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5 episódios da História de Portugal que não aconteceram bem assim

O Milagre das Rosas nunca existiu e o Infante Santo nunca o foi nem o quis ser. Conheça 5 episódios da História de Portugal que não aconteceram bem assim.

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3- A frase «Enterrar os mortos, cuidar dos vivos» foi proferida por outro marquês que não o de Pombal

5 episódios da História de Portugal que não aconteceram bem assim
Marquês de Pombal

No dia 1 de Novembro de 1755, as ruas de Lisboa estavam apinhadas de gente. As igrejas, cheias de fiéis, celebravam o dia de Todos os Santos. Às nove e meia, inesperadamente, a terra começou a tremer. As fortes vibrações continuaram durante sete intermináveis minutos, e transformaram a cidade numa ruína indescritível.

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Marquês de Pombal

Perante a dimensão da catástrofe, ainda no dia 1 de Novembro, o rei D. José I, que escapara ao terramoto juntamente com a família real, foi compelido a tomar uma atitude. Conta-se que, perante a questão do monarca «E agora?», o então secretário dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal, terá respondido «Enterrar os mortos e cuidar dos vivos».

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Marquês de Pombal

Porém, ao que tudo indica, o autor da frase terá sido outro. A pergunta lançada por D. José I foi dirigida ao general Pedro Miguel D’Almeida, primeiro marquês de Alorna, um militar experimentado de 67 anos, que desempenhava a função de mordomo-mor da rainha.

Quanto à verdadeira resposta, foi «Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos».
Embora a frase não tenha sido proferida pelo Marquês de Pombal, a verdade é que poderia muito bem ter sido, assim o justifica a sua atuação após o terramoto.

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