Início Histórias 15 expressões saídas da publicidade que usamos vezes sem conta

15 expressões saídas da publicidade que usamos vezes sem conta

Há anúncios que entram na memória coletiva e passam a fazer parte da cultura popular. Recordamos 15 frases que todos já usamos e que perduraram no tempo.

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15 expressões saídas da publicidade que usamos vezes sem conta
15 expressões saídas da publicidade que usamos vezes sem conta

15 expressões saídas da publicidade que usamos vezes sem conta

O algodão não engana. Há anúncios que entram na memória coletiva e passam a fazer parte da cultura popular. Recordamos 15 frases que perduraram no tempo, muito para além do fim das suas campanhas.

1. Primeiro estranha-se, depois entranha-se

Fernando Pessoa

O anúncio que marcaria a entrada da Coca-Cola em Portugal foi encomendado à agência Hora, onde trabalhava Fernando Pessoa, nos finais dos anos 20.

O poeta foi responsável pelo slogan, mas a campanha não saiu do papel e a bebida foi proibida por intervenção do diretor de Saúde de Lisboa, Ricardo Jorge — o médico que dá nome ao Instituto –, por um duplo motivo: se o produto continha coca, da qual se extraía a cocaína, não podia ser vendido ao público; se não tinha coca, então anunciá-lo com esse nome seria publicidade enganosa. A marca só começou a ser vendida em Portugal em 1977, mas a frase ficou para a história.

2. Há mar e mar, há ir e voltar

Alexandre O’ Neill, poeta e publicitário

Outro poeta a dar cartas na publicidade foi Alexandre O’Neill. Devemos-lhe esta frase elevada a provérbio, criada para uma campanha do Instituto de Socorros a Náufragos para prevenir os afogamentos nas praias portuguesas.

3. Se conduzir, não beba

No campo das campanhas institucionais, esta foi outra frase que fixámos neste anúncio de 1986 e que continuamos a repetir.

4. Aquela máquina

O “Homem da Regisconta” era aquela máquinaaaa!

Podemos até já nem nos lembrar bem do que fazia “o Homem da Regisconta”, mas certamente que nos ecoa na memória a voz forte de Fernando Girão a cantar “Aquela máquina!”, num anúncio repetido entre 1974 e meados dos anos 80. E todos nós, seja em que tarefa for, gostamos de ser “aquela máquina”.

(cont.)

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