois de cometer estes actos, sentia remorsos e chicoteava-se nas costas como penitência pelos seus crimes e passava horas a rezar na capela da família enquanto os seus criados queimavam os corpos e limpavam o sangue das paredes e chão.

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