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10 factos arrepiantes que talvez desconheça sobre Auschwitz

Conheça uma lista de informações arrepiantes de um dos maiores campos de concentração da Segunda Guerra Mundial: Auschwitz

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10 factos arrepiantes que talvez desconheça sobre Auschwitz
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10 factos arrepiantes que talvez desconheça sobre Auschwitz

Auschwitz, localizado em Oswiecim, na Polónia, entrou em atividade em 1940 e tornou-se um dos mais notórios campos de concentração e extermínio comandados pelos nazis. O complexo era formado por 48 campos no total — dos quais os maiores eram Auschwitz I, Auschwitz II-Birkenau e Auschwitz III-Monowitz —, e hoje ele é conhecido como o maior local de assassinatos em massa da história da humanidade.

Em meados de janeiro de 1945, soldados soviéticos invadiram o complexo — apenas dias depois de os nazis terem evacuado o local — e depararam-se com um cenário aterrador. Ainda havia cerca de 7 mil prisioneiros vivos em Auschwitz, e as tropas também encontraram vestígios estarrecedores das atrocidades que ali foram cometidas.

Conheça 10 fatos arrepiantes que você talvez desconheça sobre Auschwitz:

1 – Morreram mais pessoas em Auschwitz do que a soma das perdas britânicas e norte-americanas na Segunda Guerra Mundial.

2 – Durante os 4,5 anos da sua existência, estima-se que das 1,3 milhões de pessoas enviadas para o campo de concentração, 1,1 milhões pereceram. E dessas, 1 milhão foram homens, mulheres e crianças judias.

3 – Muitas das experiências científicas que Joseph Mengele realizou em Auschwitz envolviam estudos com gémeos, e, se um dos irmãos morria, o médico nazi imediatamente matava o outro para poder efetuar autopsias comparativas.

Salamo Arouch

4 – O boxeur judeu Salamo Arouch, que era prisioneiro em Auschwitz, foi obrigado a lutar com outros prisioneiros para sobreviver. Ele participou em mais de 200 combates ao longo de 2 anos, e os perdedores eram enviados para as câmaras de gás ou executados a tiro. Salamo morreu aos 86 anos em Israel, em 2009.

5 – Um guarda da Schutzstaffel — as SS — apaixonou-se por uma prisioneira judia em Auschwitz e salvou a sua vida inúmeras vezes enquanto ela esteve no campo de concentração. A mulher, por sua vez, testemunhou a favor do soldado nazi quando ele foi julgado pelos seus crimes depois que a guerra acabou.

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